Author: Bernardo Silva
Em almoço, Wellington convida Lula para receber títulos no Piauí
O governador Wellington Dias almoçou na tarde desta terça-feira (24) com o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro aconteceu na sede do Instituto Lula, em São Paulo. Na ocasião, o petista piauiense convidou o ex-presidente para voltar ao Piauí e receber títulos de cidadania concedidos no estado.
Lula já foi agraciado com dois títulos de cidadania, um de cidadão piauiense e outro de teresinense. O primeiro deles foi aprovado em 2004 pela Assembleia Legislativa do Piauí. A proposta, na época, atendeu a requerimento conjunto dos deputados Cabelouro, João de Deus e Flora Izabel, os dois últimos do PT.
.(Hérlon Moraes (Com informações do Instituto Lula))
EM TEMPO: Não existiria também na Câmara, mofando nos arquivos daquela Casa, um título de Cidadão Parnaibano e uma Medalha concedido pelo Poder Legislativo ao ex-presidente? É a hora de aproveitarem e chamarem o homem pra cá, para entregarem a homenagem. Ou então, que ponham debaixo de braço e façam a entrega em Teresina, quando Lula vier. Se viver…
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Marden solicita relatório de gastos com a manutenção da residência oficial do governador
IWELTMAN MENDES… a cada ano
Sobre uma cama de hospital, um corpo pálido, magro e frio, orquestrava a
sinfonia da morte e ensaiava sua saída triunfal da vida para entrar na
história. Não havia cor nem cheiro em sua cama. Um fino lençol branco, um soro
gotejando paciência em sua veia e um ruído assombroso partindo do seu peito…
Nunca tinha visto alguém daquele jeito. Por isso mesmo sua morte me ensinou
muita coisa.
lembro de uma com bastante frequência: um corpo calado em terra alheia só tem
valor politico até ser enterrado e, no máximo, serve de palanque até a missa de
sétimo dia. Digo isso porque depois do seu enterro e luto, nunca ouvi ou vi
algum politico local lembraf-se de homenageá-lo ou discursar em seu favor. Alguns,
poucos, sem sucesso, sugeriram um titulo póstumo de cidadão parnaibano ou o
nome de um colégio como forma de agracia-lo. Em vão…
vida atravessando a minha e a de muitos colegas. Como professor, amigo, pai,
esposo e historiador…. Em todas essas categorias, algum sinal dele se faz
presente em mim. De todas, a simplicidade intelectual que transformava em
fáceis coisas difíceis é, possivelmente, a qualidade mais ressaltada entre os
amigos.
narrativa funciona como uma contra-memória. Ao narrar, o historiador contraria
a lembrança, a reminiscência, a recordação. Por isso, talvez, eu já tenha
declinado outras vezes em escrever algo sobre Iweltman. Meu medo de que a
lembrança que tenho dele fosse corrompida pelas palavras de uma narrativa
pseudocoesa acabou, durante algum tempo, funcionando como uma barreira
subjetiva e afetiva. No fundo, tinha receio de não conseguir.
inebriantes de sua morte reverberam em mim mais fortes do que antes. Continuo
sem entender o choro de alguns e a bajulação de outros. No entanto, sua
ausência funciona em mim, agora, como uma lembrança de que escolher a morte não
é uma saída. A morte não como um dado fisiológico, mas a morte em vida; a
morte como um a-sujeitamento em vida; a morte como negação da vida. Alguns
vivem quando morrem; alguns morrem sem nunca ter vivido; outros vivem em vida e
, mortos, embalam a vida e o coração de muita gente. Iweltman é, em minha
opinião, este ultimo. Poucos são assim…
tudo, que a morte não tem um sentido único e universal. Que é possível dizer e
pensar sobre ela várias coisas. Mas, também, pra dizer que aprendi com Iweltman
algumas lições de história que servem para entender o significado de sua
ausência.
não respeita a logica das coisas, que extrapola a dimensão objetiva dos fatos:
do passado se dá na nossa investida diária sobre os documentos, sobre as falas,
sobre um corpo. De que não há nada “em si”, ou naturalmente bom ou ruim.
palavras, leituras e imaginação. E, também, com uma pitada da (in)
sensibilidade de uma prostituta: o passado não pertence a ninguém, não cobra
ciúme de quem o usa, nem pode ser controlado.
leveza da vida está na forma como projetamos mentalmente a nossa existência.
Isso, de fato, não aprendi com sua morte. Aprendi em longas conversas e em
contatos fortuitos.
Talvez pra reavivar a sua permanência entre nós. Talvez pra dizer que ele está
vivo em nós. Quem sabe pra dizer que ele não está mais entre nós. Ou, algo que
eu acredito mais, porque precisamos lembrar que nos esquecemos dele a cada ano.
Em São Paulo, Wellington Dias terá reuniões com Lula e presidente da Suzano
PT – os anos dourados acabaram?
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“Máfia das licitações” chega ao Piauí
Dentro de seu modo habitual de agir, a quadrilha em parceria com advogados e contadores que prestam serviços a prefeituras piauienses, os quais, iludidos em sua boa-fé ou agindo com conhecimento de causa, estaria tentando convencer prefeitos quanto à validade da utilização dos métodos adotados pela organização criminosa, o qual, como já foi dito, consiste na publicação fraudulenta de Editais de licitação e documentos outros previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal, exclusivamente na internet, prática esta não mais admitida pela legislação em vigor, de uma vez que a sua adoção contribui para burlar a vigilância dos órgãos fiscalizadores e encobrir desvios e apropriações ilícitas de recursos públicos.
No Maranhão a organização criminosa após conseguir o apoio de alguns Prefeitos e Secretários Municipais, passou, inclusive, a fazer circular paralelamente ao Diário Oficial do Estado, um diário oficial clandestino (cujos responsáveis encontram-se presos), no qual eram realizadas publicações de falsos editais de licitações, que, juntamente com cópias de notas fiscais de “firmas de fachada”, eram juntados às prestações de contas, com vistas a ludibriar a fiscalização dos órgãos integrantes da Rede de Controle da Gestão Pública.
Foram presos por envolvimento com o bando, entre outros, os prefeitos de Axixá, Araioses, Governador Newton Bello, Nina Rodrigues, S. Luiz Gonzaga, Urbano Santos e Marajá do Sena. Ao que se informa, Polícia Federal, Ministério Público e CGU, encontram-se atentos com vistas a evitar que a organização criminosa alastre-se por outros Estados, inclusive, que venha lograr êxito em sua tentativa de instalar-se também no Piauí.(Jornal O Dia)
Petistas querem levar Monteiro Lobato para o banco dos réus e investigar se racismo não está na origem da criação da Petrobrás
Guimarães, em particular, tem razões para supor que povo e imprensa são idiotas. Ele era o chefe daquele rapaz que foi preso em 2005, logo depois que veio à luz o escândalo do mensalão, com US$ 100 mil na cueca e outros R$ 200 mil numa valise. Ficou tudo por isso mesmo. O coitado, um pobretão, afirmou que o dinheiro era seu. A grana foi apreendida, nunca foi devolvida e ficou tudo por isso mesmo. Um governo que tem um líder com essa história se autodefine.
Cabe, então, a pergunta: por que parar no governo FHC? Vamos recuar mais e chegar aos anos Sarney. Por que deixar de fora o regime militar? Getúlio vai ficar de fora?.
Pois eu sou mais radical. Acho que é preciso chegar a Monteiro Lobato. Foi ele quem começou com essa história de “O petróleo é nosso”! Olhem aí no que deu. De resto, como é sabido, Lobato tinha ideias não muito saudáveis sobre raças… É preciso investigar em que medida o racismo está na origem da Petrobras.
Depois do Samba do Crioulo Doido, vamos instituir a CPI do Deputado Doido.
Os petistas se deram tão bem subestimando a inteligência alheia que, agora, não sabem fazer de outro modo. Dilma, definitivamente, está brincando com o perigo. Disse, certa feita, que era uma mulher dura cercada de homens meigos. Estava, como de hábito, errada. Pode ser uma mulher dura, mas está cercada de homens idiotas.(Por Reinaldo Azevedo)
Instituto do PSDB chama Dilma de ‘mãe do petrolão’
DEU NA IMPRENSA:
Governo pode fazer folha suplementar para pagar piso dos professores
Novidade: Teófilo fará programa aos sábados na TV Cidade Verde
“Teófilo Piauizando” vai reunir esporte, arte, turismo, entretenimento, dicas culturais e muito mais.
Trânsito em Parnaíba: entre a competência e a desordem!
(*) Fernando Gomes, sociólogo, eleitor, cidadão e contribuinte parnaibano.
Academias da Saúde:População impaciente com demora na conclusão da obra
Continua o Promessômetro de Wellington Dias
Foi promessa de Wellington Dias.
Eu e a torcida do Flamengo (e a do River
também) gostaríamos de saber:
– Até quando devemos continuar acreditando no que senhor diz, governador?
João de Deus, o puxa-saco
Qual a motivação?
Ele quer ser indicado pelo PT como candidato à vaga de Conselheiro do Tribunal de Contas do Piauí.(Da coluna BROBró – Francisco Magalhães)




















