“É uma situação delicada, em que fico triste com a morte de um policial como Francisco das Chagas, o qual eu conhecia. Agora o Wellington viu que a violência existe. Ele vinha dizendo que a segurança pública estava uma beleza, que os índices de mortes caíram no seu primeiro mês de mandato. Coisa nenhuma. Ele viu que a violência podia ter levado a vida do seu filho. E podia ser dele, meu, seu… Espero que o governador comece a ver que a violência foge do foco da mentira. Fui secretário de segurança dele por duas vezes e aprendi que a mentira é um grande mal. Sei que sua família está traumatizada, seu filho, o jovem Vinícius, também. Porque perder um segurança também é um trauma. Mas isso serve como lição para o Governo do Estado tratar do combate à violência com um programa de verdade. Não só de propaganda, de mídia. Se resolve a violência com abordagem preventiva, aumentando o efetivo, que hoje é insignificante tamanha é a violência e criar mais abordagens nas ruas. É preciso dar uma solução para este mal que atinge a população”, pontuou.(Alisson Paixão)
Robert Rios, de ‘língua afiada’, diz que W.Dias agora não pode mais mentir sobre a violência
“É uma situação delicada, em que fico triste com a morte de um policial como Francisco das Chagas, o qual eu conhecia. Agora o Wellington viu que a violência existe. Ele vinha dizendo que a segurança pública estava uma beleza, que os índices de mortes caíram no seu primeiro mês de mandato. Coisa nenhuma. Ele viu que a violência podia ter levado a vida do seu filho. E podia ser dele, meu, seu… Espero que o governador comece a ver que a violência foge do foco da mentira. Fui secretário de segurança dele por duas vezes e aprendi que a mentira é um grande mal. Sei que sua família está traumatizada, seu filho, o jovem Vinícius, também. Porque perder um segurança também é um trauma. Mas isso serve como lição para o Governo do Estado tratar do combate à violência com um programa de verdade. Não só de propaganda, de mídia. Se resolve a violência com abordagem preventiva, aumentando o efetivo, que hoje é insignificante tamanha é a violência e criar mais abordagens nas ruas. É preciso dar uma solução para este mal que atinge a população”, pontuou.(Alisson Paixão)








Da Folha de S.Paulo – Érica Fraga










