Candidatos a deputado estadual: Parnaíba tem várias opções de nomes

            Vereadores Ricardo e Ronaldo:candidatos a deputado estadual
Não será por falta de opções que este ano os parnaibanos deixarão de votar em parnaibanos como candidatos a deputado estadual. São mais de 10 candidaturas homologadas, que estarão disputados votos com outros concorrentes, alguns até que se elegeram no pleito passado com os votos de eleitores locais e depois se “esqueceram” de assumir o compromisso de defender os interesses do município, como seria normal. Voltam agora, 4 anos depois, com o mesmo modus operandi, geralmente tentando obter votos oferecendo vantagens pecuniárias.
Estão no páreo, na disputa da reeleição, o deputado Deusimar Tererê, que ficou na 4ª suplência em 2010, assumindo o mandato depois, por força de “engenharia” política do governador de então Wilson Martins; a deputada Juliana Moraes Sousa, a única de fato eleita pela região; e  disputando pela 1ª vez os vereadores Ronaldo Prado (PT do B), Ricardo Véras e Hélio Carvalho, ambos do PTC, que integra o chamado G12, e ainda: José Hamilton Castelo Branco, do PTB, que já foi candidato a deputado estadual e não logrou êxito.
Pelo PSC, partido que tem como candidato a governador o ex- senador Mão Santa, apresentou, como candidatos ao parlamento estadual, os seguintes nomes: Dalva Gabriely, Estefanni Carvalho, Diana Pires, Antônio Carlos e Ubiracy Bogéa.
“Na campanha, na busca do voto, o que vale é o poder de convencimento de cada um, na hora de falar de suas propostas, do que pretende fazer no desempenho do mandato”, comenta o médico Hélio Carvalho, que em 2010 também foi candidato a deputado estadual, obtendo uma grande votação, sendo hoje o 1º suplente do deputado estadual Evaldo Gomes, que é o presidente regional do PTC.
Já os vereadores Ronaldo Prado e Ricardo Véras pretendem afinar o discurso pregando a necessidade do “parnaibano votar em parnaibano, “porque nós que aqui moramos conhecemos melhor  as necessidades da população e estaremos em permanente contato com a cidade, sem termos por onde nos ausentar por 4 anos, como fazem aqueles que são muito bem votados aqui mas depois viram as costas, como se não tivessem compromisso algum com ninguém, tampouco satisfação a dar a quem quer que seja”, enfatiza Ricardo Véras.

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