Filho, informou que o parque industrial dos dois pólos industriais de Teresina
e outras indústrias do Estado podem migrar para o Maranhão, mais precisamente
para um condomínio industrial em Timon, por causa da infraestrutura e
incentivos fiscais concedidos pela Prefeitura Municipal e pelo governo do
Maranhão. De acordo com Joaquim Costa, nos pólos piauienses não tem energia
elétrica, abastecimento d’água e nem internet, o que inviabiza a instalação de
empresas.
incentivo à atração de investimentos, com pólos industriais no formato de
condomínios fechados, inclusive em Timon. Joaquim Costa disse que o governo do
Estado não é da mesma linha política da Prefeitura de Timon, mas estão juntos
para promover o desenvolvimento. O industrial afirmou que o Piauí não tem
energia para receber indústrias. E, por conta disso, o parque industrial do
Piauí está sendo cooptado pelo Maranhão.
bilhões no Piauí, mas manteve a construção de uma fábrica de R$ 6 bilhões em
Imperatriz. De acordo com Joaquim Costa, os secretários do maranhão estão
convidando empresários e industriais do Piauí para se instalarem no condomínio
industrial em Timon. Lá teria infraestrutura, energia, água, internet e
estradas para o escoamento dos produtos.
que construir poço para ter abastecimento d’água, e tem que puxar a instalação
elétrica de 69 KVA para colocar a empresa em funcionamento, e mesmo assim, não
tem internet”, reclamou o industrial, durante encontro com a imprensa, na
noite de quinta-feira. O presidente da AIP disse que o Piauí não pode mais
perder indústrias. “Nosso sistema energético é caótico. As indústrias
param frequentemente, não têm como funcionar. Tem uma empresa instalada em
Nazária, que investiu R$ 7 milhões em equipamentos. Há cinco anos estes
equipamentos não têm como operar por falta de energia”, exemplificou.
atração de investimentos. “O Piauí não temos energia, não tem
infraestrutura, não tem porto, não tem ferrovia, nem estradas com capacidade de
carga para transportar os produtos. O que fazer? Lamentar a cada dia, o que é
deprimente para o Estado”, finalizou Joaquim Costa.(Diário do Povo)

















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