
Em 2027 a maioria das emendas dos deputados vai continuar bancando shows?


Entre os pontos que serão analisados estão as cargas horárias diária e semanal, o pagamento e a realização de horas extras, os intervalos entre os períodos de trabalho e a existência de mecanismos adequados para registrar a frequência dos funcionários.
Como parte das primeiras providências, o MPT determinou que a Prefeitura de Ilha Grande seja oficialmente notificada para prestar esclarecimentos e apresentar documentos relacionados à organização e ao controle da jornada dos servidores.
A abertura do inquérito não significa que as irregularidades tenham sido confirmadas. O procedimento deverá reunir informações e documentos para verificar a existência ou não de descumprimentos da legislação trabalhista.
O Portal GP1 entrou em contato com a Prefeitura de Ilha Grande para comentar o caso, mas não obteve resposta até publicação desta matéria. O espaço segue aberto.(Gp1)

Christian Lobauer, professor e cientista político – Foto: Wikipedia.
O Brasil está à beira de uma crise institucional sem precedentes e até da desobediência civil, adverte o cientista político Christian Lobauer, após as reações de pouco caso das autoridades diante do relatório da Polícia Federal documentando a relação de Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes, com o ex-banqueiro tratando o ministro do STF como a um subalterno. Piorou muito depois da divulgação do flagrante em foto de ministros do STF às gargalhadas, entre eles o próprio Moraes.
Também mostravam as amídalas de tanto gargalhar os ministros Gilmar Mendes, Christiano Zanin e até o próprio presidente, Edson Fachin.
Atônito, Davi Alcolumbre, presidente do Senado, o tribunal que julga o STF, mandou às favas os escrúpulos e a isenção: não terá impeachment.
O País ficou sem respostas: Lula (PT) se omitiu, Hugo Motta (Rep) se escondeu, Fachin gargalhou e Alcolumbre atacou os indignados.
“Quando as decisões deixam de ser reconhecidas como legítimas”, avisa Lobauer, “entramos no terreno perigoso da desobediência civil.”(Cláudio Humberto)

Ministro do STF Alexandre de Moraes. Foto: Luiz Silveira/STF
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, baseou o pedido de investigação contra o colega André Mendonça em um relatório interno da Polícia Federal, anônimo, que o próprio documento classifica como “sem caráter decisório e sem valor probatório”. O material não tem cabeçalho oficial da corporação nem assinatura de delegado, segundo informou reportagem de Carolina Brígido e Aguirre Talento, no Estadão.
O texto, citado por Moraes para acusar Mendonça de “abuso de autoridade e interferência indevida em inquéritos”, reúne relatos anônimos. Segundo essas fontes, o relator das operações Sem Desconto (fraudes no INSS) e Compliance Zero (Banco Master) teria tentado influenciar acordos de delação premiada e dito que não confiava no diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, nem no procurador-geral da República, Paulo Gonet. Uma das informações anônimas afirma ainda que Mendonça instaurou procedimento para avaliar o afastamento de Rodrigues por suspeitas ligadas à investigação que alcançou o filho do presidente Lula.
O próprio relatório, no entanto, classifica a confiabilidade desses relatos como “baixa a moderada”, justamente por se apoiarem apenas em depoimentos sem provas documentais.
Sobre a ordem de Mendonça para identificar o interlocutor do banqueiro Daniel Vorcaro em mensagens apagadas do celular, o documento considera o pedido “ato preliminar defensável e possivelmente devido”. Já a exigência da íntegra de todas as conversas dos interlocutores é vista como investigação indevida, por poder extrapolar a competência do relator. O texto também registra que Mendonça já havia perguntado, em reuniões com a PF, o que havia no aparelho de Vorcaro em relação a Moraes.
O relatório contradiz ainda a conclusão de Moraes de que o material apontaria direcionamento indevido das apurações contra cinco ministros do STF. Os nomes aparecem em outros contextos e com confiabilidade baixa. Em um trecho, o documento afirma que as suspeitas da PF sobre a relação de Dias Toffoli com Vorcaro eram graves e não foram apuradas no Supremo. Em outro, registra preocupação de Mendonça com acusações infundadas contra Kassio Nunes Marques.
Moraes usou o inquérito das fake news, do qual é relator, para encaminhar o material ao presidente do STF, Edson Fachin, e pedir providências. Fachin abriu procedimento para apurar o caso.(Diário do Poder)
A Prefeitura de Luís Correia adiou o Desfile Cívico previsto para o dia 4 de setembro após o assassinato do radialista Gilberto Veras, ocorrido na tarde desta quinta-feira no bairro Campos.
A Prefeitura Municipal de Luís Correia, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informa que o Desfile Cívico de Luís Correia, previsto para o dia 4 de setembro, está sendo adiado em virtude do falecimento do colaborador e servidor público Gilberto Veras.Nossa homenagem e solidariedade aos familiares, amigos e colegas. Gilberto Veras deixa sua marca de dedicação, compromisso e amizade, diz um trecho da nota.
Conforme as informações, Gilberto morava próximo a uma área de conflitos entre facções criminosas. O crime teria ocorrido uma troca de tiros entre criminosos, ocasião em que Gilberto foi atingido. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu no Hospital Municipal Nossa Senhora da Conceição.
Outras versões indicam que Gilberto estaria em uma casa quando dois homens chegaram em uma motocicleta procurando pelo proprietário do imóvel e abriram fogo.
Segundo a PM, no ataque, além da morte do radialista, outra pessoa de 34 anos também foi baleada e caiu morta em uma rua. Até o momento, não há detalhes oficiais sobre as circunstâncias do crime. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil do Piauí, que deve apurar a motivação e a identificação dos envolvidos.
Com pesar, a Câmara Municipal de Luís Correia – PI manifesta profundo sentimento pela partida do servidor público Gilberto Veras.
Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando força e conforto para enfrentar esta irreparável perda.
Que Deus conforte o coração de todos e receba Gilberto Veras em sua morada eterna.(MN)
O governador Rafael Fonteles saiu como o principal derrotado político do debate realizado ontem à tarde pela TV Meio Norte. A emissora havia sinalizado anteriormente que não realizaria mais o confronto, mas voltou atrás em meio a um cenário eleitoral marcado por uma parcela relevante de eleitores ainda indecisos. Nos bastidores políticos, a leitura é de que o debate interessava à estratégia do governador. A expectativa de seus aliados seria encontrar no estúdio Gustavo Henrique, do Avante. A batalha judicial, porém, mudou o roteiro: quem compareceu representando a coligação Novo/Avante foi Eliseu Aguiar.

E Eliseu acabou protagonizando alguns dos momentos mais duros do debate. Partiu para o confronto direto com Rafael Fonteles, chamou o governador de “mentiroso” e chegou a recorrer a um conhecido forró para reforçar a provocação. O que deveria ser uma oportunidade para Rafael consolidar sua posição acabou oferecendo justamente ao adversário um palco para atacá-lo diretamente. Eliseu aproveitou os holofotes e tentou colar no governador, repetidamente, a pecha de “mentiroso”. No saldo político do confronto realizado durante a tarde, a estratégia acabou produzindo um efeito contrário ao esperado: Rafael entrou no debate como favorito e saiu como o principal alvo.(Silas Freire)
A um mês das eleições, o Palácio de Karnak está preocupado com o elevado número de eleitores piauienses que ainda não decidiram o voto. Mesmo nas pesquisas estimuladas, o percentual de indecisos ultrapassa, em alguns levantamentos, a casa dos 25 pontos um contingente mais do que suficiente para influenciar o resultado da disputa. O sinal amarelo aumenta porque Rafael Fonteles, embora continue favorito, já não aparece com aqueles percentuais superiores a 70% registrados anteriormente. Nas pesquisas mais recentes citadas no meio político, o governador oscila na faixa dos 50% a 56%.

Nas pesquisas espontâneas, a preocupação é ainda maior. Sem a apresentação dos nomes dos candidatos, os indecisos chegam perto de 50%, mesmo com a campanha nas ruas e a propaganda eleitoral em andamento. No Karnak, a leitura é de que a eleição ainda não despertou plenamente o interesse do eleitor piauiense. Isso ajuda a explicar a maior exposição do governador e sua participação em debates. Rafael tem favoritismo, mas o tamanho dos indecisos não deixa o Karnak comemorar por antecipação: a eleição ainda não está definida.(Silas Freire)
Sem controle
O debate entre os candidatos a governador na TV Meio Norte, na quarta-feira, evidenciou que, em um ambiente não controlado por sua equipe, o governador Rafael Fonteles (PT), mesmo treinado, tende a perder o prumo.
Atacado por todos os candidatos, Rafael sinalizou o golpe e chegou a ser ríspido.
Não é bem isso…
O governador lamentou que seus opositores fizessem uso do espaço do debate para criticar seu governo e fazer denúncias de mau uso de dinheiro público.
Porém, a oposição fez o que é mais proveitoso: atacar o governo em pontos fracos e reforçar denúncias.
Trinta…
Não são poucas as apostas no mercado eleitoral para um dado que aponte Joel Rodrigues com 30% ou mais de intenções de voto em próximas pesquisas.
A conferir, pois.
O candidato ao Governo do Piauí, Joel Rodrigues, apresentou o que classifica como um dos eixos centrais de seu plano de segurança pública: um programa estadual voltado à distribuição de capacetes homologados para motociclistas de baixa renda. A proposta, segundo ele, busca enfrentar um problema crônico do trânsito piauiense, o alto número de acidentes fatais envolvendo motocicletas.

Joel Rodrigues propõe programa de capacetes para motociclistas de baixa renda no Piauí
De acordo com o candidato, a iniciativa consiste na criação de um mecanismo estadual de apoio à aquisição de equipamentos de proteção, combinado a ações permanentes de educação para o trânsito.
“Não podemos aceitar que a motocicleta, que é o instrumento de trabalho de tantas famílias, continue sendo também uma das principais portas de entrada para acidentes graves e mortes. O Estado precisa estar presente antes da tragédia”, afirmou Joel.
“Não basta realizar apenas blitzes ou operações de trânsito de forma pontual, enquanto comportamentos de risco continuam presentes diariamente nas ruas e rodovias”, avaliou, ao propor uma política de trânsito baseada em planejamento contínuo e integração entre instituições, e não em iniciativas isoladas.
O programa ainda não teve detalhes operacionais divulgados, como fontes de financiamento, critérios de elegibilidade ou prazo de implementação. A proposta integra o conjunto de medidas que Joel apresenta como parte de seu plano de governo para a área de segurança pública, caso seja eleito.(O Dia)
O Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) julgou parcialmente procedente representação contra a Prefeitura de Cajueiro da Praia e reconheceu irregularidades na gestão de pessoal durante 2023. Entre elas, casos de nepotismo, nomeações consideradas irregulares e pagamentos indevidos com recursos do Fundeb. A decisão foi unânime e apontou o prefeito Felipe de Carvalho Ribeiro como responsável pelos atos de gestão questionados.
A determinação mais contundente é a exoneração de cinco servidores. Entre os casos apontados estão Thiago de Carvalho Ribeiro, irmão do prefeito e nomeado para cargo comissionado em Teresina; João Maria Souza Damasceno, irmão da secretária de Educação; Tayse Rodrigues Damasceno Araújo, sobrinha da secretária; José Arteiro Roque dos Santos, pai do secretário de Desenvolvimento Econômico; e Eline Souza Damasceno, irmã da secretária de Saúde. O TCE determinou que as exonerações sejam cumpridas sob pena de novas sanções.

O caso também atinge diretamente os recursos da educação. O Tribunal determinou que a Prefeitura recomponha R$ 58.677,60 ao Fundeb, referentes a abonos considerados indevidos pagos a Elivânia Damasceno Hattori e Pedro Felipe Silva Lima. Além disso, o prefeito recebeu multa de 1.000 UFR-PI por cada vínculo irregular reconhecido no processo.
A decisão ainda determina que a gestão municipal se abstenha de repetir as irregularidades durante o mandato de 2025 a 2028, sob pena de novas punições em caso de reincidência. O processo teve origem em representação apresentada pelo Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Cajueiro da Praia (SINDFUP) e foi relatado pelo conselheiro substituto Alisson Felipe de Araújo. O TCE afastou apenas a proposta de exoneração de André Lúcio de Almeida Batista, em razão de sua reintegração por decisão do Tribunal de Justiça do Piauí.
O resultado é um duro revés para a administração de Cajueiro da Praia: o órgão de controle não tratou o episódio como simples falha burocrática, mas reconheceu formalmente nepotismo, nomeações irregulares e uso indevido de recursos do Fundeb, com responsabilização do gestor e determinações concretas para corrigir as práticas. Até a publicação das informações consultadas, o prefeito e os demais citados não haviam apresentado manifestação pública sobre a decisão.
Fonte: Portal A10+
Um homem de 34 anos é a segunda vítima confirmada do ataque a tiros que também matou o radialista Gilberto Veras nesta quinta-feira (03/09), no bairro Campos, em Luís Correia, litoral do Piauí. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi atingida pelos disparos e caiu morta em uma rua da região.
Foto: Reprodução
A confirmação da segunda morte ocorre após as primeiras informações indicarem que outras duas pessoas haviam sido baleadas na mesma ocorrência. Até o momento, a identidade do homem de 34 anos não foi divulgada.
Gilberto Veras também foi atingido durante o ataque. O radialista chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Nossa Senhora da Conceição, mas não resistiu aos ferimentos.
As circunstâncias do crime ainda estão sendo esclarecidas. Uma das versões preliminares aponta que Gilberto estava em uma residência quando dois homens chegaram ao local em uma motocicleta à procura do proprietário do imóvel. Os suspeitos teriam aberto fogo e fugido em seguida.
Foto: Reprodução
Outra informação apurada junto à Polícia Militar indica que a área onde o radialista morava registra conflitos entre grupos criminosos e que os disparos podem ter ocorrido durante um confronto. Até o momento, porém, não há confirmação sobre qual das versões corresponde à dinâmica do crime nem sobre quem era o alvo dos tiros.(Conecta Piaui)
A Justiça Eleitoral condenou o deputado federal e candidato ao Senado Federal, Júlio César Lima (PSD) pela divulgação de fake news sobre números de uma suposta pesquisa em que aparecia na frente como candidato a senador.
De acordo com a ação, Júlio divulgou em suas redes sociais, no último dia 16 de agosto, uma peça gráfica que continha resultados de intenção de voto extraídos de uma pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Amostragem.

Na pesquisa, foi vinculada a associação de adversários de Júlio César ao ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, na tentativa de manipular o resultado. A medida liminar foi deferida pelo relator e determinou a suspensão da divulgação da suposta pesquisa, sob pena de pagamento de uma multa.
“Ante o exposto, em consonância com o parecer do Ministério Público Eleitoral, resolvo o mérito da presente demanda, confirmar os efeitos da medida liminar outrora deferida, determinando a suspensão definitiva da veiculação da propaganda irregular e condenar o representado Júlio César de Carvalho ao pagamento de multa por propaganda irregular na internet”, diz a decisão assinada pelo juiz relator Auderi Martins Carneiro Filho.(Guilherme Freire)

O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu à Justiça Eleitoral a impugnação do registro de candidatura de sete políticos que disputam as eleições de 2026 no Piauí. Entre os nomes estão Elizeu Aguiar (Novo), candidato ao Governo do Piauí, e Jadyel Alencar (Republicanos), que busca a reeleição para a Câmara dos Deputados. Também são alvo dos pedidos Irmão Veloso (PSDB), Cleiton Popular (PL), Samuel Coêlho (PL), Antonio de Deus (Democracia Cristã) e Deri Sousa (PSOL).
Os pedidos de impugnação foram apresentados ao Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI), responsável pela análise dos registros de candidatura e dos questionamentos apresentados pelo Ministério Público Eleitoral.
O que é impugnação de candidatura?
A impugnação é um pedido apresentado à Justiça Eleitoral para questionar o registro de uma candidatura. Ela pode ser apresentada quando há alegação de que o candidato não atende a algum requisito legal ou está enquadrado em uma hipótese de inelegibilidade. O pedido é analisado pela Justiça Eleitoral, que decidirá se o registro deve ser deferido ou não. Portanto, uma candidatura ser alvo de impugnação não significa que o candidato já esteja impedido de disputar a eleição.
Confira a lista
Elizeu Aguiar
Elizeu Aguiar (Novo) é candidato ao Governo do Piauí. Segundo o MPE, o pedido de impugnação está relacionado à rejeição de contas públicas por irregularidade considerada insanável e associada a ato de improbidade administrativa.
Jadyel Alencar
Jadyel Alencar (Republicanos) é candidato a deputado federal. O Ministério Público Eleitoral aponta como motivo para o pedido de impugnação uma condenação por crime previsto entre as hipóteses de inelegibilidade estabelecidas pela legislação eleitoral.
Irmão Veloso
Irmão Veloso (PSDB) disputa uma vaga de deputado federal. O pedido apresentado pelo MPE está relacionado a contas de campanhas anteriores julgadas como não prestadas, situação que impede a obtenção da quitação eleitoral.
Cleiton Popular
Cleiton Popular (PL) também é candidato a deputado federal. Conforme o pedido do Ministério Público Eleitoral, ele possui condenação por crime previsto nas hipóteses de inelegibilidade da legislação eleitoral.
Samuel Coêlho
Samuel Coêlho (PL) disputa o cargo de deputado estadual. O motivo apontado pelo MPE é a existência de contas de campanhas anteriores julgadas como não prestadas.
Antonio de Deus
Antonio de Deus (Democracia Cristã) é candidato a deputado federal. O Ministério Público Eleitoral também questiona o registro em razão de contas de campanhas anteriores que foram julgadas como não prestadas.
Deri Sousa
Deri Sousa (PSOL) é candidato a deputado estadual. O pedido de impugnação apresentado pelo MPE tem como fundamento uma condenação por crime previsto entre as hipóteses de inelegibilidade previstas na legislação eleitoral.
Os pedidos ainda serão analisados pela Justiça Eleitoral. A apresentação de uma ação de impugnação pelo Ministério Público Eleitoral não significa, por si só, que o candidato esteja definitivamente impedido de disputar a eleição. Cabe ao TRE-PI analisar os argumentos apresentados e decidir sobre a situação de cada candidatura.
(Fonte: MPE/Piauihoje)





A falta de água e os problemas recorrentes no fornecimento de energia elétrica têm afetado a rotina de piauienses em diferentes municípios do estado. As reclamações sobre os serviços prestados pela Águas do Piauí e pela Equatorial estão entre os temas que o deputado federal Júlio Arcoverde vem levando ao debate ao longo do mandato.
Para o parlamentar, serviços essenciais não podem funcionar de forma precária enquanto a população continua pagando suas contas todos os meses. Júlio também questiona se o modelo das concessões tem, de fato, atendido às necessidades da população.
Júlio Arcoverde tem utilizado o mandato para dar visibilidade às reclamações dos piauienses e cobrar responsabilidade das empresas e dos órgãos responsáveis pela fiscalização.
O deputado defende que o tema continue sendo levado ao Congresso Nacional, com cobrança, fiscalização e discussão sobre a qualidade dos serviços oferecidos no estado.

Fonte/Créditos: Assessoria
Créditos (Imagem de capa): Reprodução

O presidente Lula (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do STF – (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil).
Mobilizada no impeachment de Alexandre de Moraes, a oposição tem se surpreendido com discreto apoio de governistas. É que, temendo impacto do escândalo Vorcaro/Moraes em sua campanha, Lula orientou que, “sem tripudiar”, petistas defendam a investigação do escandaloso relacionamento que transformou um ministro do no Supremo Tribunal Federal (STF) em consultor e informante de fraudador. Lula esfrega as mãos de ansiedade pela abertura de nova vaga de ministro do STF.
Lula também sonha com uma terceira vaga, de Dias Toffoli, enrolado com Vorcaro no Tayayá. Para Lula, não se pode “cassar” apenas Moraes.
A bronca de Lula é do tempo de cadeia, quando Toffoli tomou decisões que o revoltaram. Ainda se diz “traído” e quer ver o ministro pelas costas.
Somente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem a prerrogativa de abrir processo de impeachment de ministro do STF. E ele não quer.
Alcolumbre só abre processo se Lula mandar ou o STF pedir. Alcolumbre é temente a Moraes e ao STF como um todo, nessa ordem.(Cláudio Humberto)
O senador Ciro Nogueira entrou na luta dos trabalhadores da limpeza pública pela aprovação de um piso salarial nacional para garis e margaridas. Ao lado de representantes da categoria, Ciro reforçou em Brasília a articulação para que a proposta avance no Senado e chegue à mesa do presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

A categoria busca uma definição nacional que valorize milhares de trabalhadores que diariamente enfrentam sol, chuva e condições difíceis para manter as cidades limpas. Agora, a missão de Ciro é ajudar a destravar o assunto em Brasília e conquistar o apoio de Alcolumbre para colocar a reivindicação dos garis no caminho da votação.(Silas Freire)

Delegado Charles ainda não recebeu recursos do PV e teve que tirar do próprio bolso. | DivulgaçãCom a aproximação das eleições e a necessidade de acelerar as campanhas, candidatos a deputado federal pelo Piauí começaram a recorrer ao próprio patrimônio para reforçar as despesas eleitorais. Levantamento realizado pela coluna mostra os principais nomes que já declararam recursos próprios investidos na disputa de 2026.
Entre os candidatos listados, Merlong Solano é quem mais colocou dinheiro do próprio bolso na campanha, com R$ 80 mil registrados. Na sequência aparecem Wilson Martins, com R$ 63 mil, e Flávio Nogueira, com R$ 50 mil.
O levantamento aponta ainda que Delegado Charles destinou R$ 40 mil de recursos próprios para a campanha. Alan Osório aparece com R$ 30,096 mil, enquanto Jadyel e Dr. Francisco registraram R$ 30 mil cada.
Também aparecem na lista Castro Neto, com R$ 25 mil, e Magno Soares, que declarou R$ 1 mil em recursos próprios.
Até o momento, os valores registrados pelos candidatos são:
A legislação eleitoral permite que os próprios candidatos financiem parte de suas campanhas, mas o uso de recursos próprios é limitado a 10% do teto de gastos estabelecido para o cargo, conforme as regras eleitorais.
Para os candidatos, o aporte pessoal pode servir como uma forma de antecipar despesas e ampliar a estrutura de campanha, especialmente neste período em que as candidaturas intensificam ações de rua, comunicação e mobilização eleitoral.
Os valores podem mudar ao longo da campanha, à medida que novas declarações de receitas e despesas sejam inseridas na prestação de contas eleitoral. (Francy Teixeira)
O candidato ao Governo do Piauí, Joel Rodrigues (Progressistas), tem evitado transformar a disputa estadual em uma extensão da polarização nacional entre direita e esquerda. Questionado sobre seu candidato à Presidência da República, Joel prefere direcionar o discurso para os problemas do Estado e tem repetido uma frase que virou uma espécie de síntese de sua campanha: “O Piauí não tem tempo de escolher se vai para a direita ou para a esquerda. O Piauí precisa seguir reto.”

Na avaliação do candidato, “seguir reto” significa enfrentar problemas como a falta d’água, a demora na regulação hospitalar, as dificuldades na saúde pública, obras prometidas e não concluídas e a carga tributária, que, segundo ele, pesa sobre comerciantes, empresas e trabalhadores. A estratégia é tentar tirar a eleição estadual do eixo da disputa ideológica nacional e concentrar o debate nas demandas do Piauí. Joel também defende que o próximo governador, independentemente de quem estiver no Palácio do Planalto, precisará manter diálogo com Brasília para garantir investimentos e recursos para o Estado.
A aposta da campanha é apresentar a eleição como uma escolha entre diferentes projetos para o Piauí, e não como uma disputa entre os polos políticos nacionais. “Seguir reto”, nesse sentido, passa a funcionar como o principal slogan político de Joel para defender uma campanha centrada nos problemas do Estado e na promessa de enfrentar o que ele classifica como atraso.(Silas Freire)