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Se antes as pesquisas eleitorais eram utilizadas principalmente para medir a disputa pelo Governo do Estado, agora elas passaram a ocupar papel central na corrida pelas duas vagas ao Senado Federal em 2026. Os principais pré-candidatos intensificaram a divulgação de levantamentos para reforçar seus discursos políticos e demonstrar força eleitoral. O deputado federal Júlio César tem destacado resultados de pesquisas nacionais que o colocam em posição competitiva. Já o senador Ciro Nogueira utiliza números divulgados pelo Instituto Veritar para fortalecer entre aliados e eleitores a percepção de liderança na disputa.

Por sua vez, o senador Marcelo Castro também aparece bem posicionado em diferentes levantamentos, buscando consolidar a imagem de um candidato com forte presença eleitoral e favoritismo na busca pela reeleição. O cenário evidencia uma mudança importante no debate político piauiense. As pesquisas deixaram de influenciar apenas a sucessão estadual e passaram a integrar, de forma intensa, a disputa pelo Senado, transformando-se em instrumento estratégico de campanha mesmo antes do período eleitoral. No entanto, a divulgação frequente de levantamentos com metodologias, amostras e períodos distintos tem gerado desconfiança entre os eleitores.
Enquanto uma pesquisa aponta determinado candidato na liderança, outro levantamento apresenta um cenário diferente poucos dias depois. O resultado é um eleitorado cada vez mais exposto às narrativas construídas a partir dos números, mas também mais cauteloso diante da diversidade de resultados apresentados. A corrida pelas vagas ao Senado já acontece nos bastidores, nas articulações políticas e nas ruas. Mas, cada vez mais, ela também é travada nos gráficos, tabelas e percentuais das pesquisas, que alimentam o debate público e a disputa pela narrativa entre os pré-candidatos.(Silas Freire)

O Serviço Social da Indústria, Departamento Regional do Piauí (SESI-DR/PI) abriu processo seletivo para contratar médicos para integrar o quadro pessoal da entidade. São dez vagas para formação de cadastro reserva. Os profissionais vão atuar em Teresina, de acordo com a descrição da vaga.

SESI Piauí abre processo seletivo para contratar médicos
O seletivo tem como banca organizado o Instituto Euvaldo Lodi (IEL-PI). As inscrições iniciaram no último dia 19 e vão até o dia 28 de junho pelo site da instituição. (O Dia)

Moradores do Centro e de bairros próximos em Buriti dos Lopes voltaram a relatar transtornos causados pelo uso de motocicletas com escapamentos irregulares durante a noite. As reclamações destacam a preocupação de famílias com crianças autistas, idosos, gestantes e até mesmo animais de estimação, que sofrem com o excesso de ruído provocado pelos veículos.

Segundo relatos, na noite da última sexta-feira (19), após a partida da Seleção Brasileira, um grupo de jovens realizou um “rolezinho” pelas principais ruas da cidade utilizando motocicletas com escapamentos adulterados ou sem o equipamento adequado. Durante o percurso, os condutores aceleravam bruscamente e desligavam os motores, provocando estampidos semelhantes a explosões, causando susto e desconforto à população.
Ainda de acordo com os moradores, o passeio durou cerca de 20 à 30 minutos, período suficiente para gerar pânico em diversas famílias. Pais afirmam que crianças com transtorno do espectro autista ficaram assustadas com os fortes ruídos, enquanto cães e gatos apresentaram sinais de medo e agitação dentro das residências.
A Polícia Militar acompanhou a movimentação pelas ruas da cidade, porém moradores questionam a efetividade das ações para coibir a prática e garantir o cumprimento da legislação de trânsito.
O uso de escapamentos adulterados é proibido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que prevê penalidades para veículos que circulam com descarga livre ou silenciador defeituoso. Moradores também lembram que a Câmara Municipal aprovou um projeto de lei proibindo motocicletas com escapamentos irregulares e fogos de artifício com estampido, mas a proposta ainda não foi sancionada pelo Executivo Municipal.
Diante da proximidade de novos eventos esportivos, moradores cobram providências das autoridades para evitar a repetição dos transtornos e garantir mais tranquilidade à população, além de questionarem se haverá ações efetivas para coibir novas ocorrências dos chamados “rolezinhos” nas ruas da cidade.

Uma mulher foi presa na noite deste domingo (21), por volta das 19h15, durante uma ocorrência de violência doméstica nas proximidades da Praça do Amor II, na Avenida 19 de Outubro, em Parnaíba.
A equipe da ROCAM 02 foi acionada pelo COPOM e, ao chegar ao local, flagrou a suspeita agredindo fisicamente uma senhora. Durante a intervenção policial, a mulher resistiu à abordagem, apresentou comportamento agressivo e chegou a morder o braço de um policial militar.
Para conter a resistência e garantir a segurança de todos os envolvidos, foi necessário o uso de algemas, conforme prevê a legislação. Diante do comportamento apresentado pela conduzida, o SAMU foi acionado, porém ela recusou atendimento médico, sendo lavrado o termo de recusa.
A vítima deixou o local antes de ser identificada e, segundo testemunhas, foi encaminhada por terceiros ao hospital.
A suspeita, identificada como Zélia da Conceição Araújo, foi conduzida à Central de Flagrantes, onde foi apresentada à autoridade policial para os procedimentos legais cabíveis.(PortaldoCatita)

A investigação teve início em 2024, após a apreensão de um aparelho celular durante uma ação operacional. A análise do conteúdo extraído do dispositivo revelou indícios da atuação de integrantes vinculados à organização criminosa na região, o que motivou o aprofundamento das investigações.-
Foto: Divulgação/SSP-PI
A partir das informações obtidas, foram adotadas diversas medidas investigativas, incluindo interceptações telefônicas e telemáticas, que permitiram mapear a estrutura da organização criminosa, identificar seus integrantes, colaboradores e a rede de apoio utilizada para manutenção das atividades ilícitas.
As investigações também possibilitaram a identificação do núcleo de sustentação ligado ao indivíduo conhecido como “Seu Léo”, apontado como uma das principais lideranças regionais da organização criminosa em Parnaíba. Segundo os levantamentos, ele possui diversos mandados de prisão em aberto e exerceria papel estratégico na articulação das ações do grupo criminoso. Além disso, foram identificados integrantes e pessoas cooptadas pela organização, incluindo indivíduos com passagem pelo sistema prisional.
Durante a operação, as equipes policiais atuaram de forma simultânea para desarticular estruturas de apoio, comunicação e logística utilizadas pela organização criminosa, atingindo diretamente sua capacidade de atuação e expansão na região.
O delegado Ayslan Magalhães, titular da Delegacia Seccional de Parnaíba, ressaltou que o trabalho das forças de segurança busca enfraquecer não apenas a prática criminosa, mas também toda a estrutura que permite a permanência das organizações criminosas nos territórios. “O crime organizado tenta se fortalecer por meio do medo, da cooptação de pessoas e da ocupação de espaços estratégicos. Nossa atuação tem sido direcionada justamente para quebrar essa dinâmica, identificando quem financia, quem dá suporte e quem contribui para a manutenção dessas estruturas criminosas. Esta operação demonstra a capacidade de integração das forças de segurança e o compromisso do Estado em manter uma presença firme e permanente no enfrentamento às organizações criminosas que atuam no litoral piauiense”, pontuou o delegado.
A ação foi coordenada pela 1ª Divisão de Repressão e Combate ao Tráfico de Drogas e contou com o apoio da Delegacia Seccional de Parnaíba, Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), Guarda Civil Municipal, Polícia Penal, Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, além de equipes do BOPE, BEPI e BOPAer. (Brunno Suênio/Gp1)





O superintendente de Esportes da Prefeitura de Parnaíba e influenciador digital Douglas da Silva Azevedo tornou-se réu em uma ação penal que tramita em sigilo sob a Lei Maria da Penha. A decisão foi proferida pelo juiz José Carlos da Fonseca Lima Amorim, da Vara Criminal da Comarca de Parnaíba, que recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado do Piauí.
Segundo o documento judicial, o Ministério Público denunciou Douglas pelo crime de perseguição contra mulher por razões da condição do sexo feminino, previsto na Lei Maria da Penha. Com o recebimento da denúncia, a Justiça determinou a citação do acusado para apresentação de defesa.
De acordo com a decisão, a acusação sustenta que, após o término do relacionamento, ocorrido em setembro de 2025, o denunciado teria passado a perseguir reiteradamente a vítima. O processo relata que ele teria enviado mensagens consideradas ameaçadoras por meio do WhatsApp e também através de transferências bancárias via PIX contendo mensagens de teor intimidatório.
Ainda conforme os autos, Douglas teria comparecido ao local de trabalho da vítima e tentado invadir uma sala onde ela se abrigou. O documento registra que, durante o episódio, ele teria segurado o braço da referia mulher e exigido acesso ao aparelho celular dela, comportamento apontado pela acusação como forma de perturbar sua liberdade e privacidade.
A decisão judicial destaca que existem indícios de autoria e materialidade, baseados nos relatos da vítima, no depoimento de testemunha e em registros de mensagens e transferências anexados ao inquérito policial.
Ao receber a denúncia, o magistrado ressaltou que a análise realizada nesta fase processual é preliminar e não representa condenação. O mérito das acusações ainda será julgado após a instrução do processo, com garantia do contraditório, da ampla defesa e da presunção de inocência ao acusado.
Procurado pela reportagem, Douglas da Silva Azevedo afirmou que não tinha conhecimento da existência do processo e, por esse motivo, não iria se pronunciar sobre o caso. Segundo ele, até o momento não havia sido oficialmente informado sobre qualquer ação relacionada aos fatos narrados na denúncia. Douglas também questionou a atuação do portal na cobertura do assunto, afirmando que o veículo não teria competência jurídica para abordar esse tipo de processo. Mesmo assim, a reportagem informa que os dados publicados têm como base documentos constantes nos autos judiciais e na decisão que recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público. O caso segue em tramitação na Justiça de Parnaíba.
Fonte: Portal AZ