Piauiense de Parnaíba, Ana Fonteles fez-se cantora no Ceará,onde chegou ainda na década de 70. Em 1979, uniu-se a Ednardo e companhia no Massafeira, movimento artístico-musical
que mudou os rumos da música cearense, revelando nacionalmente, além do próprio
Ednardo, o talento de cantores como Fausto Nilo, Fagner e Belchior, integrantes
do coletivo de artistas que ficou conhecido como O Pessoal do Ceará.
Ana participou ainda do primeiro produto cria do movimento musical, o histórico
LP “Massafeira Livre”, lançado no ano
seguinte. Sua reconhecida versatilidade musical a levou ainda a gravar
participações em discos tão heterogêneos quanto “Melhor que mato verde”, de Petrúcio Maia; “Brilho”, de Stélio do Valle;
“Liberato”, de Alano e Francis Valle; “Cria
do Mundo”, de Jabuti e “Geléia Gerou”,
coletânea de compositores e intérpretes nordestinos.
LP “Massafeira Livre”, lançado no ano
seguinte. Sua reconhecida versatilidade musical a levou ainda a gravar
participações em discos tão heterogêneos quanto “Melhor que mato verde”, de Petrúcio Maia; “Brilho”, de Stélio do Valle;
“Liberato”, de Alano e Francis Valle; “Cria
do Mundo”, de Jabuti e “Geléia Gerou”,
coletânea de compositores e intérpretes nordestinos.
“Ana Fonteles” registra o
ecletismo musical da cantora, passeando entre baiões, maxixes, tango e blues em
canções de, entre outros, Eugênio Leandro, Osvald Barroso, Amaro Pena, Fausto
Nilo e Geraldo Azevedo. O
primeiro disco solo, no entanto, só viria em 1990, de forma independente. O LP “Ana Fonteles” registra o ecletismo
musical da cantora, passeando entre baiões, maxixes, tango e blues em canções
de, entre outros, Eugênio Leandro, Osvald Barroso, Amaro Pena, Fausto Nilo e
Geraldo Azevedo.
ecletismo musical da cantora, passeando entre baiões, maxixes, tango e blues em
canções de, entre outros, Eugênio Leandro, Osvald Barroso, Amaro Pena, Fausto
Nilo e Geraldo Azevedo. O
primeiro disco solo, no entanto, só viria em 1990, de forma independente. O LP “Ana Fonteles” registra o ecletismo
musical da cantora, passeando entre baiões, maxixes, tango e blues em canções
de, entre outros, Eugênio Leandro, Osvald Barroso, Amaro Pena, Fausto Nilo e
Geraldo Azevedo.
O disco conta ainda com a participação de Sivuca, Gilson Peranzzetta, Maurício
Einhorn, Sebastião Tapajós e o grupo Boca Livre.
Einhorn, Sebastião Tapajós e o grupo Boca Livre.
Em 1995, cansada da falta de apoio aos artistas, Ana Fonteles mudou-se para
Nova York, onde passou a se dividir entre a música e o trabalho numa agência de
turismo. Lá, se apresentou em bares e locais frequentados pelos apreciadores de
música brasileira nos Estados Unidos.
Nova York, onde passou a se dividir entre a música e o trabalho numa agência de
turismo. Lá, se apresentou em bares e locais frequentados pelos apreciadores de
música brasileira nos Estados Unidos.
A vida no exterior não afastou a cantora do cenário musical cearense, onde se
apresentava sempre que vinha passar férias. Com a sua morte prematura aos 45
anos, vítima de câncer no pâncreas, Ana fonteles deixou de realizar um dos
projetos, a gravação de um CD em homenagem aos ritmos nordestinos difundidos
internacionalmente através da obra de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, que
redescobriu em suas andanças pelos Estados Unidos e Europa.
apresentava sempre que vinha passar férias. Com a sua morte prematura aos 45
anos, vítima de câncer no pâncreas, Ana fonteles deixou de realizar um dos
projetos, a gravação de um CD em homenagem aos ritmos nordestinos difundidos
internacionalmente através da obra de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, que
redescobriu em suas andanças pelos Estados Unidos e Europa.
“Ana foi uma grande intérprete. Um modelo de cantora para todos nós no início
da carreira”, lembra Ricardo Black.
da carreira”, lembra Ricardo Black.
A edição do 30º Salão Internacional do Humor,
realizando este ano pela primeira vez em Parnaíba, homenageou a cantora dando o
nome de Ana Fonteles ao palco destinado a MPB, montado na Praça de Eventos
Mandu Ladino. ( Com informações do Diário do Nordeste)
realizando este ano pela primeira vez em Parnaíba, homenageou a cantora dando o
nome de Ana Fonteles ao palco destinado a MPB, montado na Praça de Eventos
Mandu Ladino. ( Com informações do Diário do Nordeste)
