
Merenda escolar de qualidade é destaque nas escolas da rede municipal de ensino


Tem um adágio popular que diz: “em terra de cego quem tem um olho é Rei”. Claro, quem faz oposição séria no Piauí? O governador segue livre, solto e fagueiro rumo à sua terceira reeleição e quarto mandato. A grande verdade é que o Piauí não tem lideranças de peso na oposição. E o mais grave, os poucos que têm, são neófitos, não têm propostas de desenvolvimento e muito menos de geração de emprego.
Uma leitura cabível para a eleição de 2018: não existe candidato imbatível nem adversário fraco. O conselho tanto serve para a oposição, que se anima em buscar um nome que possa representá-la, quanto para o governo, cujo nome para a disputa, Wellington Dias (PT) tem até metade das intenções de voto em diversas sondagens feitas até aqui. Ocorre é que metade não é maioria, senão uma vantagem ampla que o tempo é capaz de erodir. Neste sentido, cabe lembrar ao governador e seus aliados que há pelo menos um terço dos eleitores que não votam no governo pelo simples fato de ele ser governo. Então, a oposição tem um espaço bastante confortável também para suas manobras no rumo de virar o governo e converte-se em governo. Neste cenário em que o governo tem metade ou pouco menos que isso das intenções de voto há um ano e três meses das eleições, há que se considerar que pelo menos um quarto dos eleitores não está nem com o governo nem com a oposição. São esses eleitores que mais contam e possivelmente os que mais observam os erros e acertos do governo e dos seus opositores. Assim sendo, uma boa medida para se olhar os cenários de 2018 é estar atento ao que pensam eleitores mais independentes – que estão em toda parte e costumam ser bastante certeiros em apontar tendências e rumos. Quem estiver desatento corre o risco só se dar conta do que aconteceu quando voltar do coma em que caiu atropelado pelos fatos.
Nem vem
O ex-senador João Vicente Claudino (sem partido) já avisou que não quer conversa com Wellington Dias. Vai ficar na oposição ao governador e possivelmente se apresentará aos eleitores para pedir que eles tirem o emprego do ex-aliado.
Oposição
JVC está sendo cortejado pelo PTB para um retorno à agremiação. Neste caso, antes de desempregar Wellington Dias, o ex-senador vai tirar a boquinha de dois deputados do partido: Janaína Marques, que está na Secretaria de Infraestrutura, e Nerinho, secretário do Desenvolvimento Econômico.(Portalaz)








