Por:Zózimo Tavares
O
governador Wilson Martins já decidiu: ele ficará no governo até o final
do seu mandato. A decisão foi comunicada no domingo, no Recife, ao
presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos, virtual candidato
do partido à presidência da República nas eleições do próximo ano.
governador Wilson Martins já decidiu: ele ficará no governo até o final
do seu mandato. A decisão foi comunicada no domingo, no Recife, ao
presidente nacional do PSB, governador Eduardo Campos, virtual candidato
do partido à presidência da República nas eleições do próximo ano.
É
provável que o governador já tenha comunicado a sua decisão também ao
vice-governador Zé Filho. Se ainda não o fez, certamente o fará dentro
de pouco tempo. Com isso, ele antecipa em quatro meses uma decisão que
deveria ser anunciada em abril do próximo ano, no prazo final para a
desincompatibilização.
provável que o governador já tenha comunicado a sua decisão também ao
vice-governador Zé Filho. Se ainda não o fez, certamente o fará dentro
de pouco tempo. Com isso, ele antecipa em quatro meses uma decisão que
deveria ser anunciada em abril do próximo ano, no prazo final para a
desincompatibilização.
Wilson Martins chegou à decisão depois
de avaliar o cenário político nacional e o quadro político estadual e
fazer projeções para 2014. Ele concluiu que a candidatura presidencial
do governador Eduardo Campos é competitiva e precisa ser bem apoiada no
Nordeste, especialmente pelo seu partido.
de avaliar o cenário político nacional e o quadro político estadual e
fazer projeções para 2014. Ele concluiu que a candidatura presidencial
do governador Eduardo Campos é competitiva e precisa ser bem apoiada no
Nordeste, especialmente pelo seu partido.
Wilson antecipou a
sua decisão também em função do lançamento precoce da candidatura do
senador Wellington Dias ao Governo do Estado, pela oposição. Isso apesar
de ele ter feito reiterados apelos para que a sucessão fosse adiada
para o momento oportuno, ou seja, 2014. Mesmo aliado, o PT fez ouvido de
mercador e saiu pelo interior em caravana propagando a candidatura de
Wellington.
sua decisão também em função do lançamento precoce da candidatura do
senador Wellington Dias ao Governo do Estado, pela oposição. Isso apesar
de ele ter feito reiterados apelos para que a sucessão fosse adiada
para o momento oportuno, ou seja, 2014. Mesmo aliado, o PT fez ouvido de
mercador e saiu pelo interior em caravana propagando a candidatura de
Wellington.
Não bastasse, o senador também cuidou de montar
uma chapa com dois adversários do governador. A candidatura de vice
seria indicada pelo senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP e
que acabara de romper com o governador. Já a de senador foi destinada a
João Vicente Claudino, candidato à reeleição.
uma chapa com dois adversários do governador. A candidatura de vice
seria indicada pelo senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP e
que acabara de romper com o governador. Já a de senador foi destinada a
João Vicente Claudino, candidato à reeleição.
Sobrou para o
governador o direito de espernear. É o que ele começa a fazer agora.
Primeiro, demitindo de sua equipe os secretários que não leem na sua
cartilha política. Depois, decidindo ficar no governo para assumir o
comando da sucessão. Nesse caso, ele montará uma chapa que vai procurar
contemplar os aliados e atrair ex-adversários.
governador o direito de espernear. É o que ele começa a fazer agora.
Primeiro, demitindo de sua equipe os secretários que não leem na sua
cartilha política. Depois, decidindo ficar no governo para assumir o
comando da sucessão. Nesse caso, ele montará uma chapa que vai procurar
contemplar os aliados e atrair ex-adversários.
Sua determinação hoje é a de mostrar à oposição que o Piauí tem governo.
