Wellington se sobressai nas negociações com políticos da oposição no Piauí
Em minoria na Assembleia Legislativa do Estado, a oposição ao governo de Wellington Dias (PT) tem encontrado dificuldades para apresentar um programa político alternativo ao defendido pelo grupo hoje no poder. Em parte, essa dificuldade seria resultado do processo de simbiose vivido pelo Executivo e o Legislativo no Piauí, em uma relação mutuamente vantajosa para os dois lados.
A análise é do professor doutor da Universidade Federal do Piauí e cientista político, Cleber de Deus. Em entrevista ele avalia que além de tamanho, falta convicção ideológica e identidade para a oposição no Piauí.
Quando os piauienses foram às urnas no dia 05 de outubro de 2014 uma nova Assembleia Legislativa foi composta. Dos 30 parlamentares estaduais, esses eleitores decidiram eleger apenas nove da base do governador Wellington Dias (PT). As demais vagas foram ocupadas por parlamentares que estiveram do lado oposto: a oposição.
A situação era ruim para Wellington, mas passados nove meses do início de administração, o governo petista deu uma virada e em nome da tão falada governabilidade detém hoje o apoio da maioria na Assembleia.
Com uma oposição reduzida, o governador não tem encontrado dificuldades para aprovar as matérias de interesse do Palácio de Karnak. Seguindo a lógica da dualidade entre oposição e situação, o governo enviaria as propostas à Casa e os aliados aprovariam. Mas na Assembleia do Piauí, a linha que separa os dois lados é tão tênue que fica difícil de saber quem não é governo e Wellington tem encontrado apoio dos dois lados.
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http://noticias.oolho.com.br/politica/noticia/quem-quer-ser-oposicao-ao-governo-de-wellington-dias
Em minoria na Assembleia Legislativa do Estado, a oposição ao governo de Wellington Dias (PT) tem encontrado dificuldades para apresentar um programa político alternativo ao defendido pelo grupo hoje no poder. Em parte, essa dificuldade seria resultado do processo de simbiose vivido pelo Executivo e o Legislativo no Piauí, em uma relação mutuamente vantajosa para os dois lados.
A análise é do professor doutor da Universidade Federal do Piauí e cientista político, Cleber de Deus. Em entrevista ele avalia que além de tamanho, falta convicção ideológica e identidade para a oposição no Piauí.
Quando os piauienses foram às urnas no dia 05 de outubro de 2014 uma nova Assembleia Legislativa foi composta. Dos 30 parlamentares estaduais, esses eleitores decidiram eleger apenas nove da base do governador Wellington Dias (PT). As demais vagas foram ocupadas por parlamentares que estiveram do lado oposto: a oposição.
A situação era ruim para Wellington, mas passados nove meses do início de administração, o governo petista deu uma virada e em nome da tão falada governabilidade detém hoje o apoio da maioria na Assembleia.
Com uma oposição reduzida, o governador não tem encontrado dificuldades para aprovar as matérias de interesse do Palácio de Karnak. Seguindo a lógica da dualidade entre oposição e situação, o governo enviaria as propostas à Casa e os aliados aprovariam. Mas na Assembleia do Piauí, a linha que separa os dois lados é tão tênue que fica difícil de saber quem não é governo e Wellington tem encontrado apoio dos dois lados.
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