Por:
Bernardo Silva(*)
Bernardo Silva(*)
Na semana passada o site nacional Folha de São Paulo
divulgou pesquisa, com base em dados do Ministério da Saúde, apontando que o
Estado do Piauí é o quinto perante a Federação com o maior número de suicídios.
divulgou pesquisa, com base em dados do Ministério da Saúde, apontando que o
Estado do Piauí é o quinto perante a Federação com o maior número de suicídios.
A notícia gerou algumas exclamações, do tipo: que
coisa, hein? Meu Deus!… e só. Nenhuma reflexão mais profunda nos
meios de comunicação. Banaliza-se o tema, igualmente ao que se faz com o
aumento avassalador do consumo das drogas, lícitas e ilícitas, da cervejinha do
final de semana à pedra de crack.
coisa, hein? Meu Deus!… e só. Nenhuma reflexão mais profunda nos
meios de comunicação. Banaliza-se o tema, igualmente ao que se faz com o
aumento avassalador do consumo das drogas, lícitas e ilícitas, da cervejinha do
final de semana à pedra de crack.
Conta-nos o espírito denominado André Luiz, no livro
“Nosso Lar”, psicografado por Chico Xavier, que ao despertar do outro lado da
vida, após seu desencarne, foi chamado de “suicida” por espíritos que
encontrava vagando. Ele que pensava haver desencarnado por um processo natural,
surpreendeu-se. Claro, por que suicida? Só depois foi saber que o fato de
gostar de um whisky e uma boa comida era o motivo pelo qual foi classificado
como suicida. Abusou da comida e da bebida e sacrificou, com isso, o seu corpo,
reduzindo o seu “prazo de validade”. Ou seja, quantos não estão aí se matando,
diariamente, consumindo drogas lícitas e ilícitas e que mais tarde também poderão
estar no vale dos suicidas?
“Nosso Lar”, psicografado por Chico Xavier, que ao despertar do outro lado da
vida, após seu desencarne, foi chamado de “suicida” por espíritos que
encontrava vagando. Ele que pensava haver desencarnado por um processo natural,
surpreendeu-se. Claro, por que suicida? Só depois foi saber que o fato de
gostar de um whisky e uma boa comida era o motivo pelo qual foi classificado
como suicida. Abusou da comida e da bebida e sacrificou, com isso, o seu corpo,
reduzindo o seu “prazo de validade”. Ou seja, quantos não estão aí se matando,
diariamente, consumindo drogas lícitas e ilícitas e que mais tarde também poderão
estar no vale dos suicidas?
A verdade é que, além dos familiares e alguns
amigos, até que ponto são motivos de preocupação para alguém os problemas que
levam uma pessoa a se suicidar? E às vezes a pessoa tira a própria vida por uma
besteira, para não passar vergonha, à falta de uma palavra amiga que o nosso
egoísmo não nos deixou dar. E a moda agora entre os jovens é o suicídio por uma
foto postada na internet ou o fim de um namoro. A nossa vida valerá só isso? E
ninguém procura Deus, ninguém O procura. É careta. Babaquice…
amigos, até que ponto são motivos de preocupação para alguém os problemas que
levam uma pessoa a se suicidar? E às vezes a pessoa tira a própria vida por uma
besteira, para não passar vergonha, à falta de uma palavra amiga que o nosso
egoísmo não nos deixou dar. E a moda agora entre os jovens é o suicídio por uma
foto postada na internet ou o fim de um namoro. A nossa vida valerá só isso? E
ninguém procura Deus, ninguém O procura. É careta. Babaquice…
Bom seria que todos entendessem o que é o suicídio
na visão espírita. Melhor seria todos acreditarem na reencarnação, na vida após
a morte, para entenderem que jamais, em hipótese alguma, a pessoa deve tirar a
própria vida, algo que lhe foi dada por Deus. Por pior que seja o problema,
nada justifica o extermínio da vida, até porque ela não acaba nunca. A morte do
corpo físico não é o fim de coisa alguma. Os problemas permanecem e numa
situação muito mais piorada. A alma, ou espírito, saem a vagar, tentando
entender o que se passa depois do ato extremo praticado. Veem o próprio corpo
esvaindo-se em sangue e sentem-se como se vivo ainda estivessem.
na visão espírita. Melhor seria todos acreditarem na reencarnação, na vida após
a morte, para entenderem que jamais, em hipótese alguma, a pessoa deve tirar a
própria vida, algo que lhe foi dada por Deus. Por pior que seja o problema,
nada justifica o extermínio da vida, até porque ela não acaba nunca. A morte do
corpo físico não é o fim de coisa alguma. Os problemas permanecem e numa
situação muito mais piorada. A alma, ou espírito, saem a vagar, tentando
entender o que se passa depois do ato extremo praticado. Veem o próprio corpo
esvaindo-se em sangue e sentem-se como se vivo ainda estivessem.
PARA ONDE
VAI UM SUICIDA?
VAI UM SUICIDA?
“Alguns suicidas sentem-se presos ao corpo de tal modo que, leva-os a ver e
sentir os efeitos da decomposição; outros vão para as regiões umbralinas
(região destinada a esgotamento de resíduos mentais); outros ainda, como conta
no livro “Memórias de um suicida”, tornam-se presas de obsessores, que às
vezes, também foram suicidas, entidades perversas e criminosas, que sentem
prazer na prática de vilezas, e que continuam vivendo na Terra ao lado dos
homens, contaminando a sociedade, os lares terrenos que não lhes oferecem
resistências através da vigilância dos bons pensamentos e prudentes ações.
Esses infelizes unem-se, geralmente, em locais pavorosos e sinistros da Terra,
afinados com seus estados mentais como: florestas tenebrosas, catacumbas
abandonadas dos cemitérios, cavernas solitárias de montanhas muitas vezes
desconhecidas dos homens e até antros sombrios de rochedos marinhos e crateras de
vulcões extintos. Eles aprisionam, torturam por todas as formas, desde maus
tratos físicos e da obscenidade, até a criação da loucura para mentes já
torturadas por sofrimentos que já lhes são pessoais, etc”.
Para entendermos melhor o assunto leiam as obras de Allan Kardec.
sentir os efeitos da decomposição; outros vão para as regiões umbralinas
(região destinada a esgotamento de resíduos mentais); outros ainda, como conta
no livro “Memórias de um suicida”, tornam-se presas de obsessores, que às
vezes, também foram suicidas, entidades perversas e criminosas, que sentem
prazer na prática de vilezas, e que continuam vivendo na Terra ao lado dos
homens, contaminando a sociedade, os lares terrenos que não lhes oferecem
resistências através da vigilância dos bons pensamentos e prudentes ações.
Esses infelizes unem-se, geralmente, em locais pavorosos e sinistros da Terra,
afinados com seus estados mentais como: florestas tenebrosas, catacumbas
abandonadas dos cemitérios, cavernas solitárias de montanhas muitas vezes
desconhecidas dos homens e até antros sombrios de rochedos marinhos e crateras de
vulcões extintos. Eles aprisionam, torturam por todas as formas, desde maus
tratos físicos e da obscenidade, até a criação da loucura para mentes já
torturadas por sofrimentos que já lhes são pessoais, etc”.
Para entendermos melhor o assunto leiam as obras de Allan Kardec.
(*)Bernardo
Silva é jornalista e professor
Silva é jornalista e professor
Fonte:Jornal “Tribuna do Litoral”
Nas Bancas!

