auditório da Prefeitura, às 3 horas da tarde, uma reunião com os Guardas/Vigias
efetivos, lotados na Coordenação de Vigilância Patrimonial. A coordenadora de
Segurança Institucional, Celina M. de Sousa Olivindo, espera a participação de
todos.
O governador Wellington Dias (PT) negou nesta quinta-feira (15), em visita à cidade de Uruçuí, que fará reforma no secretariado. A declaração do governador pegou de surpresa a maioria dos políticos que vêm especulando sobre a formação de nova equipe e, também, sobre a participação de outros partidos, entre eles, o PMDB, no governo.



Sup. de Comunicação – PMP
Segundo diretor do campus, o doutor Alex Marinho Oliveira, foi derrubado o muro que estava sendo construído na Rua Marc Jacob por uma falha da empresa contrata e que haverá um grande portão aberto até às 23hs para que a comunidade passe por dentro da Universidade. Por conta da movimentação até os assaltos não mais aconteceram. Alex defende a aproximação com a comunidade e a qualidade dos serviços educacionais prestados como estratégia para prevenir a violência.Por Daniel Santos

Assis Carvalho luta para não perder poder dentro do governo estadual.
Toda a mídia tem repercutido reações que o deputado federal Assis Carvalho teria esboçado contra a pretendida reforma de Wellington Dias, porque o governador estaria ferindo de morte seus interesses. O deputado nega, mas muito se tem falado numa carta lamentosa que ele teria enviado ao governador mostrando que não aceita perder o seu mais precioso território, a secretaria de Saúde, principalmente porque o novo destinatário será o PP, partido que, a cada dia, se fortalece no Estado. Assis vê invadirem seus “quinhões”, mas prefere mostrar que sua real preocupação é com a sorte do partido que pretende comandar, o PT. Ele faz as contas e percebe que dando cargos para os novos aliados do PMDB e, ainda, aumentando a quota do PP do senador Ciro Nogueira, o governador Wellington tira espaços do PT. Para o deputado, já não basta a maldição que se abateu sobre o partido nacionalmente, a sigla corre o risco de desaparecer até mesmo no governo de um companheiro, como é o caso do Piauí. É possível que não tenham dito para o deputado, e o próprio Assis Carvalho não tenha percebido que há em curso dentro de determinado segmento petista como de resto, entre os aliados, um movimento visando reduzir o seu mandonismo no governo. Afinal, o que mais se comenta é que, depois do governador e da primeira dama, Assis sempre foi o mais poderoso na atual gestão, sem ter necessariamente peso eleitoral para tanto. O problema é que é preciso muito jeito para desalojar o parlamentar desses nacos de poder porque, como se diz no popular, ele é duro na queda e não mede distância para tocar fogo até nas relações mais fraternas.

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