– Charge do Duke, via O Tempo.
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Reunião da bancada federal:Só Jesus (Rodrigues)
Apenas o Coordenador e um deputado da bancada federal compareceram a reunião que estava marcada para acontecer nesta segunda-feira (24) com o reitor da Universidade Estadual do Piauí – UESPI, Carlos Alberto e mais os prefeitos de Parnaíba e Ilha Grande. Na pauta, o embargo às obras do Parque Eólico, os Tabuleiros Litorâneos e liberação de recursos para melhorias na UESPI.
Além de Jesus Rodrigues (PT), o deputado Marcelo Castro (PMDB) foi, mas permaneceu por pouco tempo. Assis Carvalho (PT) e Iracema Portela (PP) enviaram representantes. Osmar Júnior (PC do B), Nazareno Fonteles(PT) e Ciro Nogueira(PP) justificaram suas ausências.
Durante a reunião os prefeitos de Parnaíba e Ilha Grande, Florentino Neto(PT) e Herbert de Moraes e Silva(PMDB), respectivamente, pedem o auxílio da bancada para que as obras do Parque Eólico, que estão embargadas há 46 dias, sejam liberadas. O embargo foi feito pelo Instituto Chico Mendes. O petista Jesus Rodrigues disse que reunirá a bancada para tentar encontrar uma solução. “Vamos nos reunir com o presidente nacional do Instituto Chico Mendes para debater o que pode ser feito para que a obra seja liberada”, afirma. Cerca de R$200 milhões foram investidos para a construção do Parque Eólico.
Em relação aos Tabuleiros Litorâneos, os irrigantes – como são chamados os trabalhadores do Tabuleiro – alegam que as taxas de energia estão altas. Segundo o Coordenador da bancada, eles solicitam a redução dessas taxas, uma linha de crédito especial para eles e o parcelamento das dívidas dos lotes.
UESPI
O reitor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Carlos Alberto, apresentou um levantamento das dificuldades e dos investimentos já feitos na instituição aos presentes. Na oportunidade o reitor apresentou também, projetos para serem realizados na universidade que somam R$ 35 milhões. “Nós mostramos o que temos feito e também as dificuldades da UESPI. O objetivo é pedir o auxílio da bancada para a liberação de verbas, a fim de realizar os projetos. Temos feito todas as melhorias possíveis para atender nossos alunos”, esclarece o reitor.
“Vamos levar todas estas pautas para a bancada debater. Estamos empenhados na busca de liberação de recursos e de trazer resultados positivos para o Estado”, finaliza o deputado Jesus Rodrigues.Por Karla Danielle da Silva

Um grupo de estudantes que no final da manifestação de sábado agendou encontro nesta segunda feira com a presidente da Câmara Municipal, vereadora Neta Castelo Branco, compareceu hoje à sede do Legislativo para colar cartazes nas paredes do prédio, porém, resolveu adiar o encontro, alegando que iriam reorganizar a agenda.
Florentino
afirma que o potencial de energia eólica da região é suficiente para garantir a
autossuficiência energética do município de Parnaíba, que poderia inclusive,
garante o prefeito, exportar energia para outras cidades. O deputado se
comprometeu a procurar a direção do instituto para tentar derrubar o embargo às
obras.
Aconteceu durante encontro informal em São João do Piauí, na casa da deputada estadual Amparo Landim (DEM), no final de semana. O governador teria declarado sua simpatia a uma candidatura do PMDB ao governo do Estado em 2014. Com isso, Wilson Martins revela duas tendências: será mesmo candidato a senador e não pretende criar conflito com o PMDB, que assumirá o governo em abril do próximo ano. Afinal de contas, não teria sentido uma candidatura de Wilson Martins ao Senado pela oposição.Elivaldo Barbosa

O deputado e secretário de Segurança Pública do Estado, Robert Rios Magalhães disse que os protestos que ocorreram em todo o Brasil são um recado direto a presidente Dilma Rousseff de como o país deve ser conduzido.
Ele avalia que todas as decisões de hoje em diante devem ser tomadas após uma discussão mais aprofundada com toda a sociedade. “O Bolsa Família já está passado, a população quer algo mais, só isso não convence mais a sociedade brasileira. As manifestações são um recado direto a presidente Dilma Rousseff de que quer mudança. Acho que tem que mudar muita coisa”, acredita.
Robert Rios também falou dos gastos com a Copa do Mundo e deu como exemplo os bilhões usados na construção do estádio Mané Garrincha que, segundo ele, seriam suficientes para resolver a problemática das drogas no Nordeste.
“Para ter noção, o Governo Federal gastou um bilhão e trezentos milhões só com a construção do Estádio Mané Garrincha. Esse valor daria para internar em clinicas de recuperação, todos os jovens envolvidos com as drogas no Nordeste. O volume de dinheiro investido na Copa do Mundo seria suficiente para salvar das drogas os jovens do Brasil. Com esse valor eles (dependentes químicos) contariam com clínicas bem aparelhadas e de qualidade. No entanto, o que vem ocorrendo são famílias se destruindo e sem condições de tratar os seus entes que se encontram nessa situação”, disse o secretário.GERMANA CHAVES, DO GP1
Na ditadura, os governos militares não tinham mais que 12 ministérios. E, tecnicamente, funcionavam, muitos deles, ocupados por políticos, o que passava a impressão de que os militares também procuravam composição num partidarismo em que só tinha vez a legenda da situação. Delfim Neto, em vários ministérios e o piauiense Reis Veloso, na Pasta do Planejamento, foram alguns dos notáveis civis que se integraram aos governos da época. O governo de hoje, em plena democracia parece que só tem razão de ser com as dezenas de ministérios onde a maioria se transformou em moeda de troca nas composições da base de apoio à presidenta da República no Congresso Nacional. São quase 40 ministérios com ações que se sobrepõem às funções de outros e com ministros que a grande maioria do povo sequer conhece. Mas, nem mesmo na crise, Dilma conseguiu reunir seus 39 ministros. Eles estão em Brasília, de ‘prontidão’, mas certamente a maioria não está sendo sondada para nada. O gabinete de crise reúne os mais próximos, logo, os mais importantes. Que são poucos, menos de uma dezena. O que está provado é que se a presidenta passar a faca em pelo menos 25 desses ministérios, 14 já seria de bom tamanho para o governo funcionar. Se Dilma fizer isso, as vozes roucas das ruas apoiam. O movimento das ruas dos últimos dias mostrou a Dilma o que inquieta a nação: a grossa corrupção que grassa nas instituições do país. A corrupção está sendo o carro-chefe dos mais variados temas que viraram palavra-de-ordem nas manifestações. A isso a presidenta e seu governo precisam dar uma efetiva resposta.Por: Arimatéia Azevedo (Cortar Cabeças)
Tenho olhado muito ao meu redor quando compareço a algum evento, notadamente político. Dezenas e dezenas “repórteres”, com potentes câmeras fotográficas às mãos, clicando os menores gestos de “padrinhos” políticos e/ ou a “estrela” do momento.A maioria possui blog, site, enfim, algum meio de comunicação também.