O professor universitário Renato Santos, autor do Livro “ZPEs (Zonas
de Processamento de Exportação) de Shannon a Parnahyba”, lamentou neste
sábado (9) o atraso na implantação da ZPE de Parnaíba, em entrevista ao a24horas.com. Segundo
Renato, o projeto está avaliado em mais de 13 milhões de reais e em
cinco anos só foram aplicados R$ 1,8 milhão no que o governo chama de
primeira etapa, correspondente a apenas 13% do previsto. “É
pouquíssimo”, disse sobre o valor investido até agora. “Se aplicaram R$
1,8 milhão em cinco anos, quantos anos levarão para aplicar os outros 12
milhões?”, perguntou. O governo do Estado agendou para o dia 28 deste
mês a inauguração chamada primeira etapa da obra.
de Processamento de Exportação) de Shannon a Parnahyba”, lamentou neste
sábado (9) o atraso na implantação da ZPE de Parnaíba, em entrevista ao a24horas.com. Segundo
Renato, o projeto está avaliado em mais de 13 milhões de reais e em
cinco anos só foram aplicados R$ 1,8 milhão no que o governo chama de
primeira etapa, correspondente a apenas 13% do previsto. “É
pouquíssimo”, disse sobre o valor investido até agora. “Se aplicaram R$
1,8 milhão em cinco anos, quantos anos levarão para aplicar os outros 12
milhões?”, perguntou. O governo do Estado agendou para o dia 28 deste
mês a inauguração chamada primeira etapa da obra.
Mestre em Gestão de Empresas pelo Instituto Universitário de Lisboa
(IUL) em parceria com a FGV Rio de Janeiro e uma das pessoas que
elaboraram o perfil da ZPE de Parnaíba, na retomada do processo de
implantação, Renato Santos considera que o governo do Estado precisa
recuperar o tempo perdido, agindo com celeridade para evitar que a zona
de exportação se arraste indefinidamente, prejudicando ainda mais a
economia de Parnaíba e da região.
(IUL) em parceria com a FGV Rio de Janeiro e uma das pessoas que
elaboraram o perfil da ZPE de Parnaíba, na retomada do processo de
implantação, Renato Santos considera que o governo do Estado precisa
recuperar o tempo perdido, agindo com celeridade para evitar que a zona
de exportação se arraste indefinidamente, prejudicando ainda mais a
economia de Parnaíba e da região.
O que já tem na ZPE de Parnaíba: pouca coisa
Para demonstrar o quanto o governo está atrasado na implantação da
ZPE, ele disse ter informações de que pouca coisa foi feita. “Só foi
feita a cerca, o prédio da administradora, a terraplanagem e
calçamentos”.
ZPE, ele disse ter informações de que pouca coisa foi feita. “Só foi
feita a cerca, o prédio da administradora, a terraplanagem e
calçamentos”.
O que falta na ZPE: quase tudo
Sobre o que ainda precisa ser feito o professor e escritor foi
taxativo: “Falta quase tudo”. Esta maior parte do investimento, segundo
explicou, é a parte principal da infraestrurura sem a qual nenhuma
empresa poderá se instalar dentro do terreno da ZPE. Entre os intens
fundamentais que faltam ele citou eletricidade, água, esgoto industrial,
esgoto sanitário, telecomunicação, segurança eletrônica, pavimentação
de vias internas, galpões industriais, prédio da alfândega,
infraestrutura em equipamentos (escâner, prevenção e combate a incêndio,
carga e descarga, entre outros itens).
taxativo: “Falta quase tudo”. Esta maior parte do investimento, segundo
explicou, é a parte principal da infraestrurura sem a qual nenhuma
empresa poderá se instalar dentro do terreno da ZPE. Entre os intens
fundamentais que faltam ele citou eletricidade, água, esgoto industrial,
esgoto sanitário, telecomunicação, segurança eletrônica, pavimentação
de vias internas, galpões industriais, prédio da alfândega,
infraestrutura em equipamentos (escâner, prevenção e combate a incêndio,
carga e descarga, entre outros itens).
O escritor fez uma comparação entre a ZPE de Parnaíba e outras do
Brasil. Segundo ele, enquanto a maioria das ZPEs ainda estão buscando
investidores, a ZPE de Parnaíba tem investidores com projetos aprovado,
mas não podem começar a construir suas instalações porque o governo
ainda está patinando no começo das obras.
Brasil. Segundo ele, enquanto a maioria das ZPEs ainda estão buscando
investidores, a ZPE de Parnaíba tem investidores com projetos aprovado,
mas não podem começar a construir suas instalações porque o governo
ainda está patinando no começo das obras.
Livro sobre ZPEs
O livro “ZPEs (Zonas de Processamento de Exportação) de Shannon a
Parnahyba” trata do tema de forma abrangente, mas dedica um capítulo à
ZPE de Parnaíba, lembrando como se deu a retomada do projeto e as ações
da Prefeitura, logo no início, e depois pelo governo do Estado.
Parnahyba” trata do tema de forma abrangente, mas dedica um capítulo à
ZPE de Parnaíba, lembrando como se deu a retomada do projeto e as ações
da Prefeitura, logo no início, e depois pelo governo do Estado.
Continua acreditando na ZPE
O professor mestre e escritor disse, entretanto, que continua
defendendo e acreditando no projeto da ZPE. “Continuo acreditando porque
as coisas vão mudar. Esse tipo de coisa não se perpetua. Esta cidade
ainda tem muitos homens e mulheres de valor e eu acredito muito na
juventude”, ponderou.
defendendo e acreditando no projeto da ZPE. “Continuo acreditando porque
as coisas vão mudar. Esse tipo de coisa não se perpetua. Esta cidade
ainda tem muitos homens e mulheres de valor e eu acredito muito na
juventude”, ponderou.
Renato Santos, hoje aposentado, ressaltou que escreveu o livro e
continua lutando pela ZPE sem almejar qualquer tipo de cargo ou função.
“Eu não sou candidato a coisa nenhuma e nem quero cargo em ZPE”,
afirmou. Na opinião dele, a ZPE é viável e será m dos grandes indutores
do desenvolvimento de Parnaíba.
continua lutando pela ZPE sem almejar qualquer tipo de cargo ou função.
“Eu não sou candidato a coisa nenhuma e nem quero cargo em ZPE”,
afirmou. Na opinião dele, a ZPE é viável e será m dos grandes indutores
do desenvolvimento de Parnaíba.
(F. Carvalho, do www.a24horas.com)
