‘O senador Wellington Dias tentou isolar o
Governador quando ele montou uma chapa dando a vaga de senador para o
PTB’. A afirmação é do ex-senador Heráclito Fortes (PSB). De acordo com o
recém socialista a estratégia petista é colocar a opinião pública
contra o governador.
Governador quando ele montou uma chapa dando a vaga de senador para o
PTB’. A afirmação é do ex-senador Heráclito Fortes (PSB). De acordo com o
recém socialista a estratégia petista é colocar a opinião pública
contra o governador.
“Eles querem que as pessoas pensem que aconteceu exatamente o contrário,
mas o fato é que Wellington sempre soube que teria que sediar uma
candidatura para a Dilma e Martins para Eduardo Campos, nunca houve
espaço pros dois em um único palanque”, comenta.
Dificuldade essa que não seria enfrentada numa coligação PSB –PSDB, já
que a nível nacional ambos defendem que haja palanques duplos nos
Estados. “Já com o PMDB é diferente. Ontem pressionaram a direção do
nacional do PMDB, o PT foi reclamar ao nacional do que está acontecendo
aqui. Eles querem evitar que o Marcelo Castro seja candidato”, afirma.
Fortes (foto) não poupou críticas ao Partido
dos Trabalhadores e definiu o rompimento com o PSB não como traição, mas
como ‘saturação de convivência’. “O PT não estava preparado para ser
governo e agora não está preparado para deixar de ser governo. O Wilson
assumiu mas a estrutura dos cargos de segundo e terceiro escalão no
interior do Estado é toda ocupada pelo PT e isso é que dá força ao
partido, e por isso a orientação de Wellington para que não saíssem do
governo”, diz.
mas o fato é que Wellington sempre soube que teria que sediar uma
candidatura para a Dilma e Martins para Eduardo Campos, nunca houve
espaço pros dois em um único palanque”, comenta.
Dificuldade essa que não seria enfrentada numa coligação PSB –PSDB, já
que a nível nacional ambos defendem que haja palanques duplos nos
Estados. “Já com o PMDB é diferente. Ontem pressionaram a direção do
nacional do PMDB, o PT foi reclamar ao nacional do que está acontecendo
aqui. Eles querem evitar que o Marcelo Castro seja candidato”, afirma.
Fortes (foto) não poupou críticas ao Partido
dos Trabalhadores e definiu o rompimento com o PSB não como traição, mas
como ‘saturação de convivência’. “O PT não estava preparado para ser
governo e agora não está preparado para deixar de ser governo. O Wilson
assumiu mas a estrutura dos cargos de segundo e terceiro escalão no
interior do Estado é toda ocupada pelo PT e isso é que dá força ao
partido, e por isso a orientação de Wellington para que não saíssem do
governo”, diz.
Chapa – Essa chapa é inovadora no Piauí, lógica e
sobrevivência. E o mais lógico é Castro no governo, Silvio como vice e
PSB no senado, o Governado pode até não ser candidato a senador, pode
ser Wilson Brandão ou até mesmo Atila, a decisão é do governador.
Por que não Zé Filho? – O próprio Zé Filho fez algumas
considerações de iniciativa dele, disse que estava aberto pra ficar ou
não, inclusive apoiar um candidato que não fosse ele.
Resposta a JVC – O ‘blocão’ que estão falando é dos senadores, do nosso lado temos uma aliança política.
Por Rayanna Mousinho
*Com informações TV Cidade Verde
