Câmara, projeto de lei, de autoria do vereador Ronaldo Prado, dispondo sobre o
controle de ruídos, sons e vibrações, fixando níveis e horários no município. É
a conhecida “Lei do Silêncio”, matéria já discutida e aprovada em 2010 e 2011,
proposta também de Ronaldo Prado com o ex-vereador Fernando Gomes, porém,
vetada pelo ex-prefeito José Hamilton.
sons e vibrações, produzidas de forma que ponha em perigo ou prejudique a saúde
individual ou coletiva; cause danos de qualquer natureza às propriedades
públicas ou privadas; cause incômodo de qualquer natureza; cause perturbação ao
sossego ou ao bem estar públicos.
funcionamento da lei, em caso de sancionada pelo prefeito, “porque é uma lei
esperada por todos e também há um grande interesse de parte do Ministério
Público em coibir a poluição sonora no município”. Para o vereador Carlson
Pessoa, “a lei é o que há de mais atual em termos de mecanismo para coibir os
abusos em termos de poluição sonora”.
ontem, o projeto de lei que propõe a padronização dos táxis em Parnaíba, como
forma de valorizar aqueles profissionais que vivem desta profissão, proporcionando
maior segurança aos usuários de táxis. O vereador Antônio Cardoso é o autor da
matéria.
Livre”, para ser utilizado na sessão de segunda feira, por representes dos
professores e alunos do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Piauí –
IFPI, a fim de falarem sobre os problemas que enfrentam para se deslocarem até
àquele estabelecimento de ensino, tendo que se utilizarem de uma van clandestina,
que além de não atender à demanda, obriga-os a passarem por constrangimentos e
transtornos diversos.
mental
realizadas em Parnaíba, desde segunda feira, pelo transcurso do Dia Mundial da Saúde
Mental”, 10 de outubro, profissionais de saúde e pacientes do CAPS –AD
estiveram na Câmara para expor os serviços de saúde mental que são feitos no
município, “um dos mais avançados que se realizam no Nordeste”.
presentes sobre a rede de apoio psicossocial existente no município, destacando
as possibilidade de expansão dos atendimentos, “inclusive com recursos que já
estão no plano plurianual de 2014 para a construção de duas unidades de
acolhimento, sendo uma infantil e outra adulto”, frisou.
Rafael Pinheiro, do CAPS II, também explanou a
respeito das atividades desenvolvidas com os pacientes, dando ênfase também
para os movimentos psiquiátricos desenvolvidos mundialmente.


























