Ex-governador Chagas Rodrigues
Elites
políticas I
políticas I
Em comentário publicado na imprensa estadual no
início da semana passada, o jornalista piauiense Zózimo Tavares afirma que a exclusão
de Zé Filho da chapa majoritária na sucessão de Wilson Martins em outubro
próximo é apenas mais um ato de preconceito das elites políticas do Piauí
contra os parnaibanos. E relembra que todas as vezes que um conterrâneo do
vice-governador chegou ao governo do Estado foi por mero acidente de percurso.
E relembra os fatos que levaram Chagas Rodrigues, Alberto Silva e Mão Santa ao
Poder:
início da semana passada, o jornalista piauiense Zózimo Tavares afirma que a exclusão
de Zé Filho da chapa majoritária na sucessão de Wilson Martins em outubro
próximo é apenas mais um ato de preconceito das elites políticas do Piauí
contra os parnaibanos. E relembra que todas as vezes que um conterrâneo do
vice-governador chegou ao governo do Estado foi por mero acidente de percurso.
E relembra os fatos que levaram Chagas Rodrigues, Alberto Silva e Mão Santa ao
Poder:
Ex-governador Alberto Silva
Elites
Políticas II
Políticas II
“Nas
eleições de 1958, Chagas Rodrigues tornou-se governador por um acidente,
literalmente. Ele era deputado federal pelo PTB e concorria à reeleição. O
candidato das oposições, Demerval Lobão, morreu num trágico desastre de carro
30 dias antes da eleição. Chagas, filho de tradicional família parnaibana, foi
lançado na última hora e venceu o pleito; Outro parnaibano azarão foi Alberto
Silva, que no início dos anos 1970 caiu no governo de paraquedas. Nomeado pelos
quartéis, bagunçou o coreto dos políticos piauienses. Fez um governo
revolucionário, com obras espalhadas por todo o Estado. Embalado no prestígio
do primeiro governo, voltou ao Karnak, em 1986, pelo voto popular. Elegeu-se
senador em 1998”.
eleições de 1958, Chagas Rodrigues tornou-se governador por um acidente,
literalmente. Ele era deputado federal pelo PTB e concorria à reeleição. O
candidato das oposições, Demerval Lobão, morreu num trágico desastre de carro
30 dias antes da eleição. Chagas, filho de tradicional família parnaibana, foi
lançado na última hora e venceu o pleito; Outro parnaibano azarão foi Alberto
Silva, que no início dos anos 1970 caiu no governo de paraquedas. Nomeado pelos
quartéis, bagunçou o coreto dos políticos piauienses. Fez um governo
revolucionário, com obras espalhadas por todo o Estado. Embalado no prestígio
do primeiro governo, voltou ao Karnak, em 1986, pelo voto popular. Elegeu-se
senador em 1998”.
Ex-governador Mão Santa
Elites Políticas III
E prossegue Zózimo Tavares em seus comentários: “o
maior azarão de todos foi Mão Santa, ex-prefeito de Parnaíba. Tudo o que ele
queria era ser candidato a vice-governador, em 1994. Seu partido não lhe deu a
vaga. Ele mudou-se para outra sigla, o PMDB, fez uma campanha messiânica como
nunca se viu no Piauí e ganhou o governo. Reelegeu-se. Foi cassado e elegeu-se
para o Senado. Quem
sabe esteja aí uma explicação mais convincente para a tentativa de degola
antecipada do vice-governador Zé Filho da sucessão de 2014”.
maior azarão de todos foi Mão Santa, ex-prefeito de Parnaíba. Tudo o que ele
queria era ser candidato a vice-governador, em 1994. Seu partido não lhe deu a
vaga. Ele mudou-se para outra sigla, o PMDB, fez uma campanha messiânica como
nunca se viu no Piauí e ganhou o governo. Reelegeu-se. Foi cassado e elegeu-se
para o Senado. Quem
sabe esteja aí uma explicação mais convincente para a tentativa de degola
antecipada do vice-governador Zé Filho da sucessão de 2014”.
Próximo governador(se deixarem) Zé Filho
A
história
história
Antes dos opositores de Zé Filho avaliarem os fatos,
torcendo contra a ascensão dele ao Poder, colocando questões pessoais em primeiro lugar, seria importante o conhecimento da
história para saberem que, no fundo, há um misto de inveja e preconceito mesmo
de alguns teresinenses com relação a Parnaíba. Basta dizer que já quiseram até
dizer que a porta de entrada para o Delta do Parnaíba estava na capital, onde
deveriam ser feitos investimentos turísticos, ao invés do Porto dos Tatus.
Enquanto o parnaibano não trabalhar unido, vão continuar querendo levar daqui
as coisas que nos chegam por vias naturais, como é o caso das nossas praias e
lagoas. Qual o teresinense que não deseja ser bafejado pela brisa ameno que nos
chega do Oceano Atlântico?
torcendo contra a ascensão dele ao Poder, colocando questões pessoais em primeiro lugar, seria importante o conhecimento da
história para saberem que, no fundo, há um misto de inveja e preconceito mesmo
de alguns teresinenses com relação a Parnaíba. Basta dizer que já quiseram até
dizer que a porta de entrada para o Delta do Parnaíba estava na capital, onde
deveriam ser feitos investimentos turísticos, ao invés do Porto dos Tatus.
Enquanto o parnaibano não trabalhar unido, vão continuar querendo levar daqui
as coisas que nos chegam por vias naturais, como é o caso das nossas praias e
lagoas. Qual o teresinense que não deseja ser bafejado pela brisa ameno que nos
chega do Oceano Atlântico?



