Flanelinha: Profissão?!!!
Enquanto em Parnaíba alguns se ufanam de uma cidade que vive um booom econômico nunca dantes visto na história, com a divulgação de números forjados e/ou fruto de maquiagem, as feridas sociais estão aí, à vista de todos, e pululam em vários pontos da cidade, a partir do centro, do coração:a Praça da Graça.
O comentário abaixo está na página do facebook do advogado e amigo André Véras. Para sua reflexão:
“A
briga hoje ao lado do Boticário da Praça da Graça era de um deficiente,
sem uma das pernas, que fica ali sentado pedindo esmolas, com um
flanelinha conhecido como “Louro”. O
flanelinha, aparentemente drogado, exigia dinheiro e o deficiente pedia
para ele aguardar, pois logo conseguiria encher seu copo de moedas. E
consegue mesmo. As pessoas ainda tem o hábito de dar esmolas a pedintes
ou aquele trocado quando um desses flanelinhas fica “olhando” o seu
carro ou moto. É um negócio que está dando certo e prosperando, tendo em
vista a proliferação desses olhadores de carro. São os donos da rua,
matando e morrendo pelo seu pedaço de espaço público e fonte de renda. A
finalidade é quase sempre a mesma: alimentar o vício em drogas, que por
sua vez alimenta a criminalidade. E, assim, esse fenômeno social vai se
alastrando, não só aqui em Parnaíba, mas no Brasil inteiro, tornando a
população de certa forma refém de um mal que ela mesma está contribuindo
para que se mantenha”.
briga hoje ao lado do Boticário da Praça da Graça era de um deficiente,
sem uma das pernas, que fica ali sentado pedindo esmolas, com um
flanelinha conhecido como “Louro”. O
flanelinha, aparentemente drogado, exigia dinheiro e o deficiente pedia
para ele aguardar, pois logo conseguiria encher seu copo de moedas. E
consegue mesmo. As pessoas ainda tem o hábito de dar esmolas a pedintes
ou aquele trocado quando um desses flanelinhas fica “olhando” o seu
carro ou moto. É um negócio que está dando certo e prosperando, tendo em
vista a proliferação desses olhadores de carro. São os donos da rua,
matando e morrendo pelo seu pedaço de espaço público e fonte de renda. A
finalidade é quase sempre a mesma: alimentar o vício em drogas, que por
sua vez alimenta a criminalidade. E, assim, esse fenômeno social vai se
alastrando, não só aqui em Parnaíba, mas no Brasil inteiro, tornando a
população de certa forma refém de um mal que ela mesma está contribuindo
para que se mantenha”.

