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| Atletas usaram barbante de nylon para fechar buracos da quadra e impedir que a bola caia na avenida e cause acidentes |
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| Arnaldo teve o apoio de outros atletas para consertar a rede da quadra |

Por Luzia Paula
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| Atletas usaram barbante de nylon para fechar buracos da quadra e impedir que a bola caia na avenida e cause acidentes |
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| Arnaldo teve o apoio de outros atletas para consertar a rede da quadra |

Por Luzia Paula
Este Capão Redondo era e é a materialização do inferno dentro da capital paulista quando se fala em violência. Até a policia se cagava de medo de entrar lá. Ali moram trabalhadores que todos os dias tomam bem cedinho o transporte pra mais um dia de trabalho no centro e em outras regiões. Ali estão donas de casa, estudantes, donos de mercearias, supermercados, padarias e açougues. Ali estão oficinas de conserto de automóveis, lojas de tecidos, clubes de dança, academias de ginástica, depósitos de carros velhos. Mas também as bocas de fumo e muita violência.
Violência que nunca deixou de existir e pelo visto tem crescido mais do que o mosquito da dengue aqui Parnaíba. No Capão Redondo ocorriam e ocorrem crimes de toda ordem. Desde gente que gosta de pegar no alheio a matadores de aluguel, assaltantes de bancos e de postos de gasolina, arrombadores de supermercadinhos, bancas de frutas e de jornais. Gangues com mestrado e doutorado em tomar tênis e aparelhos celulares.
Mas toda essa zuada e esse rodeio todo que fiz até agora foi pra me livrar das balas perdidas e chegar ao Piauí, que na semana passada, segundo dados do X Anuário Brasileiro de Segurança Pública, de 2014 para 2015 houve uma redução de quase 10% do número de mortes. As autoridades de segurança estufaram o peito e cacarejaram com esse feito afirmando que o Piauí aparece na quarta colocação entre os estados mais seguros do Brasil. Um verdadeiro oásis onde corre muito leite de cabra e mel de abelha, bom pra tomar com cachaça!
Fábio Abreu, deputado federal e atual secretário de Segurança, disse na ocasião que os resultados se devem a um planejamento da atual gestão em combater os crimes naquelas regiões com maior incidência. Até aí ele está dentro do razoável. O que não está certo é de se achar que o Piauí, mais precisamente sua capital Teresina, fica imune a toda sorte de influências de crimes tendo como vizinhas regiões com histórico de violência como Timon, no outro lado do Maranhão, por exemplo.
O que não está certo é se imaginar que certos tipos de crimes são previsíveis. Muitas vezes ocorrem com pessoas em estado de descontrole emocional instantâneo. Quando a policia chega já tem ocorrido. Aqui na Parnaíba já temos regiões altamente perigosas para a segurança da população. Bairros como João XXIII, São Vicente de Paulo, Itapecerica, Mendonça Clark. Esse Mendonça Clark tem é uma fortaleza do crime organizado e de tudo que não presta, chamada de Carandiru. Por aí a gente tira! Pelo que dá pra perceber e as autoridades de segurança não imaginam é que não adianta achar que nós no Piauí estamos seguros. Mas até onde vai essa segurança e essa paz social se estamos cercados de regiões violentas? Os bichos estão comendo a gente é vivo, seu moço! Não adianta estar dentro de uma casa com todos os serviços e equipamentos de segurança e ter como vizinhos bandidos de toda variedade. Grande coisa!
(*)Pádua Marques é jornalista e escritor
No evento, os congressistas poderão participar de palestras, minicursos e apresentação de artigos científicos
O codesenvolvimento na construção do futuro será debatido durante o evento
Por: Sariny Leão

Mão santa esteve com Paulinho da força
Deu na imprensa:
Vamos viver mais um feriado, num país onde a arrecadação dos estados já não cobrem as despesas sequer com pessoal, como é o caso do Rio de janeiro. Como se não bastasse os governadores ainda dão ponto facultado na segunda para adoçar o feriado da terça. Coisa de país de terceiro mundo e de governantes despreparados, que brincam de incentivar feriados e pontos facultados, quando deveriam fazer campanha para acabar com essa farra imoral de excesso de feriados. E viva a inércia e a irresponsabilidade de políticos neófitos e despreparados.
Outro ladoO organizador do concurso Miss Piauí, Nelito Marques, nega as acusações e diz não ter cometido crime de injúria racial durante a conversa com a candidata do Miss Piauí 2016. Ele afirma que com a edição do diálogo, suas falas acabaram ficando distorcidas e tendo outro sentido.“Ela veio até a minha casa com um dos diretores do concurso comprar três mil reais em ingressos. Ela não perguntou diretamente, mas pediu para receber algum benefício, percebi que ela estava querendo garantir uma boa colocação já que estava investindo bastante para ganhar, porém, eu expliquei que não tinha como fazer isso, pois, não depende de mim, afinal o dinheiro vai diretamente ao Outubro Rosa”, disse Nelito Marques.O produtor conta que a candidata teria ficado chateada e que por conta disso, compartilhou a gravação da conversa. “Eu não chamei a candidata de Esperantina de negrinha no intuito de denegrir, eu apenas repeti uma palavra que a candidata havia mencionado para se referir à modelo. Não faz sentido me chamar de racista se eu fui uma das pessoas que apoiaram a participação da Kayra no concurso”, afirma Marques.Ele afirma ainda já ter registrado um Boletim de Ocorrência para que seja investigada a divulgação do áudio. “Essa candidata que está espalhando esse áudio fez isso apenas para ferir a minha imagem à população já que ela não conseguiu impedir que a miss Piauí viajasse para São Paulo para começar a se preparar ao Miss Brasil. Eu não irei deixar a organização do concurso. Só saio se me colocarem para fora”, afirma.(Portalaz)
Folha de S.Paulo – Gustavo Uribe