A matéria prima para a fabricação deste tipo de biocombustível será, de forma inovadora no mundo, a palha da carnaúba, um subproduto da extração da cera desta mesma árvore, abundante no Piauí.
PARA ENTENDER MELHOR
As biomassas denominadas de pellets e briquetes são espécies de biocombustíveis que, no caso específico da ZPE Parnaíba, serão fabricados da palha da carnaúba, após a etapa de extração da cera. Atualmente, o mundo só conhece esse produto fabricado de madeira ou rejeitos desta mesma matéria, cujo potencial de combustão é menor que o da palha da carnaúba, conforme estudos apresentados pelos novos empreendedores da ZPE Parnaíba.
Os pelletes têm forma granulada, permitindo uma combustão rápida, enquanto os briquetes são fabricados em forma de tijolos ou tarugos, para uma queima mais duradoura. Em seu projeto de viabilidade os empresários responsáveis indicaram países da América Latina e da Europa como os principais mercados mundiais que já utilizam esse tipo de matriz energética em larga escala, seja nas lareiras que aquecem residências e empresas, bem como nas indústrias que têm o calor como força motriz.
EMPRESÁRIOS TÊM AUTORIZAÇÃO EM MÃOS
Os empresários responsáveis pelo empreendimento já têm em mãos o Diário Oficial que consta a aprovação do projeto da nova Indústria da ZPE Parnaíba pelo Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE) para fabricar pellets e briquetes de resíduos vegetais em geral. A escolha dos empresários é produzir a partir da palha da carnaúba, árvore que é o símbolo maior do bioma piauiense.


















