O
presidente regional do PSC, ex-senador Mão Santa, tem pelo menos dois fortes
motivos pessoais para articular sua candidatura ao Governo do Estado, nas
próximas eleições, pela oposição. O primeiro é que ele foi escanteado pelo
sobrinho, o vice-governador Zé Filho (PMDB), que assume o governo no dia 4 de
abril.
presidente regional do PSC, ex-senador Mão Santa, tem pelo menos dois fortes
motivos pessoais para articular sua candidatura ao Governo do Estado, nas
próximas eleições, pela oposição. O primeiro é que ele foi escanteado pelo
sobrinho, o vice-governador Zé Filho (PMDB), que assume o governo no dia 4 de
abril.
Mão
Santa estava em campanha para concorrer à Câmara Federal e esperava contar com
o apoio do sobrinho-governador. Eis, porém, que Zé Filho, nas tratativas para
desistir de sua candidatura ao governo, jogou na mesa o nome do médico Paulo
Márcio Nunes como seu candidato a deputado federal, na vaga do deputado Marcelo
Castro.
Santa estava em campanha para concorrer à Câmara Federal e esperava contar com
o apoio do sobrinho-governador. Eis, porém, que Zé Filho, nas tratativas para
desistir de sua candidatura ao governo, jogou na mesa o nome do médico Paulo
Márcio Nunes como seu candidato a deputado federal, na vaga do deputado Marcelo
Castro.
Diante
disso, o ex-senador não se sente na obrigação de apoiar o futuro governo,
embora não tenha a mínima disposição também de ser hostil a Zé Filho. Mão Santa
avalia que há espaço para ele se lançar como terceira via. Pelas suas contas, o
número de eleitores indecisos é muito grande e maior ainda o dos que rejeitam
as duas candidaturas já postas ao governo.
disso, o ex-senador não se sente na obrigação de apoiar o futuro governo,
embora não tenha a mínima disposição também de ser hostil a Zé Filho. Mão Santa
avalia que há espaço para ele se lançar como terceira via. Pelas suas contas, o
número de eleitores indecisos é muito grande e maior ainda o dos que rejeitam
as duas candidaturas já postas ao governo.
A
outra razão que motiva a candidatura do ex-senador é sua vontade de fazer um
acerto de contas com o deputado federal Marcelo Castro, pré-candidato do PMDB.
Na sucessão de 2006, quando Mão Santa ainda era filiado ao PMDB, Marcelo
comandou com o ex-ministro João Henrique a dissidência do partido que apoiou a
reeleição do governador Wellington Dias, em prejuízo da candidatura
própria.
outra razão que motiva a candidatura do ex-senador é sua vontade de fazer um
acerto de contas com o deputado federal Marcelo Castro, pré-candidato do PMDB.
Na sucessão de 2006, quando Mão Santa ainda era filiado ao PMDB, Marcelo
comandou com o ex-ministro João Henrique a dissidência do partido que apoiou a
reeleição do governador Wellington Dias, em prejuízo da candidatura
própria.
O
ex-senador era o candidato do PMDB e nunca perdoou Marcelo Castro. Em 1995,
quando assumiu o seu primeiro mandato de governador, Marcelo estava fora da
política. Mão Santa o resgatou para a vida pública dando-lhe a presidência do
Iapep. Em 1998, ele seria deputado federal, renovando seu mandato nas eleições
seguintes.
ex-senador era o candidato do PMDB e nunca perdoou Marcelo Castro. Em 1995,
quando assumiu o seu primeiro mandato de governador, Marcelo estava fora da
política. Mão Santa o resgatou para a vida pública dando-lhe a presidência do
Iapep. Em 1998, ele seria deputado federal, renovando seu mandato nas eleições
seguintes.
A
ser real essa intolerância de Mão Santa a Marcelo Castro, o ex-senador está cobrando
uma conta muito alta do pré-candidato peemedebista. Nas eleições de 2010,
quando o senador perdeu a eleição para voltar ao Senado, seu sobrinho Zé Filho
estava era no palanque do bloco que ajudou a derrotá-lo. Nele, elegeu-se
vice-governador.
ser real essa intolerância de Mão Santa a Marcelo Castro, o ex-senador está cobrando
uma conta muito alta do pré-candidato peemedebista. Nas eleições de 2010,
quando o senador perdeu a eleição para voltar ao Senado, seu sobrinho Zé Filho
estava era no palanque do bloco que ajudou a derrotá-lo. Nele, elegeu-se
vice-governador.
EDIÇÃO:BERNARDO SILVA
