Mania do alheio
O político é mesmo patrimonialista. Onde e quando puder se aproveita do que é público e do que é dos outros. É mão na roda.
Olha só Rafael e a sua geringonça que diz que aproxima o Piauí do mundo, o portal: ele foi lançar no quintal ou nos fundos da pousada de propriedade de sua família, lá no litoral. Precisava? Claro, ele acha que tem visibilidade nos negócios.
Não é mais o novo
Os jornalistas da coluna não cansam de alertar: dessa vez, na disputa da reeleição, Rafael ficou conhecido da população. Que sabe mais dos seus malfeitos que das coisas boas que fez e do que deixou de fazer.
E o que chama a atenção, contra ele, é exatamente a formação de uma corriola que o cerca e que só se aproveita da gestão.
A máquina voadora
Como nesse último empreendimento (se é que se chama aquilo de empreendimento), a máquina do tempo, ou “máquina voadora”, Rafael saiu-se mal. Gastou milhões num negócio que o povo tem até medo de encostar pensando que vai atravessar para o outro mundo, vivo. Um horror. Mais uma falha na comunicação.
Comunicação de segunda linha
Enquanto isso, o homem da comunicação estava fazendo a comunicação dele próprio. (Portalaz)