Merlong SolanoRobert Rios compara Agespisa à Arca de Noé para criticar Merlong Solano
Merlong Solano
Merlong SolanoE se procurar outros produtos, mais reclamações virão.
De Atalaia a Barra Grande, passando por outros destinos no litoral piauiense, a beleza do lugar continua sendo atrativo para os turistas, seja de outras cidades do Piauí, de outros estados e países. Mas, ainda falta um pouco de cuidado em relação ao atendimento ao turista.
“Paguei R$12,00 por uma cerveja numa barraca. Em outra paguei R$ 15,00”, disse Marcelo Albuquerque, funcionário público, que reside na capital. Marcelo foi ao litoral durante o feriado de Corpus Christi e preferiu não repetir a viagem nesse mês de julho.
Flávio Nogueira destacou que na região, em Parnaíba, tem um curso superior de Turismo e que os alunos provavelmente já estão atuando, fazendo intervenções, no sentido de achar o melhor caminho para o turismo local.
Caminho esse que o administrador e DJ Jorge Mariton acredita que só poderá ser traçado quando Estado desenvolver técnicas de gestão para o atendimento público. Ele esteve em Luís Correia nos dias 2, 3 e 4 de julho. “Estamos longe de grandes cidades litorâneas que atendem seus clientes em barracas com atenção”, disse.
“Eu não entendo porque na praia, onde tem peixe, camarão e caranguejo com mais facilidade, eles são menores e muito mais caros. Não justifica um tira-gosto de peixe de tamanho médio pra pequeno custar mais de R$ 60,00 “, disse Maria Laura, estudante de administração na capital. Ela diz ainda, que a maioria das barracas não adotaram um sistema de pagamento via cartão de crédito e débito, dificultando a vida do cliente. “Imagina o turista pde outro estado, que pensa que tem. Ele vai ter uma desagradável surpresa”, disse. “Para completar, os caixas de atendimento rápido nem sempre tem dinheiro, aí fica muito difícil”, ressalta.
O economista Fernando Galvão (foto abaixo) disse que “belezas naturais temos, precisamos de mais qualificação em termos de infraestrutura e de pessoas, mais criatividade e, como consequência as inovações”. Fernando ressalta que inovações não quer, necessariamente dizer que sejam equipamentos e materiais sofisticados. “Na praias que tem aquelas barracas de palha distantes dos bares, em Maramar, por exemplo, os bares poderiam servir bebidas em caixas grandes de isopor. Manteria as bebidas geladas e se tornava mais prático o atendimento. Isso já em feito em várias outras praias do nordeste! Simples e funcional: acabou as bebidas, troca isopor!”.

Fernando Galvão ainda destaca que alguns procedimentos simples poderiam ser adotados. “Detalhes fazem diferença: capricho! Já imagino o capricho ao se fazer comida olhando o cardápio e seu estado de conservação. Bebida quente deveria ser servida em copo de vidro adequado e na frente do cliente! Na verdade é servido em copo descartável e lá no bar, longe da vista do cliente, cartão de crédito e débito muito mais funcional mas, mas é raridade em nosso litoral, concluiu.(Alexandra Teodoro)
Pior para um casal de franceses que pagou R$ 80 para um taxis leva-lo de Parnaíba para o porto dos Tatus.
O turista pagou sabendo-se assaltado.
Merlong e Assis Carvalho
CPI e Merlong
O secretário de Governo, Merlong Solano (PT), falou ontem que não teme a CPI da Agespisa e garante que durante sua gestão na empresa não houve nenhuma irregularidade.
É, não houve, não. Só a previdência que nunca foi recolhida. E isso, por si, dá uma apropriação indébita.
De ano a ano
E quem diz isso não são os sindicalistas e tampouco os opositores do governo.
A apropriação indébita do dinheiro da previdência dos funcionários está no balanço patrimonial do exercício de 2011 a 2013, auditada inclusive por empresa pernambucana contratada pela gestão petista.
Lá, como se vê, aponta os períodos de retenção e não recolhimento ano a ano.
PGR no encalço
Mas justiça se lhe faça. Merlong não está sozinho nessa condição de apropriação indébita dos encargos previdenciários dos empregados da Agespisa.
Assis Carvalho também está no mesmo rolo. Tanto que até o procurador geral da República, Rodrigo Janot está atrás de saber o período da gestão do deputado federal na Agespisa.
Fogo
Rodrigo Janot despachou ofício para o governador Wellington Dias solicitando informações sobre o período da gestão de Assis Carvalho na Agespisa para abrir investigação contra o parlamentar.
Eita, isso vai pegar fogo.(Portalaz)