Autor: Bernardo Silva
A gente não só quer comida, queremos diversão e arte!
Ministério da Cultura nos traz alguns elementos interessantes para se pensar
como é conduzida esta política pública pelos governos nas três esferas de
poder. Vamos pensar? Quais formas de cultura o poder público legitima como “cultura
local”? Quais movimentos culturais são beneficiados pelas políticas de governo?
Para quem a cultura é promovida? Como funciona o jogo do poder entre cultura e
mercado?
extinguir o Ministério da Cultura rendeu manifestações por todo o país. Com
amplo apoio da grande mídia, repercutiu tanto que Temer resolveu voltar atrás
da decisão, mantendo o Ministério. Ao refletir sobre este episódio, de
cara, nos ocorre uma primeira constatação: a cultura nunca foi vista pelos
governantes brasileiros como prioridade na agenda política. Um fato que
corrobora esse entendimento é a criação do Ministério apenas em 1985, mesmo havendo
políticas culturais desde os anos 1930. Isso demonstra um atraso na
institucionalização dessa área na política pública pelo estado brasileiro.
Segundo: os interesses do eixo Rio-São Paulo se sobressaem e definem os rumos
da nação, inclusive como gastar o parco orçamento da pasta.
As pastas da Cultura (ministérios e secretarias) não devem ser um balcão de
negócios. Nessa perspectiva, o Brasil, o Piauí e a Parnaíba precisam rever
o seu papel enquanto indutores da política cultural e das próprias manifestações
culturais, a partir de uma dinâmica que perceba a sociedade, nas suas mais
diversas formas de expressão e contato social, como agente do campo da cultura
e que se presta a manter vivo o discurso da memória, tradição e da própria
identidade.
suas três dimensões, sem atribuir aqui uma escala de valor. A primeira é uma
dimensão simbólica, sendo essencial da condição humana. A segunda como um
direito. E a última, ganhando também destaque como uma economia estratégica
para o desenvolvimento local.
e bastante diversificada carece de uma política pública que não ignore a sua
importância social e econômica. A administração municipal exprime um déficit
nesse conceito. De forma estreita credita à nossa cultura as resumidas
manifestações carnavalescas e juninas (bois e quadrilhas) que, a despeito
também de merecerem o devido apoio, ficam com a quase totalidade do orçamento
anual estabelecido para o setor em detrimento do rol existente.
mantidos muito mais pela abnegada força de vontade e determinação dos grupos
culturais que fazem essas festas, posto que a prefeitura há muito os desvaloriza
e maltrata, pagando as premiações estabelecidas em cada programação com muito
atraso.
homem chamado Jesus” deixou de ser encenado em 2016 por falta do apoio
prometido pela prefeitura e descartado em última hora.
Secretaria de Cultura extinta. Foi reduzida à Superintendência. Mas pior que
perder o status é continuar sendo levada no faz de conta!
Concha Acústica obsoleta, quadras poliesportivas abandonadas, grupos culturais
sem nenhum tipo de apoio, etc. Por outro lado, temos muito que celebrar! Os
Museus: do Trem, da Caixeiral e Casa Simplício Dias; o maluco do idealizador da
casa de cultura Teatro Saraiva; iniciativas culturais do SESC; a grandeza do
grupo Raízes do Nordeste para exemplificar a luta árdua na defesa das artes
cênicas sem apoio; o “Piagüi Culturalista”; os artistas das letras da geração
de Assis Brasil a Diego Mendes; artes plásticas com F. Pedro e Paulo Gaspar;
escultura nas mãos habilidosas de Guilherme; a luta de Dona Lozinha Bezerra no
IHGGP; Benjamin Santos e o jornal “O Bembém”; Benedito dos Santos Lima e o
“Almanaque da Parnaíba”; O jornal “Inovação” com Reginaldo Costa, Elmar
Carvalho, Bernardo Silva, Canindé
Correia e Franzé Ribeiro; a musicalidade de Teófilo, Pituca (in memorian),
Gregório e tantos artistas da cidade; o artesanato, as danças, a capoeira, o
reizado, as comidas típicas e a arte cerâmica…, uma riqueza, uma beleza!
sugeriram ao Executivo a proposição de projeto de lei que torna tartarugas
marinhas patrimônio natural do município de Parnaíba, visando fortalecer o trabalho
de conservação da fauna marinha encontrada no Delta do Parnaíba, a exemplo de
Cajueiro da Praia que tem a figura do Peixe-Boi Marinho.
Livro de Parnaíba (SALIPA) promovido pela Superintendência Municipal de
Cultura, aqui se reconhece o esforço do jovem gestor desta pasta, Helder Souza.
O SALIPA é um sucesso e no ano passado registrou a sua sexta versão, numa prova
inconteste de que a sociedade não quer só comida, mas diversão e arte (Titãs).
Você cidadão tem fome de quê? Você tem sede de quê?
sociólogo, eleitor, cidadão e contribuinte parnaibano.
Filho de 7 anos de Michel Temer tem R$ 2 milhões em imóveis
Assembleia realiza sessão para lembrar tragédia de Algodões
A Assembleia Legislativa do Piauí realiza amanhã, às 10 horas, uma sessão especial para lembrar os sete anos do rompimento da Barragem de Algodões, em Cocal da Estação (280 quilômetros ao norte de Teresina), completados na última sexta-feira, dia 27. A proposição é do deputado Marden Menezes (PSDB). A sessão contará com a presença de representantes da Avaba (Associação das Vítimas e Amigos das Vítimas da Barragem de Algodões) e de famílias que foram atingidas pelo rompimento.
Para Marden Menezes, a sessão é também um espaço para as famílias se manifestarem e cobrarem do Governo do Estado e do Poder Judiciário providências para corrigirem a situação que vivem hoje. “Sete anos depois do ocorrido, as famílias ainda não receberam a indenização determinada pela Justiça e sobrevivem hoje da pensão que recebem do Governo do Estado, cujo pagamento, infelizmente, está sempre atrasado”, reclamou o deputado.(Diário do Povo)
TENDÊNCIA DO PT É NÃO TER CANDIDATOS A PREFEITO
- Em todo país, o PT tende a mergulhar e deixar o tempo correr.
Somente em São Paulo e cidades onde tenha prefeitos, vai para tentar a reeleição. Em Teresina, já é consenso, nem os vereadores do PT em Teresina admitem que o partido tenha candidato. Querem aliança, para evitar mais desgaste, pois não se sabe qual seria a reação do eleitor diante de tantos escândalos a nível nacional, embora não tenha chegado ainda ao PT do Piauí. Dura realidade.
- Aumentar a tarifa da energia pela Eletrobrás, merece a vigilância da bacada federal do Piauí.
- Afinal, o povo que paga sua luz, não tem culpa se a inadimplência é grande. É problema da Eletrobrás, porque quem paga vai pagar o pato?
- Daí a bancada federal do Piauí intervir junto ao Ministro de Minas e energia e também Eletrobrás/Chesf, em defesa do consumidor do Piauí.
- A energia fez foi cair depois da recuperação das barragens e com a diminuição das uzinas termelétricas em funcionamento.
- Quem paga não pode ser punido por quem não paga. Se tem inadimplência o problema é da Eletrobrás e não de quem paga sua conta em dia.(Por:Tomaz Teixeira)
Nós vamos pagar o pato, diz Dilma sobre cortes
A presidente afastada Dilma Rousseff diz que o presidente interino Michel Temer deveria fazer como ela: defender a recriação da CPMF.
Para a petista, “quem paga o pato, quando não se tem imposto num país, é a população”, com cortes em áreas como educação e saúde.
Ela nega ter dado guinada na política econômica depois de eleita. Admite que cometeu erros, mas sem dizer quais, pois “essa volta ao passado não existe”.
*
Folha – No dia em que saiu do Planalto, a senhora pedia às pessoas que não chorassem. A senhora não chora?
Dilma Rousseff – Eu não choro, não. Nas dores intensas, eu não choro. Cada um é cada um, né?
E o Lula?
O Lula chora. Ele chorou, sim. O Lula ficou muito triste ali, quando eu saí.
Nas conversas gravadas por Sérgio Machado, José Sarney diz que Lula está deprimido e com os olhos inchados de tanto chorar.
É mentira. Gente, o Lula é uma pessoa com fortes emoções. O Lula chora porque tem dor. Ato contínuo, ele se recupera e enfrenta a vida. Que Lula tá com olho inchado de chorar, o quê!
Houve um pior momento nesse processo? A maior traição?
Você não vai me perguntar da maior traição, né? Ela é tão óbvia!
Michel Temer?
Óbvio. E não foi no dia do impeachment. Foi antes. Em março. Quando as coisas ficaram claríssimas.
A senhora não esperava?
Você sempre acha que as pessoas têm caráter. Eu diria que ele não foi firme. Tem coisas que você não faz.
Olhando em perspectiva, a senhora não acha que teria sido melhor ter cedido o lugar para que Lula fosse candidato à Presidência em 2014?
A Barbara Tuchman escreveu um livro fantástico, “A Marcha da Insensatez”. A insensatez só é insensata quando você percebe que isso pode ocorrer e insiste. Não vale a pena olhar para trás, com tudo já passado, e falar “tinha de ser assim”.
Lula também insistia para que a senhora nomeasse Henrique Meirelles para o Ministério da Fazenda, cargo para o qual Temer agora o convidou.
Cada um é cada um. Eu respeito o Henrique Meirelles, tá? Agora, eu não concordo com essas medidas [anunciadas pelo ministro na semana passada]. Gosto mais do Meirelles no Banco Central que no Ministério da Fazenda. Pelo menos até agora.
Não sei se é dele essa ideia de propor o orçamento base zero [que só cresce de acordo com a inflação do ano anterior]. Mas não é possível num país como o nosso, não ter um investimento pesado em educação. Sem isso, o Brasil não tem futuro, não. Abrir mão de investimento nessa área, sob qualquer circunstância, é colocar o Brasil de volta no passado. É um absurdo.
No governo da senhora também houve cortes e o então ministro da Fazenda Nelson Barbosa, numa proposta fiscal rigorosa, chegou a prever mudança na política de reajuste de salário mínimo.
Nós passamos um ano terrível em 2015 e fizemos todo o esforço para não ter corte em programa social. Nós assumimos [a proposta de se recriar] a CPMF, sem pudor.
Nós nunca entramos nessa do pato [símbolo criado pela Fiesp para protestar contra aumento de impostos]. Aliás, o pato tá calado, sumido. O pato tá impactado. Nós vamos pagar o pato do pato, é?
Porque quem paga o pato, quando não se tem imposto num país, é a população. Vai ter corte na saúde. Já falaram em acabar com o Mais Médicos, já falaram que o SUS não cabe no orçamento. Depois voltaram atrás.
Os que são chamados de coxinhas acreditam que o Bolsa Família é uma esmola. Não é. Ele tem efeito enorme sobre as crianças.
Entre fazer isso [cortes em área sociais] e criar um imposto, cria um imposto! Para com essa história de não criar a CPMF. Só não destrói a educação e a saúde. Não tira as crianças da sala de aula. É essa a discussão que precisa ser feita e não uma discussão genérica sobre o pato.
A senhora fala que o programa de Temer não passou pelas urnas. Mas a senhora também falou uma coisa na campanha e fez outra depois de eleita.
Quando é que o pessoal percebeu que tinha uma crise no Brasil, hein? A coisa mais difícil foi descobrir que tinha uma crise no Brasil.
Na eleição, todo mundo tinha percebido, menos a senhora?
Me mostra a oposição falando que tinha crise no Brasil! Ninguém sabia que o preço do petróleo ia cair, que a China ia fazer uma aterrissagem bastante forte, que ia ter a pior seca no Sudeste.
A senhora diz então que não deu uma guinada de 180º, como até seus aliados afirmam?
Eu vinha numa política anticíclica e acabou a política anticíclica. A guinada é essa. Agora, isso não significa que não possamos ter errado nisso e naquilo. Porque senão fica assim “não errei em nada”. Não é isso.
Errou em quê?
Ah, sei lá. Como é que eu vou falar da situação depois?
Na escolha do candidato a vice-presidente?
Ah, não vou falar isso. É tão óbvio! Mas não tem essa volta ao passado. Isso não existe.
Cunha a Dilma: golpe no Brasil foi de sorte

“Pode ser que tenha tido um golpe no Brasil, mas foi um golpe de sorte, porque conseguimos nos livrar do PT e da Dilma de uma vez só”. Escreveu Cunha no Twitter.
ODEBRECHT: CRESCE EXPECTATIVA PELA PRISÃO DE LULA
As gravações também revelam um Renan Calheiros convicto do envolvimento de Dilma com a empreiteira que mais roubou o País.
Segundo fontes ligadas à Lava Jato, Marcelo Odebrecht tem oferecido elementos de prova capazes de prender toda a “república petista”.
Na Operação Janus (nada a ver com Lava Jato), o MPF investiga Lula por tráfico internacional de influência, a serviço da Odebrecht.
DEU NA IMPRENSA:”FLORENTINO VAI BEM”
PMDB aposta em João Henrique na disputa pelo governo do PI em 2018
Jornalista – Presidente, o Sr. Vai disputar uma cadeira de deputado federal em 2018?
João Henrique – De jeito nenhum. Eu Serei candidato um cargo executivo.
Jornalista – majoritário?
João Henrique – Majoritário, mas executivo que fique bem claro.
Na mesma solenidade, o presidente da FIEPI foi lançado para deputado federal. Hoje, Zé Filho é filiado e preside o PPS do Piauí, depois que saiu do PMDB por não concordar com o governo Dilma em 2014.
POR:PEDRO ALCÂNTARA
EDIÇÃO:BERNARDO SILVA
Em Guaribas: casas do ‘Minha Casa Minha Vida’ são entregues sem água e energia
As residências não possuem esgotamento sanitário, nem sistema de abastecimento d’água, muito menos energia elétrica.
“Quem quiser energia, bota a sua”, disse um dos moradores.
Depois de 13 anos, cidade de Guaribas continua sem estradas de acesso
A que liga Caracol ao município é quase intrafegável (foto 2). São cerca de 60 quilômetros o trecho. Já a que liga Guaribas ao município de Santa Luz (foto1) é pior ainda. Aqui são cerca de 88 quilômetros. Lá, só se arrisca trafegá-la quem possui “muita necessidade”.
Se alguém tiver sérios problemas de saúde em Guaribas, e precisar de atendimento em um grande centro médico, o risco de morrer é enorme.
Veja ainda:
– Em Guaribas, a placa do governo anuncia a obra, mas ela existe?
(Rômulo Rocha)Dos bastidores da imprensa
Deputados Dr. Hélio e Zé Hamilton juntos na disputa pela Prefeitura
“Estou à disposição de Wellington no Congresso”, diz Heráclito Fortes
“Sei separar as coisas, estou à disposição de Wellington no Congresso”, disse o deputado. Wellington, segundo Fortes, respondeu que “espera contar com a bancada piauiense”.
“Temer agiu rápido”
Com relação ao episódio Romero Jucá, Heráclito Fortes disse que Michel Temer agiu com rapidez, ao contrário do Governo passado que “não tomou qualquer providencia contra ministros que apareceram em gravações”.
Escândalo na comunicação
O deputado Heráclito Fortes disse também que foi descoberto um verdadeiro escândalo na área de comunicação, especialmente na televisão estatal, onde jornalistas ganhavam salários astronômicos para bajular o Governo.
Marieta e o marido “marajá”
Heráclito Fortes insinuou a “razão” da militância petista da atriz Marieta Severo: o marido dela percebia R$ 68 mil na TV Brasil, todo mês, para apresentar programa uma vez por semana.
Blogs para bajular
Heráclito revelou ainda que dezenas de blogueiros percebiam fortunas para bajular o Governo e critica a então oposição.(Blog do Feitosa Costa)
Isolada e esquecida
Carlos ChagasAliás, são raros os telefonemas que Madame dá ou recebe, exceção dos próprios familiares. Mantém-se afastada de todos, a começar pelo Lula e as lideranças do PT. Ignora-se, até, se lê jornais ou escuta rádio. Aguarda-se para as próximas horas a divulgação de sua defesa, a cargo do ex-ministro da Justiça e Advogado Geral da União. Omitem-se ou são rejeitados os companheiros do antigo governo.
Há quem suponha, no atual interregno, a disposição da presidenta de mergulhar no esquecimento, indignada pelo abandono em que foi deixada. Existem, porém, os que identificam em sua atual postura a estratégia de contribuir para aumentar o tamanho do fosso existente entre sua presença anterior no governo e as características apresentadas pelo substituto. Ela não perdoa ter sido abandonada pelo antigo vice, ainda que nenhuma iniciativa tenha adotado para evitar o vazio em suas relações anteriores, antes que se caracterizasse o rompimento.
Numa palavra, condenada em definitivo como parece a projeção do processo de seu afastamento, ou por milagre reconduzida ao poder no final de 180 dias, como ainda acreditam alguns petistas, o destino de Dilma é seguir isolada e esquecida. Bem que poderia dedicar-se a escrever suas memórias…
Prefeitura amplia a Rede de Urgência e Emergência de Parnaíba com mais leitos e serviços clínicos
Foram realizadas na manhã desta sexta-feira (27) solenidades de assinaturas dos contratos de ampliação da oferta de leitos e serviços clínicos, para integração à Rede de Urgência e Emergência de Parnaíba, ampliando os recursos financeiros destinados ao Instituto Práxis de Educação Cultura e Ação Social – Clínica Santa Edwiges, cujo contrato passará a ter o valor anual de R$ 2.940.745,80, com parcelas mensais de R$ 245.062,15, contemplando a instituição com um incentivo mensal para leitos de retaguarda no valor de R$ 193.906,25, e assinatura também do contrato dos serviços que irão garantir a ampliação dos recursos destinados à Santa Casa de Misericórdia, resultando em um aumento de 130%, passando a ter valor anual de R$ 8.003.659,00, com parcelas mensais de R$ 666.971,58.


























