Sobre a reunião de ontem, em Brasília, entre o governador Wilson Martins e a bancada federal do Piauí, vale a pena ler o que disse o jornalista Zózimo Tavares:
“… o governador não deve alimentar grandes expectativas em relação à bancada do Piauí. Nunca antes na história deste estado, nem na época da ditadura militar, o Piauí teve uma bancada tão governista. 100% dos congressistas piauienses apóiam incondicionalmente o Planalto. Apesar disso – ou por isso mesmo – o prestígio da bancada em Brasília é zero. Não dá para o próprio gasto, como se diz popularmente. Ou seja, não tem força nem para defender suas próprias emendas.
O que o governador deveria ter feito era o próprio dever de casa. Era cortar despesas e evitar a criação de novos gastos. Porém, neste particular, ele imitou o seu antecessor, Wellington Dias. Ao invés de enxugar a máquina administrativa, preocupou-se foi em criar inchá-la, aumentando a despesa pública, consequentemente.
O governador teria feito uma grande economia se não tivesse recrutado tantos apaninguados para o seu governo; se não tivesse renovado os contratos para aluguel de carros e se tivesse evitado tantas outras despesas absolutamente desnecessárias. Pelo menos convenceria que fez a sua parte, que cortou a própria carne.
Além de não atar as sangrias de recursos públicos no Executivo, ele ainda saiu patrocinando despesas em outros poderes, como na Assembleia Legislativa. Sem a menor necessidade, ele viabilizou a convocação de 8 suplentes de deputado. Como de tostão em tostão se chega ao milhão, também de tostão em tostão jogado fora se chega à precisão. É o caso”.
Diversos
Wilsão já descarta o aumento para professores e médicos
Wilson Martins tenta esconder da imprensa o “miserê”em que vive o Piauí
Psiu!
Ontem, na reunião do governador Wilson Martins com os deputados e senadores da bancada do Piauí, em Brasília, nem os assessores do homem tiveram acesso.
Que dirá os jornalistas.
Segredo 1
O que se dizia nos bastidores da reunião é que Wilson não queria que vazassem para a mídia as informações que ele passaria sobre as finanças do Estado.
O mineiro Tancredo Neves dizia que não se mantém segredo uma conversa com mais de um interlocutor.
Imagine com 13, como foi o caso da reunião da bancada.
Segredo 2
É bom lembrar que quando se tratar realmente de segredo, o dono deve guardar para si.
Por:Arimatéia Azevedo
PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DEMITE JUIZ LEIGO EM PARNAIBA
Demitido do cargo de juiz leigo do Juizado Especial de Parnaíba, o advogado Francisco Rodrigues da Silva endereçou extensa, laudatória denúncia à OAB contra os juízes de Direito Júlio César Menezes Garcez e Stefan Oliveira Ladislau, apontando um suposto conluio deles com alguns advogados que militam na área.
Os juízes consideram essa uma infame campanha difamatória.
Inusitado
Mas quando souberam da manifestação do advogado, os juízes produziram um fato no mínimo inusitado: eles próprios tomaram a iniciativa de exigir que o Ministério Público apure as denúncias e, também, que a Corregedoria do TJ os investigue.
E, depois de tudo esclarecido, vão processá-lo.
O advogado chega a alegar ‘troca de favores entre Júlio César Garcez e Stefan Ladislau, denunciando que ambos trocaram sentenças em benefício próprio, fato que os magistrados consideram uma ‘vã tentativa de desqualifica-los’.
Francisco Rodrigues da Silva foi demitido pela presidência do TJ por não aceitar as mudanças feitas por Júlio César no Juizado, principalmente em relação à sua baixa produção.
Para se ter ideia da baixa produtividade do então juiz leigo Francisco Rodrigues, o juiz Júlio César destaca que se parasse de entrar processos hoje, naquele anexo, ainda assim seriam necessários no mínimo cinco anos para que todos esses processos virtuais fossem analisados.
A OAB apura o fato, centrando também na questão da quebra de sigilo de informações que Francisco Rodrigues divulgou relacionadas aos advogados citados por ele como metidos em supostas irregularidades.
O interessante é que a mudança atingiu a todos os juízes leigos do Juizado, mas somente Francisco reagiu.Portalaz
Charge do Duke (O Tempo)
A briga do PT de Teresina é por cargos e mídia
Essa briga sem sentido no PT de Teresina, para definirem se o partido sai com candidatura própria ou apoia o projeto de reeleição do atual prefeito, Elmano Férrer, é simplesmente por cargos e mídia, dizem os experts. Não podem viver longe dos contracheques que usufruíram no governo de Wellington Dias e que perderam na gestão Molim Molim.Querem uma “pontinha” na Prefeitura da capital.
Só que a impressão que passam para o país, através da imprensa, é a pior possível, sujando ainda mais o nome do Estado.
Essa luta desenfreada pelo poder é porque:
1) São cívicos demais
2)Cínicos demais
3) Amam demais Teresina, o Estado e os cofres públicos
Em tempo: Se a a lei da Ficha Limpa deixar, o PT já tem como certo o retorno de Wellington Dias ao governo do Piauí.
JORNALISTA TOMAZ TEIXEIRA E AS DECLARAÇÕES DO VICE- GOVERNADOR
“A declaração do vice-governador Moraes Souza Filho (sobrinho do ex-governador Mão Santa) de que não nutre simpatia pela candidatura de Mão Santa para a Prefeitura de Parnaíba, não repercutiu bem na Princesa do Igaraçu. Mão Santa lidera as pesquisas para a prefeitura da Parnaíba. Seria interessante se tivesse o apoio do sobrinho vice governador. Mas….. “
SOBRE OS PROBLEMAS ATUAIS DO PIAUI:
Tudo que o Piauí está sofrendo hoje, ainda são reflexos da desastrosa administração do então governador Wellington Dias, que endividou o estado e não conseguiu realizar um governo capaz de ajudar o estado a melhorar a sua arrecadação. Foi desenvolvimento zero.
Trabalhadores em Educação fazem assembleia geral quinta-feira
Trabalhadores em Educação fazem assembleia geral quinta-feira.Todos os trabalhadores em Educação do Piauí estão convidados a participar de uma assembleia geral da categoria que acontecerá na próxima quinta-feira(22) em Teresina.
ESPETÁCULO PAIXÃO DE CRISTO 2012
Zé Filho não vota em Mão Santa
Deputada rebate o CRM e diz que quer cursos de Medicina
Greve dos professores pode derrubar pretensões políticas de Átila Lira
Há quase 20 dias do mês de março e até hoje os alunos da rede estadual de ensino não tiveram sequer um dia de aula. E tudo continua como se nada tivesse ocorrendo, não obstante em algumas escolas particulares as aulas tenham começado no início de fevereiro, há mais de mês, portanto.
Se não melhorar o discurso e prometer algo mais convincente, o governador Wilson Martins e seu secretário de educação, Átila Lira, não vão convencer a categoria a voltar ao trabalho.
Aumento apenas para quem tem curso normal, não funciona. A quase totalidade já está aposentada. Falta dinheiro para atender o que pedem os professores? E como não falta para aumentar de 50 para 80 mil a verba de gabinete dos deputados estaduais? E os contracheques dos “lagartas”, que não trabalham e apenas aparecem na “folha” de pessoal?
Dizem que a continuação da greve do magistério vai interferir nas pretensões da Átila Lira, que desejava sair candidato do seu partido (PSB) a prefeito de Teresina. E agora, inchado?!
OS VEREADORES DO PREFEITO SÃO IMPORTANTES? SERVEM MESMO PRA QUÊ?
E assim caminha o eleitorado para mais uma eleição, engolindo sapo e arrotando caviar.
O peixe que não morre pela boca
Como na época em que atuava nos gramados, Romário é a estrela do fim de semana, com uma contundente entrevista às Páginas Amarelas de “Veja” e postagens no Facebook. Na “Veja” Romário abre o verbo e critica a pasmaceira e a submissão do Congresso, “onde ninguém quer saber de nada”. Já nas redes sociais, diz que o governo do PT e a FIFA tentam suprimir o Legislativo da discussão sobre a Lei da Copa, e que “a corrupção vai correr solta”. Esse é o jeito do baixinho jogar: com autenticidade e às claras. Vai virar craque também na política.Roberto Jefferson
VIVA “NÓIS”!!!
PMDBebê!

Usar o Twitter não pode. Mas usar a máquina, pode.
Por:ZózimoTavares
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu proibir, por 4 votos a 3, o uso do Twitter por candidatos às eleições do próximo ano antes do período fixado em lei para propaganda política. Ou seja, os candidatos só poderão usar o microblog a partir de 6 julho, data do início da propaganda autorizada pela Justiça Eleitoral.
Trata-se ao mesmo tempo de um equívoco e de um atraso do TSE. Primeiro, porque até as convenções não há candidatos. Estes só passam a existir a partir da homologação de seus nomes pelas convenções de seus respectivos partidos e coligações. Até lá existem no máximo pré-candidatos. Ou candidatos virtuais. E aí?
Em segundo lugar, o Twitter não é uma concessão do poder público, para receber o mesmo tratamento que a legislação eleitoral aplica ao rádio e à televisão, em matéria de propaganda política. O fato de um político ou qualquer outra personalidade abrir uma conta e postar mensagem no Twitter não significa que isto venha a caracterizar propaganda política.
Começa que, no Twitter, só entra quem quer. E o tuiteiro só segue também quem tem vontade. Não está obrigado a receber mensagem de quem não quer. E, quando passa a seguir alguém, não é necessariamente para concordar. Muitas vezes é justamente para discordar. Não é raro o político virar saco de pancada no microblog. Portanto, onde está a propaganda?
A decisão do TSE se configura um atraso porque o Twitter proporciona uma aproximação maior do político com o eleitor. Quando o político posta sua mensagem, geralmente sobre suas atividades cotidianas, ou dá uma opinião sobre determinado assunto, imediatamente recebe o retorno de seu gesto. Uns concordam, outros discordam, instantanea e livremente. Em que outro tipo de mídia é possível essa interação?
Antes de tomar uma decisão dessa envergadura, o Tribunal Superior Eleitoral deveria examinar melhor o que seja comunicação pessoal, interpessoal, grupal e coletiva. São diferentes modelos, com diferentes abordagens. Antes de vetar o Twitter, o TSE deveria, também, preocupar-se mais era com o uso da máquina pública na campanha, aí, sim, uma afronta à Justiça Eleitoral e à democracia.
Romário:Brasil passará vergonha, Copa-será uma merda e haverá o maior roubo em obras
Josias de Sousa
Porcaria!
PERGUNTAR NÃO OFENDE
*Antes de começar a greve dos professores, o secretário Átila Lira dizia alto e bom som nas entrevistas que o governo pagaria o piso tão logo o MEC divulgasse o percentual. E agora?

















