Author: Bernardo Silva
Agentes ganhavam R$ 600 por semana para inserir celulares e drogas em presídio de Parnaíba
Racionamento: Governo admite rodízio e pode dar bônus para quem consumir menos água
SEM CORTAR O PONTO DE QUEM NÃO TRABALHA HOJE
Ponto facultativo
Não há decreto, mas no governo do Estado quem não for trabalhar hoje, em razão de greve geral contra Temer e suas reformas, não terá o ponto cortado. A mesma liberalidade não vai ocorrer na Prefeitura de Teresina.
Esqueceram o favorzão que Temer acaba de fazer ao governo, liberando aqueles milhões de patacas.
Será hoje, até o meio-dia, a greve geral convocada pelas centrais sindicais, os sindicatos e os partidos de oposição, contra a reforma trabalhista e pela queda do governo Temer.
Como os rodoviários aderiram, o sucesso do movimento é garantido, já que os trabalhadores ficam sem transporte para chegar ao emprego.
Apresentado o projeto do novo hospital de Parnaíba
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| Projeto do novo prédio hospitalar de Parnaíba. |
Atualmente, o Hospital realiza atendimentos em várias especialidades médicas, como ortopedia, neurocirurgia, obstetrícia e neonatologia. Em média, são realizados 22 mil atendimentos na urgência e emergência, com pico de até 27 mil.
TURNÊ AS MALDITAS – PARNAÍBA
Após a estreia em Teresina o espetáculo “As Malditas” segue turnê para as cidades de bom Jesus, Oeiras, José de Freitas, Pedro II e Parnaíba. As apresentações acontecem neste sábado (01/07) em Bom Jesus, a partir das 20 horas no Espaço de Cultura Joaquim Carlota, em Oeiras (08/07) no Cine Teatro, em José de Freitas (13/07) no Barítono Raimundo Pereira, em Pedro II (14/07) no Memorial Tertuliano Brandão Filho e em Parnaíba (15/07) no Espaço Balaio. Entrada Franca.
“Duas irmãs com nome de flores e almas de espinhos”. Já por esta frase se começa a definir por onde anda o enredo das duas mulheres que dividem casa, intrigas e alfinetadas necessárias à própria sobrevivência incontrolável.
Um conturbado relacionamento das irmãs Rosa e Margarida, que ao complexo de “Malditas” aguçam uma rede de intrigas dadas ao cotidiano de uma (in)feliz convivência. Por sete anos dividem um toma lá, dá cá, para “devoção familiar” de parentas que não se suportam.
A montagem reconta a última noite que passaram juntas, se amaldiçoando por tudo que fizeram, ou deixaram de fazer uma à outra. A peça já recebeu diversas montagens Brasil afora e sempre com uma boa recepção, pelo teor cáustico cômico.
O texto original tragicômico é do paraibano Saulo Queiroz. Ele, de uma geração de autores/as dramaturgos/as que compõem o nicho literário dramático nordestino, no cenário da Paraíba. A história foi escrita em 1997.
O autor criou uma trama, de irmãs antagônicas que devem favores uma à outra e que geram uma “guerra” intra-paredes, em acelerado processo de armar o destino que defina que vai sobreviver às delicadas doses de “veneno” que preparam para a sorte dos próprios futuros.
Margarida é analfabeta, viúva, pobre e desenvolve um fanatismo religioso. Rosa é deficiente física, professora universitária aposentada e apreciadora de música erudita. Seus ouvidos afinados ao clássico a faz sentir-se “melhor” que o mundo, da irmã de pouca cultura. Elas vivem, a contragosto, uma difícil relação de dependência mútua. E não alimentam bons sentimentos acerca da vida familiar e da existência.
Uma coisa em comum? O mesmo sangue e o mesmo ódio. Um ódio surgido na infância que atravessou a adolescência e encontrou maior vigor em plena meia idade. Ironicamente o destino lhes pregou uma peça, são obrigadas a viverem sob o mesmo teto. Essa vida que as reúne e impõe dependência mútua é também a que jamais podem propiciar uma trégua, de verdade, dentro das tramas de fingimento e de falsas atenções familiares.
Uma, financeira e profissionalmente, bem sucedida, mas paralítica amarga. Outra, “sozinha” no mundo, mas jamais ambicionou um espaço maior que a própria cozinha. E, numa situação de quase abandono, se sujeita ao conforto e bondade da irmã paraplégica. Dividem um velho casarão e, dessa forma, terminam seus dias fazendo às vezes, ou quase sempre, uma companhia infernal uma à outra.
Atuam no espetáculo tragicômico, os atores Carlos Anchieta e Franklin Pires. Juntos pela primeira, Anchieta e Pires, têm experimentado o doce sabor da vitória na cena e dos “desvios” encontrados à construção da personagem que trazem, à cena, com gosto de crimes delicados.
A produção executiva do espetáculo é de Carlos Anchieta & Bid Lima; cenografia de Bid Lima e Manu Andrade; figurinos de Bid Lima; caracterização e maquiagem de Danilo França; sonoplastia de Márcio Brytho e luz de Pablo Erickson.
A peça conta com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura.
“O espetáculo vem com um texto muito rico, que passeia pelo drama, mas vem com umas pitadas de comédia. Esperamos que o público goste”, diz o ator Carlos Anchieta.
Serviço:
“As MalDitas”
ESPAÇO BALAIO
15/07 – SÁBADO
ENTRADA FRANCA
ÁS 20:00 HORAS
CENSURA – 14 ANOS
INFORMAÇÕES: 86.9406 8310
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Cosmopolítica Viva: “O caminho imediato para o Piauí é tirar o PT”, diz Mão Santa
Fonte: Ilana Alencar
Publicado por: Ilana Alencar
Grupos culturais do Maranhão também presentes na 28ª noite do Festival de Folguedos São João da Parnaíba








2º – Quadrilha Junina infantil Fogo de Palha
3º – Quadrilha Junina infantil Anarriê
4º – Quadrilha Junina Paixão Nordestina (Fortaleza-CE)
5º -Quadrilha Junina Asa Branca do Agreste
6º – Quadrilha Junina Companhia da Matuta (Luís Correia-PI)
7º – Quadrilha Junina Flor do Campo (Capitão de Campos)
8º – Quadrilha Junina Luar do São João (Teresina-PI)
(Sup. de Comunicação -PMP)
18 MESES E NADA: Pra onde vão os R$ 16 milhões dos 100 municípios do Piauí
O Piauí endividado: É pra comemorar!
O deputado Heráclito Fortes (PSB) comemorou da Tribuna da Câmara, a assinatura da proposta de empréstimo de 600 milhões de reais, firmados entre o governo do Estado e a Caixa Econômica Federal.
Heráclito também pediu que o Presidente da Caixa Econômica envie à Câmara as garantias dadas ao empréstimo, bem como as informações sobre a destinação dos recursos.
O Piauí não é para amadores. Por aqui, até a oposição comemora quando o Estado se endivida.
Alfinetada
Heráclito Fortes também não perdeu a oportunidade de lembrar que em outra ocasião, o governador Wellington Dias quando estava na Oposição, em 2014, vetou um empréstimo do Banco do Brasil para o então governador Zé Filho, que substituiu o governador Wilson Martins.
“Isso é para mostrar que o mundo dá voltas. Se agora ele está sendo tratado dessa maneira, é porque tem um Governo sério e republicano”, disse.
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Uma série de eventos e inaugurações estão programados para encerrar o mês de junho, coincidindo também com o encerramento do maior festival junino da cidade (São João da Parnaíba), em todos os tempos, e a abertura da Programação de Férias para o mês de julho.
PARTICIPE DO “ARRAIÁ” DA ESCOLA ROLAND JACOB
Todos convidados pra o maior Arraial do São João da Parnaíba na Escola Roland Jacob .
Venha conferir!
E o Roland vai rolar!



















