Wellington Dias em campanha no interior: ações para proibir adversários de falar na apreensão dos R$ 180 mil
A Comissão de Propaganda Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) negou pedido da assessoria jurídica da coligação Vitória com a Força do Povo, para proibir a exibição de reportagens sobre a apreensão de R$ 180 mil com um assessor do senador Wellington Dias, candidato do PT ao governo do Estado. Os advogados argumentaram que a exibição das matérias caracteriza crimes de calúnia, injúria e difamação.
Os juízes Sebastião Firmino e Antonio Lopes negaram os pedidos. “(…) Entendo que a mera narração de fato ocorrido, qual seja, apreensão de dinheiro, bem como a informação de que o funcionário mencionado trabalha no gabinete do Senador Wellington Dias não ofende a sua honra, haja vista a citação do seu nome ser decorrente da afirmação do local de trabalho. Ante o exposto, julgo improcedente o pedido”, declarou Sebastião Firmino no despacho.
A assessoria jurídica de Wellington Dias representou pelo menos dez ações na Comissão de Propaganda Eleitoral reclamando de denúncias, calúnias, injúrias e difamações no programa eleitoral. Ele pede direito de resposta e indenização por danos morais. O senador queria tirar do ar a propaganda eleitoral que diz que foram apreendidos R$ 180 mil no banco traseiro do carro de José Martinho de Araújo, motorista lotado no gabinete dele no Senado Federal. Os pedidos foram negados pelos juízes eleitorais.
