Diversos
Preços exorbitantes e o atendimento desagradam quem visita o litoral
De Atalaia a Barra Grande, passando por outros destinos no litoral piauiense, a beleza do lugar continua sendo atrativo para os turistas, seja de outras cidades do Piauí, de outros estados e países. Mas, ainda falta um pouco de cuidado em relação ao atendimento ao turista.
“Paguei R$12,00 por uma cerveja numa barraca. Em outra paguei R$ 15,00”, disse Marcelo Albuquerque, funcionário público, que reside na capital. Marcelo foi ao litoral durante o feriado de Corpus Christi e preferiu não repetir a viagem nesse mês de julho.“Me senti lesado, assalto a mão desarmada”, disse.
Para o jornalista Paulo Chaves (foto), que esteve no litoral de 23 a 28 de junho desse ano, os preços, apesar de mais caros que na capital permanecem inalterados, não importa se é baixa ou alta estação. Ele já esteve por lá em épocas diferentes e constatou isso. Mas, tem uma dica para os comerciantes: ” Atendimento é bom, mas poderia ser melhor. Acho os garçons pouco profissionais, embora educados e atenciosos. Não custaria nada um treinamento profissionalizante”.
O secretário de Turismo do Piauí, Flávio Nogueira disse que os comerciantes do litoral já tiveram diversos treinamentos através do Sebrae, cursos, workshops para que pudessem ter uma melhor visão de mercado, já com relação aos preços não há como interferir. “A Secretaria de Turismo não tem como controlar esses preços. É iniciativa privada. A gente orienta mas, enquanto os comerciantes tiverem essa mentalidade errada de preços abusivos, eles não conseguirão que o cliente, que é o turista, retorne”.

Flávio Nogueira destacou que na região, em Parnaíba, tem um curso superior de Turismo e que os alunos provavelmente já estão atuando, fazendo intervenções, no sentido de achar o melhor caminho para o turismo local.
Caminho esse que o administrador e DJ Jorge Mariton acredita que só poderá ser traçado quando Estado desenvolver técnicas de gestão para o atendimento público. Ele esteve em Luís Correia nos dias 2, 3 e 4 de julho. “Estamos longe de grandes cidades litorâneas que atendem seus clientes em barracas com atenção”, disse.
“Eu não entendo porque na praia, onde tem peixe, camarão e caranguejo com mais facilidade, eles são menores e muito mais caros. Não justifica um tira-gosto de peixe de tamanho médio pra pequeno custar mais de R$ 60,00 “, disse Maria Laura, estudante de administração na capital. Ela diz ainda, que a maioria das barracas não adotaram um sistema de pagamento via cartão de crédito e débito, dificultando a vida do cliente. “Imagina o turista pde outro estado, que pensa que tem. Ele vai ter uma desagradável surpresa”, disse. “Para completar, os caixas de atendimento rápido nem sempre tem dinheiro, aí fica muito difícil”, ressalta.
O economista Fernando Galvão (foto abaixo) disse que “belezas naturais temos, precisamos de mais qualificação em termos de infraestrutura e de pessoas, mais criatividade e, como consequência as inovações”. Fernando ressalta que inovações não quer, necessariamente dizer que sejam equipamentos e materiais sofisticados. “Na praias que tem aquelas barracas de palha distantes dos bares, em Maramar, por exemplo, os bares poderiam servir bebidas em caixas grandes de isopor. Manteria as bebidas geladas e se tornava mais prático o atendimento. Isso já em feito em várias outras praias do nordeste! Simples e funcional: acabou as bebidas, troca isopor!”.

Fernando Galvão ainda destaca que alguns procedimentos simples poderiam ser adotados. “Detalhes fazem diferença: capricho! Já imagino o capricho ao se fazer comida olhando o cardápio e seu estado de conservação. Bebida quente deveria ser servida em copo de vidro adequado e na frente do cliente! Na verdade é servido em copo descartável e lá no bar, longe da vista do cliente, cartão de crédito e débito muito mais funcional mas, mas é raridade em nosso litoral, concluiu.(Alexandra Teodoro)
ERA PT USOU CARTÃO PARA TORRAR R$ 615 MILHÕES
Nos governos petistas de Lula e Dilma, de 2003 a 2015, os gastos com cartões corporativos somaram R$ 615 milhões. Cerca de 95% dessas despesas são “secretas”, por decisão do então presidente Lula, que alegou “segurança do Estado”, após o escândalo de ministros usando essa forma de pagamento em gastos extravagantes. Em 2002, o último ano do governo FHC, a conta dos cartões foi de R$ 3 milhões.
Ministros de Lula foram flagrados usando cartão corporativo para pagar tapiocas, resorts de luxo, jantares, cabelereira, aluguel de carro, etc.
A anarquia chegou ao ponto de um alto funcionário do Ministério das Comunicações comprar duas mesas de sinuca usando o cartão.
Em São Bernardo, seguranças da família do então presidente Lula pagaram equipamentos de musculação com cartão corporativo.
No governo Lula, seguranças de sua filha Lurian pagaram com cartão corporativo R$ 55 mil em material de construção, ferragens etc.(Diário do Poder)
Partido Solidariedade define rumo em 2016: Apoio à reeleição de Florentino Neto
Estado recebe doação de terreno da prefeitura de Parnaíba para construção do CER IV
O Governo do Estado recebeu da Prefeitura Municipal de Parnaíba a doação de um terreno na área urbana da cidade, para a construção do Centro Especializado em Reabilitação – Nível IV (CER IV) naquele município. O terreno fica situado no bairro São Vicente de Paula, na avenida Rosápolis e possui uma área total de 5.680,75 m².
O Centro, que será construído no terreno doado pela prefeitura, terá capacidade para atender, no mínimo, 700 pacientes por mês, distribuídos nas seguintes especialidades: auditiva, física, intelectual e visual.
Para a construção do Centro, a deputada federal e atual secretária estadual da Educação, Rejane Dias, está destinando R$ 5 milhões em emenda parlamentar. Enquanto o deputado estadual Hélio Oliveira está destinando R$ 600 mil em emenda parlamentar para a aquisição de equipamentos.
O secretário da Seid, Mauro Eduardo, fala que a doação do terreno para a construção do CER 4 é uma iniciativa muito importante da prefeitura de Parnaíba. “Esse Centro atenderá todos os municípios que compreendem a Planície Litorânea, e a doação do terreno é um passo importantíssimo para a concretização dessa obra, que beneficiará aquelas pessoas que precisam se deslocar para Teresina em busca de tratamento de reabilitação”, destaca Mauro Eduardo.
As sombrias perspectivas de restauração do “Miranda Osório”
Vereador Astrogildo acompanha prefeito Florentino Neto no Projeto “Prefeitura nos Bairros” na Pedra do Sal
FOTOS:SÉRGIO RICARDO
LULA NÃO OLHA PARA O PRÓPRIO RABO
E A ZPE?
Diz mais, Pedro Alcântara:”O Piauí é um caso atípico. Aqui tem Zona Livre de Exportação(ZPE), mas não possui, ferrovia, Porto e nem Estação Aduaneira. Merece uma tese”.
PIAUI ESPANTA TURISTAS: HAJA ASSALTOS
Pior para um casal de franceses que pagou R$ 80 para um taxis leva-lo de Parnaíba para o porto dos Tatus.
O turista pagou sabendo-se assaltado.
A CPI DA AGESPISA E O SECRETÁRIO MERLONG SOLANO
Merlong e Assis Carvalho
CPI e Merlong
O secretário de Governo, Merlong Solano (PT), falou ontem que não teme a CPI da Agespisa e garante que durante sua gestão na empresa não houve nenhuma irregularidade.
É, não houve, não. Só a previdência que nunca foi recolhida. E isso, por si, dá uma apropriação indébita.
De ano a ano
E quem diz isso não são os sindicalistas e tampouco os opositores do governo.
A apropriação indébita do dinheiro da previdência dos funcionários está no balanço patrimonial do exercício de 2011 a 2013, auditada inclusive por empresa pernambucana contratada pela gestão petista.
Lá, como se vê, aponta os períodos de retenção e não recolhimento ano a ano.
PGR no encalço
Mas justiça se lhe faça. Merlong não está sozinho nessa condição de apropriação indébita dos encargos previdenciários dos empregados da Agespisa.
Assis Carvalho também está no mesmo rolo. Tanto que até o procurador geral da República, Rodrigo Janot está atrás de saber o período da gestão do deputado federal na Agespisa.
Fogo
Rodrigo Janot despachou ofício para o governador Wellington Dias solicitando informações sobre o período da gestão de Assis Carvalho na Agespisa para abrir investigação contra o parlamentar.
Eita, isso vai pegar fogo.(Portalaz)
POR QUE O PREFEITO FLORENTINO NETO NÃO COPIA O EXEMPLO?
Firmino Filho parando o ônibus urbano que não quis transportar o cadeirante
Teje preso!
Só faltou o prefeito Firmino Filho dar ordem de prisão para o irresponsável do motorista que não parou o ônibus para um cadeirante, ontem.
Firmino passava no exato momento em que um ônibus da linha do Matadouro não parou para um cadeirante e, como prefeito e, sobretudo cidadão, foi tomar satisfação com o motorista.
Ainda fez pouco. Devia ter-lhe dado voz de prisão.
Pega o sujão
Quando prefeito de Teresina (1989-1992) Heráclito Fortes deflagrou a operação Pega o Sujão para manter a cidade limpa e chegava inclusive a dar ordem de prisão contra os sujões que flagrava jogando lixo nas ruas.
Com gente mal educada como os sujões do Heráclito, e irresponsável, como esse motorista do ônibus, o poder público tem que agir com pulso forte.(Com informações do Portalaz)
Parnaíba deverá contar com delegacia de narcotráfico
Fábio Abreu, ressalta que para combater a expansão do uso de drogas, as forças de segurança no Estado tem atuado para desarticular grandes traficantes, com o objetivo de desbastecer o pequeno comércio ilegal. Em entrevista ao Notícia da Manhã, desta quinta-feira (09), o gestor disse ainda que aumento o número de efetivo na a Delegacia de Proteção e Repressão a Entorpecentes (DEPRE).
“Aumentamos o número de delgados para seis e já apreendemos quase uma meia tonelada de drogas neste ano. O crack que chega ao país vem do exterior e é preciso reforçar as barreiras. Estamos desarticulando os grande traficantes para diminuir a oferta de drogas e precisamos atuar também com trabalhos sociais para que os jovens não migrem para esse mundo”, explica o secretário.
O secretário Fábio Abreu falou ainda que é a favor da redução da maioridade responsável e que até setembro serão investidos R$ 10 milhões na segurança, através de emendas parlamentares.
Partidos Emergentes terão candidatura a prefeito em Parnaíba
Na noite desta quinta-feira( 09) aconteceu mais uma reunião da U.F.C (União das Forças Comunitárias) um grupo formado por partidos emergentes. Em pauta sucessão municipal.
Casas abandonadas do projeto Minha Casa Minha Vida são alvo da ação de vândalos


O vereador do PSB Carlson Pessoa averiguou as condições das casas e ficou indignado com as cenas que encontrou. Conforme analisa o parlamentar, além da falta de organização do projeto e do atraso na entrega das casas, há falhas na seleção dos candidatos. “Não dá pra entender porque essas casas ainda não foram entregues, chegando a esse ponto de servirem de esconderijo e brinquedo para os bandidos.

Quero saber da Prefeitura e da Caixa Econômica o que está faltando para entregar essas casas para os cidadãos que são verdadeiramente os donos”, cobra o vereador.(Por Luzia Paula. Fotos Gleitowney Miranda / Ascom)
ESSE FILME É NOVO
esdrúxula do que essa que ai está? Se o governador Wellington Dias estivesse
agora cumprindo seu primeiro mandato, teria direito a um desconto. Mas, como já
conhece o poder por dentro e por fora,
torna muito complicada a compreensão do que esteja realmente querendo fazer.
máquina pública mais leve, mais ágil e econômica, se aumenta o número de
secretarias de 13 para 18? Depois, como é que um governador reeleito ainda no
primeiro turno se permita paralisar seu governo por mais de 100 dias à espera da
reforma que criaria cargos única e exclusivamente para atender aos aliados?
no primeiro turno, com boa aprovação popular e base político-parlamentar ampla,
precisar abrir vaga em seu secretariado para dar oportunidade a um eito de
suplentes dos quais não tem a menor necessidade? Nem ele, muito menos o Estado?
piauienses elegeram 30 deputados estaduais em 2006, mas vão pagar a 38! Isso se
o governador não entender de convocar mais deputado para sua equipe. Nem o
governador Hugo Napoleão, que assumiu o cargo em condições excepcionais, numa
situação de emergência, em 2001, chegou a tanto. Ele chamou 5 deputados para
sua equipe. E foi um escândalo! E alguém já viu um governador reeleito, com
popularidade em alta e apoio maciço no parlamento, oferecer secretarias
importantes e receber um sonoro “não” do convidado?
Tavares, escrito em abril de 2007, 2º ano do 2º mandato de Wellington Dias.
Parece que foi ontem, tamanha a coincidência de fatos, se comparados ao que
acontece agora, no primeiro semestre do 3º mandato do “índio”. O texto está no livro “Aprendiz de Feiticeiro” – De como o PT chegou ao
Governo do Piauí e, uma vez no Poder, meteu os pés pelas mãos”, de autoria
do Zózimo.
governador ruim, nem em seu governo, manco e míope. Repetitivo e previsível.
Igual ao PT, que parece haver se transformado numa fábrica de fazer ladrões. Cruz
Credo!!!
DEU NO JORNAL “NORTE DO PIAUÍ”
máquinas (o foguetório pipocou em todos os recantos para anunciar o desfile de
poucos caminhões-carretas) para serem instalados na área da ZPE em Parnaíba,
são “mixurucas”. Desses batedores de palha de carnaúba em Piracuruca e em Campo
Maior, para não mencionar outras cidades, existem em abundância. Parnaíba já
possuiu máquinas desse tipo. As “empresas” foram à falência.
do produto sintético descoberto nos EUA a cera de carnaúba passou a ser produto
sem a menor compensação econômica.(RB)
SONHO:”Deputado do PI defende construção de grande hospital regional em Parnaíba”
Procurador da República investiga Assis Carvalho sobre gestão na Agespisa
O Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou oficio para o governo do estado do Piauí solicitando que fosse informado o período exato em que o deputado federal Assis Carvalho (PT) foi diretor-presidente da Agespisa.
De acordo com o oficio, datado de 24 de junho deste ano, tal informação serve para instruir o Procedimento Preparatório de número 1.00.000.008969/2015-68 que tramita na PGR. Ainda de acordo com o ofício o documento foi recebido no Palácio de Karnak no último dia 2 de julho.
Carvalho (foto) já é indiciado em três processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) referentes a crimes contra o patrimônio, apropriação indébita e crimes da lei de licitações.
Abaixo o ofício do Procurador Geral da República (Portalaz)

A CRISE É REAL
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| Dr.José Luiz Jr. |
QUEM PAGA PELA VOLTA DA INFLAÇÃO?
Gomes(*)
sentindo no bolso, sentindo na pele, sentindo na visão, sentido na alma…
sentindo o quê, afinal? A volta da inflação, provocada exatamente por aqueles
que estão aí para bem administrar nosso país.
bolso sofre com a falta de dinheiro; a pele sofre porque ela cobre o corpo inteiro e o
sofrimento é total; nossa visão sofre vendo o comércio vazio; e,
finalmente, sofre nossa alma, vendo nossos irmãos perdendo empregos, cujo
sentimento do quanto isso dói só sabe quem já passou por este momento difícil.
parece ser o único país no mundo onde se combate a inflação com o aumento dos
juros. Seria mais fácil copiar a centenária sabedoria do nosso agricultor que
na sua simplicidade não usa as palavras “produção” e “inflação”. Ele usa, no
seu dia a dia, os termos “fartura” e
“carestia”, ou seja, se há um bom inverno é sinal de fartura no campo. E em
sendo assim não há carestia.
Ministros da área econômica poderiam pensar em uma grande produção, com
mercados cheios e, como resultado, baixa inflação. Mas fazem o contrário:
aumentam os juros, inibem o consumo, as lojas reduzem as compras e, consequentemente,
as indústrias diminuem a produção.
que mais subiram nos últimos 12 meses foram exatamente os administrados
diretamente pelo governo: a água, a luz, os combustíveis, impostos, taxas, etc.
E haja imposto para manter em funcionamento
os órgãos públicos que só geram despesas e o câncer da corrupção que está embutida em quase tudo que é público neste país. É só observar que nos últimos
12 meses o salário mínimo teve um aumento que não chegou a 10%, enquanto que tudo que o governo aumentou, naquilo que por
ele é administrado, incluindo juros, já passa dos 100%.
empresários fazem tudo o que é possível licitamente para manter preços baixos e
não perder clientes. Mesmo assim, sempre que vamos ao comércio achamos tudo
mais caro. No momento, a única coisa barata é o dinheiro, que não está valendo
quase nada. Mesmo assim, pior sem ele.

























