A
falta de cumprimento de quase metade das promessas de campanha da
presidente Dilma Rousseff, feitas em 2010, vai se tornar um dos alvos da
oposição na campanha deste ano. O PT, no entanto, diz estar preparado
para o embate e alega que os resultados, revelados nesta quinta-feira pelo GLOBO, são os melhores já obtidos por um presidente da República.
falta de cumprimento de quase metade das promessas de campanha da
presidente Dilma Rousseff, feitas em 2010, vai se tornar um dos alvos da
oposição na campanha deste ano. O PT, no entanto, diz estar preparado
para o embate e alega que os resultados, revelados nesta quinta-feira pelo GLOBO, são os melhores já obtidos por um presidente da República.
— O problema é que
a memória do eleitor é muito curta. Ela vai reeditar as mesmas
promessas na campanha, vai dizer que foi a crise internacional que
atrapalhou, que foram as pessoas que jogaram contra, essa história da
carochinha. Nós temos uma equipe trabalhando essa questão das promessas
há muito tempo e o que vemos é que esse programa de governo serviu
apenas para a campanha e logo foi arquivado — critica o líder do DEM,
deputado Ronaldo Caiado (GO).
a memória do eleitor é muito curta. Ela vai reeditar as mesmas
promessas na campanha, vai dizer que foi a crise internacional que
atrapalhou, que foram as pessoas que jogaram contra, essa história da
carochinha. Nós temos uma equipe trabalhando essa questão das promessas
há muito tempo e o que vemos é que esse programa de governo serviu
apenas para a campanha e logo foi arquivado — critica o líder do DEM,
deputado Ronaldo Caiado (GO).
— Se são 46
promessas e mais da metade está concluída ou em vias de ser concluída é
algo nunca visto nos governos depois da redemocratização. Todas serão
cumpridas. A presidente Dilma é a que mais se preocupa em fazer
efetivamente acontecer. Nós temos é que comemorar, porque vamos chegar
ao fim de 2014 com sentimento de dever cumprido. Se levarem para a
campanha, é ótimo, nós temos o que mostrar, temos um legado incomparável
— defende. (De O GLOBO – Paulo Celso Pereira)
