da cidade, a empresa Água e Esgotos do Piauí S/A – AGESPISA, voltará a
cobrar a taxa de esgotamento sanitário de seus usuários, “até mesmo de
imóveis que não estejam interligados a esses serviços”, diz a nota que
está sendo publicada. Com isso, a população vive a expectativa com
relação aos valores, considerados exorbitantes pelo que foi cobrado de
junho a setembro do ano passado;
esgoto nos talões da Agespisa, em cumprimento ao acordo celebrado no mês
de outubro
entre a empresa e o Procon Municipal de Parnaíba. A isenção foi motivada
pelo fato do esgotamento estar ainda em período de implantação e ajustes
na cidade, impossibilitando o seu funcionamento pleno.
O secretário
executivo do Procon Municipal, advogado Miguel Bezerra Neto, disse naquela ocasião que a
suspensão da taxa por este período era uma vitória da população em face
do esforço do Procon.
Além da suspensão temporária da taxa, Miguel Bezerra disse que foi
ainda conseguida a garantia da Agespisa de isentar, em qualquer época,
as famílias de baixa renda da taxa de interligações da rede de esgoto
com as residências. “As famílias comprovadamente pobres não terão mais
que pagar a taxa de ligação de esgoto”, resumiu;
Por outro lado, o vereador Reinaldo Filho (PP) disse estar se articulando para apresentar na
Câmara Municipal de Parnaíba, em breve, um Projeto de Lei
de Iniciativa Popular, com o objetivo de fixar valores menores a serem
cobrados pela AGESPISA, relativos à
taxa do esgotamento sanitário. A taxa vinha sendo cobrada dos consumidores parnaibanos, à base de 50 e até
80% sobre os valores das contas de água. A cobrança foi suspensa por 3 meses, graças à intervenção do Procon Municipal
