fingir indiferença a um caso tão grave quanto este da condeção, pela Justiça
Federal (4 anos e 8 meses de reclusão), do médico Paulo Lages, a segundo condenação
só neste ano. Ele é reincidente, portanto.
interesses profundos na eleição do candidato Mão Santa, a prefeito de Parnaíba,
calar-me-ia. Entregaria o assunto aos colegas de imprensa que cobrem a área
policial.
público tem que ser combatida de forma dura, radical e rigorosa. Principalmente
num período eleitoral como o que vivemos,
quando as pessoas devem se armar de todas as formas contra os contumazes ladrões do erário público, execrando-os, se for o
caso, para que “se toquem” e recolham-se à insignificância de cada um.
outra
candidatura Mão Santa. Os crimes citados pela Justiça foram praticados quando
Paulo era secretário de Saúde do Estado, então governado pelo hoje candidato a
prefeito de Parnaíba. E eu não acredito que o governador de então, bem aos moldes
de Lula na crise do mensalão, venha dizer que não sabia. Sim, porque no auge da
gestão Mão Santa, o seu irmão, ex-deputado federal Antônio José de Moraes
Sousa(in memorian), numa bombástica
entrevista à rádio Igaraçu (eu estava lá) disse que no governo do Estado
daquela época todos os dias ocorria um ato de corrupção.. Era julho, período de
alta estação, o litoral fervilhava de turistas. A entrevista repercutiu
amplamente em Teresina.
imprensa
adianta Eles (os fatos) são parte da história, que implacamvelmente nos remetem
à frase atribuída ao piauiense Petrônio Portela: “contra fatos não existem
argumentos”.
de mentalidade política; que cresçamos interiormente, afinal, o progresso é a
lei da vida. Progresso principalmente interior… Que saiam as ruas os
candidatos, de peito aberto, se,m máscaras, sem mentiras, sem hipocrisias ou
sorrisos faltos. Sem o deboche de dizem-se paladinos da ética ou da moral,
porque quem tem moral não faz dela uma bandeira de luta, nem uma ferramenta de marketing.
este país, atualmente banhado na lama férida, patrocinada por uma legião de
maus políticos que se lambuzam no lôdo, com os ratos de esgoto.
a primeira pedra
se estou onde me encontro, no auge de minha produção jornalística, não é por acaso; E se Deus não permitiu que eu
viabilizasse minha candidatura a vereador da também minha cidade, mas manteve-me com saúde para dizer o que estou
dizendo, só tenho a pedir proteção e luz Divina.
Agora, desejar dar um pouco do seu próprio sangue, cortar a própria carne em
favor da cidade e de suas necessidades, assumindo um mandato como uma missão,
um sacerdócio, é difícil.
Aos bons e bem intencionados, que se manifestem e se
façam entender. A população está carente de sinceridade…Política nunca foi
profissão, embora nela muitos se aposentem. Política é missão, onde mentira e
hipocrisia não têm vez.






O primeiro suplente, substituto natural de Demóstenes no senado, é ninguém menos que o ex-marido de Andressa Alves Mendonça – a bela mulher do bicheiro Carlos Cachoeira, hoje detido na Penintenciária da Papuda, em Brasília. É de tontear qualquer amante de filmes de ação. O empresário Wilder Pedro de Moraes ficou conhecido como “o marido traído do escândalo Cachoeira”, mas é dono de uma das fortunas do ramo de construção civil em Goiás. Seu patrimônio – que lhe permitiu polpudas doações à campanha de Demóstenes Torres ao senado – no entanto, não se compara ao de Cachoeira, para quem perdeu Andressa, a moça que empresta glamour ao roteiro. Ainda não se sabe se Moraes realmente irá encarar a missão patriótica que a doação financeira e as urnas lhe deram – o mandato de senador. Mas o desfecho deste roteiro de gosto duvidoso até que combina com o escândalo. (Do blog de Christina Lemos)







A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados abriu caminho à contratação de mais assessores pelos deputados no período eleitoral. O ato da Mesa, publicado ontem, eleva a verba de gabinete de R$ 60 mil para R$ 78 mil por deputado, mas não obriga que o dinheiro extra seja usado para reajustar salários. Servidores da Câmara afirmam que deputados já procuram novos secretários para ajudar na campanha eleitoral deste ano.A Câmara tem hoje 10.212 secretários parlamentares — 20 assessores por gabinete, em média. O número máximo de secretários por gabinete é de 25. Há, portanto, espaço para contratar funcionários. O impacto anual do aumento será de cerca de R$ 120 milhões.Magno MartIns
