Autor: Bernardo Silva
Robert Rios compara Agespisa à Arca de Noé para criticar Merlong Solano
Merlong SolanoCalçadão Cultural sem segurança é palco da violência
Presidente do PPS Neta Castelo Branco prossegue realizando novas filiações ao Partido
Resort questiona multa de R$ 1 mi por “invadir” linha da praia no litoral
O advogado do resort, Apoena Machado, alega que o resort tenha autorização legal de órgãos como as prefeituras e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente para construir no local. “Essas multas, a falta de uma lei que regulamente de vez o problema, representa um desserviço para o Estado do Piauí”, considera o advogado.
Machado diz que o setor de turismo do litoral piauiense vem sofrendo as consequências da falta de regulamentação consensual sobre a delimitação de linha de praia. Hotéis, restaurantes e donos de imóveis dos municípios do litoral sofrem com multas aplicadas pelo SPU.
Um parecer elaborado por Apoena foi entregue à Assembleia Legislativa do Piauí, a pedido da deputada estadual Juliana Moraes Sousa. A Casa chegou a realizar uma audiência pública recente para discutir o problema entre deputados, a sociedade civil, empresários e órgãos do meio ambiente.
O governador Wellington Dias, a bancada da Assembleia Legislativa e o deputado federal Paes Landim (PTB) estão buscando uma solução legal para o problema.
A proposta é para que haja a formação de uma comissão para revisão da linha de praia, envolvendo a participação não apenas dos órgãos ambientais, como Ibama, Semar e ICMBIO, mas também a sociedade civil, prefeituras de Parnaíba, Luís Correia, Ilha Grande de Santa Isabel e Cajueiro da Praia, além, da Superintendência de Patrimônio da União (SPU), que é o órgão responsável pelas demarcações de limites para construção.(Por: Robert Pedrosa – Jornal O Dia)
Preços assustam turistas que estão no litoral piauiense
E se procurar outros produtos, mais reclamações virão.
QUEM QUEBROU A AGESPISA?
CUBA JÁ LEVOU R$ 4,3 BILHÕES PELO MAIS MÉDICOS
Vídeo da TV Band mostrou negociações entre representantes do Ministério da Saúde e da Opas discutindo como acobertar o esquema.
Depois das denúncias, a Opas começou a pagar R$ 3 mil aos médicos cubanos, quatro vezes menos do que recebem os de outros países.
A Opas já levou mais de R$ 1 bilhão em 2015, demonstrando que o acordo com os irmãos Castro não sofre com o arrocho do governo. (Cláudio Humberto)
Promotoria cobra professores em todas as disciplinas nas escolas estaduais
ALEPI – Juliana Moraes Souza presta conta de ações no primeiro semestre
PARABÉNS, ANANDA!
Inauguração NEV
Preços exorbitantes e o atendimento desagradam quem visita o litoral
De Atalaia a Barra Grande, passando por outros destinos no litoral piauiense, a beleza do lugar continua sendo atrativo para os turistas, seja de outras cidades do Piauí, de outros estados e países. Mas, ainda falta um pouco de cuidado em relação ao atendimento ao turista.
“Paguei R$12,00 por uma cerveja numa barraca. Em outra paguei R$ 15,00”, disse Marcelo Albuquerque, funcionário público, que reside na capital. Marcelo foi ao litoral durante o feriado de Corpus Christi e preferiu não repetir a viagem nesse mês de julho.“Me senti lesado, assalto a mão desarmada”, disse.
Para o jornalista Paulo Chaves (foto), que esteve no litoral de 23 a 28 de junho desse ano, os preços, apesar de mais caros que na capital permanecem inalterados, não importa se é baixa ou alta estação. Ele já esteve por lá em épocas diferentes e constatou isso. Mas, tem uma dica para os comerciantes: ” Atendimento é bom, mas poderia ser melhor. Acho os garçons pouco profissionais, embora educados e atenciosos. Não custaria nada um treinamento profissionalizante”.
O secretário de Turismo do Piauí, Flávio Nogueira disse que os comerciantes do litoral já tiveram diversos treinamentos através do Sebrae, cursos, workshops para que pudessem ter uma melhor visão de mercado, já com relação aos preços não há como interferir. “A Secretaria de Turismo não tem como controlar esses preços. É iniciativa privada. A gente orienta mas, enquanto os comerciantes tiverem essa mentalidade errada de preços abusivos, eles não conseguirão que o cliente, que é o turista, retorne”.

Flávio Nogueira destacou que na região, em Parnaíba, tem um curso superior de Turismo e que os alunos provavelmente já estão atuando, fazendo intervenções, no sentido de achar o melhor caminho para o turismo local.
Caminho esse que o administrador e DJ Jorge Mariton acredita que só poderá ser traçado quando Estado desenvolver técnicas de gestão para o atendimento público. Ele esteve em Luís Correia nos dias 2, 3 e 4 de julho. “Estamos longe de grandes cidades litorâneas que atendem seus clientes em barracas com atenção”, disse.
“Eu não entendo porque na praia, onde tem peixe, camarão e caranguejo com mais facilidade, eles são menores e muito mais caros. Não justifica um tira-gosto de peixe de tamanho médio pra pequeno custar mais de R$ 60,00 “, disse Maria Laura, estudante de administração na capital. Ela diz ainda, que a maioria das barracas não adotaram um sistema de pagamento via cartão de crédito e débito, dificultando a vida do cliente. “Imagina o turista pde outro estado, que pensa que tem. Ele vai ter uma desagradável surpresa”, disse. “Para completar, os caixas de atendimento rápido nem sempre tem dinheiro, aí fica muito difícil”, ressalta.
O economista Fernando Galvão (foto abaixo) disse que “belezas naturais temos, precisamos de mais qualificação em termos de infraestrutura e de pessoas, mais criatividade e, como consequência as inovações”. Fernando ressalta que inovações não quer, necessariamente dizer que sejam equipamentos e materiais sofisticados. “Na praias que tem aquelas barracas de palha distantes dos bares, em Maramar, por exemplo, os bares poderiam servir bebidas em caixas grandes de isopor. Manteria as bebidas geladas e se tornava mais prático o atendimento. Isso já em feito em várias outras praias do nordeste! Simples e funcional: acabou as bebidas, troca isopor!”.

Fernando Galvão ainda destaca que alguns procedimentos simples poderiam ser adotados. “Detalhes fazem diferença: capricho! Já imagino o capricho ao se fazer comida olhando o cardápio e seu estado de conservação. Bebida quente deveria ser servida em copo de vidro adequado e na frente do cliente! Na verdade é servido em copo descartável e lá no bar, longe da vista do cliente, cartão de crédito e débito muito mais funcional mas, mas é raridade em nosso litoral, concluiu.(Alexandra Teodoro)
ERA PT USOU CARTÃO PARA TORRAR R$ 615 MILHÕES
Nos governos petistas de Lula e Dilma, de 2003 a 2015, os gastos com cartões corporativos somaram R$ 615 milhões. Cerca de 95% dessas despesas são “secretas”, por decisão do então presidente Lula, que alegou “segurança do Estado”, após o escândalo de ministros usando essa forma de pagamento em gastos extravagantes. Em 2002, o último ano do governo FHC, a conta dos cartões foi de R$ 3 milhões.
Ministros de Lula foram flagrados usando cartão corporativo para pagar tapiocas, resorts de luxo, jantares, cabelereira, aluguel de carro, etc.
A anarquia chegou ao ponto de um alto funcionário do Ministério das Comunicações comprar duas mesas de sinuca usando o cartão.
Em São Bernardo, seguranças da família do então presidente Lula pagaram equipamentos de musculação com cartão corporativo.
No governo Lula, seguranças de sua filha Lurian pagaram com cartão corporativo R$ 55 mil em material de construção, ferragens etc.(Diário do Poder)
Partido Solidariedade define rumo em 2016: Apoio à reeleição de Florentino Neto
Estado recebe doação de terreno da prefeitura de Parnaíba para construção do CER IV
O Governo do Estado recebeu da Prefeitura Municipal de Parnaíba a doação de um terreno na área urbana da cidade, para a construção do Centro Especializado em Reabilitação – Nível IV (CER IV) naquele município. O terreno fica situado no bairro São Vicente de Paula, na avenida Rosápolis e possui uma área total de 5.680,75 m².
O Centro, que será construído no terreno doado pela prefeitura, terá capacidade para atender, no mínimo, 700 pacientes por mês, distribuídos nas seguintes especialidades: auditiva, física, intelectual e visual.
Para a construção do Centro, a deputada federal e atual secretária estadual da Educação, Rejane Dias, está destinando R$ 5 milhões em emenda parlamentar. Enquanto o deputado estadual Hélio Oliveira está destinando R$ 600 mil em emenda parlamentar para a aquisição de equipamentos.
O secretário da Seid, Mauro Eduardo, fala que a doação do terreno para a construção do CER 4 é uma iniciativa muito importante da prefeitura de Parnaíba. “Esse Centro atenderá todos os municípios que compreendem a Planície Litorânea, e a doação do terreno é um passo importantíssimo para a concretização dessa obra, que beneficiará aquelas pessoas que precisam se deslocar para Teresina em busca de tratamento de reabilitação”, destaca Mauro Eduardo.
As sombrias perspectivas de restauração do “Miranda Osório”
Vereador Astrogildo acompanha prefeito Florentino Neto no Projeto “Prefeitura nos Bairros” na Pedra do Sal
FOTOS:SÉRGIO RICARDO
LULA NÃO OLHA PARA O PRÓPRIO RABO
E A ZPE?
Diz mais, Pedro Alcântara:”O Piauí é um caso atípico. Aqui tem Zona Livre de Exportação(ZPE), mas não possui, ferrovia, Porto e nem Estação Aduaneira. Merece uma tese”.
PIAUI ESPANTA TURISTAS: HAJA ASSALTOS
Pior para um casal de franceses que pagou R$ 80 para um taxis leva-lo de Parnaíba para o porto dos Tatus.
O turista pagou sabendo-se assaltado.






















