Jornalista Arimateia Azevedo volta para prisão e Sindjor-PI repudia

Repúdio à insensibilidade do Judiciário e defesa da prisão domiciliar de Arimateia Azevedo

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí (Sindjor-PI) manifesta indignação diante da decisão do Judiciário piauiense que negou habeas corpus ao jornalista José de Arimateia Azevedo, determinando seu retorno ao regime fechado por decisão do juiz Marcus Klinger Vasconcelos.

Aos 72 anos, o jornalista enfrenta graves comorbidades, como diabetes tipo 2, hipertensão, sequelas de AVC, aneurisma de aorta abdominal e histórico de angioplastia com stents, necessitando de acompanhamento médico contínuo e especializado.
Mesmo assim, o Judiciário desconsiderou a falta de estrutura do sistema prisional para atender seu quadro clínico, ignorando os argumentos da defesa sobre os riscos à sua saúde.

O Sindjor-PI lamenta ainda a decisão do desembargador Antonio Lopes de Oliveira, da 2ª Câmara Criminal, que indeferiu o pedido de prisão domiciliar, apesar de o jornalista não representar risco à sociedade e já haver reconhecimento da gravidade do caso pelo STF.

Diante disso, o Sindicato apela por sensibilidade e respeito à dignidade humana, confiando que o caso será revisto nas instâncias superiores, com o restabelecimento da prisão domiciliar para preservar a vida do jornalista.

Teresina, 21 de fevereiro de 2026

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Piauí

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