
Vereador Caxingó retira bandeiras da Prefeitura em obra do Governo do Estado e critica uso político da pavimentação em Parnaíba








O senador e pré-candidato à reeleição, Ciro Nogueira (Progressistas), participou, ao lado do pré-candidato a governador Joel Rodrigues, presidente do Progressistas no Piauí, de um encontro promovido com lideranças de Teresina na noite de terça-feira (30).
O evento, organizado pelo superintendente da SDU Norte de Teresina, Alan Brandão, aconteceu no auditório do Paulo VI, no bairro Cabral, e reuniu uma multidão, apoiadores, de todas as regiões da capital.
Durante o encontro, Joel e Ciro defenderam um projeto político voltado para “um Piauí com menos propaganda e mais realidade”, destacando propostas voltadas ao desenvolvimento do estado e o fortalecimento da atuação municipalista.
Em seu discurso, Ciro Nogueira ressaltou o crescimento da pré-campanha de Joel Rodrigues e afirmou perceber um forte sentimento popular em torno de sua candidatura. O senador destacou que o apoio da população é o principal fator para o sucesso nas urnas.

“Eleição se ganha com o sentimento, o sentimento do povo. A eleição do Joel é muito parecida com a do Mão Santo de 94. Eu vivi aquilo ali, presenciei. Quando o povo quer, não tem quem segura, não tem liderança, não tem prefeito, não tem vereador, não tem ninguém. Quando Deus quer e o povo sinaliza, não tem para ninguém”, afirmou Ciro.
Já Joel Rodrigues ressaltou a união de forças, em especial a possibilidade de dobradinha com Ciro Nogueira senador e ele governador para devolver o Piauí aos Piauienses, uma expressão que tem repetido em todos os municípios por onde passa e que está sendo um verdadeiro mantra de sua caminhada.

“Eu estive prefeito de Floriano quatro vezes e eu sei como foi ser prefeito sem a parceria com Ciro Nogueira e depois da parceria com Ciro que trouxe casa, esgotamento, saúde, mobilidade urbana. Esse homem é um gigante. Certeza que se trouxe 5 bilhões, agora vai dobrar esses recursos pelo nosso estado. Vamos juntos mudar a história do Piauí”, destacou Joel.
Ciro e Joel seguem, nesta quarta-feira, dia 1º, cumprindo uma extensa agenda por cidades do interior do estado.
Fonte/Créditos: Assessoria
A partir deste sábado (04), o governador Rafael Fonteles (PT) não poderá mais participar de solenidades para inauguração de obras públicas. A medida se deve ao início do período de condutas vedadas aos pré-candidatos que ocupam cargos públicos.
De acordo com as regras estabelecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as restrições começam sempre três meses antes do primeiro turno das eleições. Além de vedar o comparecimento nas inaugurações de obras, esses postulantes também não devem promover nomeações, exonerações e contratações.

A proibição tem o objetivo de garantir igualdade de oportunidades na disputa eleitoral, bem como evitar que a máquina pública e os recursos do governo sejam utilizados para promoção pessoal do gestor.
Rafael Fonteles já declarou que irá fazer plenárias temáticas e continuar visitando os municípios piauienses antes de iniciar o período da campanha eleitoral, no dia 16 de agosto.
O gestor ainda ressaltou que a convenção dos partidos da base aliada está prevista para acontecer no dia 25 de julho.(Viagora)
Segundo informações da corporação, foi montada uma campana no endereço da mulher, pois o imóvel já era alvo de monitoramento policial por suspeita de ser um ponto de comercialização de entorpecentes. Foi percebida uma intensa movimentação no local, compatível com os indícios de que a casa fosse usada como boca de fumo.
Diante disso, os policiais empreenderam buscas na residência, onde encontraram uma arma de fogo, munições e duas granadas, armazenadas em local de fácil acesso às crianças que moravam na casa. Uma equipe especializada do BOPE foi acionada para recolher os artefatos explosivos com segurança.
No fim da ação, N. R. S. foi presa e encaminhada à Central de Flagrantes para adoção das medidas legais cabíveis. A Polícia Civil segue investigando a origem e destinação dos explosivos, além da possível ligação da mulher com organizações criminosas atuantes na região. (Carolina Matta/Gp1))
A operação de transbordo realizada no litoral de Luís Correia continua gerando repercussão política e, até o momento, não mobilizou nem mesmo a base aliada do governador Rafael Fonteles em defesa da narrativa de que o Piauí passou a contar com um porto plenamente operacional. Nos bastidores do Palácio de Karnak, o discurso adotado pelos aliados tem sido cauteloso. O máximo que governistas têm destacado é que a iniciativa representa um avanço para a exportação de minério. No entanto, poucos têm endossado a tese de que houve a inauguração efetiva do Porto de Luís Correia.

A operação realizada consiste no sistema de transbordo, no qual uma embarcação de menor porte, com capacidade para cerca de 9 mil toneladas, transporta a carga até aproximadamente 30 quilômetros da costa, onde ela é transferida para um navio de maior porte, com capacidade para cerca de 100 mil toneladas. Segundo informações divulgadas sobre a operação, esse procedimento tem custo elevado e não representa o funcionamento de um porto com atracação de grandes navios. O silêncio da base governista tem chamado atenção. Embora aliados tenham repercutido o evento institucional promovido pelo governo, poucos assumiram protagonismo na defesa pública da narrativa apresentada pelo Palácio de Karnak.
Nas redes sociais e nos espaços de debate político, a maior parte dos apoiadores limitou-se a reproduzir conteúdos oficiais, sem afirmar que o Porto de Luís Correia esteja plenamente concluído ou em operação definitiva. Para críticos da iniciativa, a repercussão discreta entre os próprios aliados demonstra que a operação de transbordo ainda não foi suficiente para consolidar a promessa de um porto plenamente funcional no litoral piauiense, mantendo o tema nas discursões políticas e administrativa do Estado. (Silas Freire)

Durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) desta terça-feira (30), foi aprovado requerimento para realização de audiência pública junto à Comissão de Infraestrutura, Política Econômica e Turismo debater o funcionamento das operações de investimento, infraestrutura e perspectivas de desenvolvimento do Porto do Piauí. A proposta é de autoria do deputado Gustavo Neiva (PP).
Educação – Rubens Vieira (PT) é autor do Requerimento aprovado para envio de ofício ao Governador e à Secretaria de Estado da Educação para realização de reforma, ampliação e modernização CETI Francisca Trindade II, em Parnaíba.(parlamento Piaui)
A vereadora de Teresina Samantha Cavalca (PP) comentou a recente inauguração do Porto de Luís Correia, no litoral do Piauí, afirmando que o evento foi eleitoreiro e que, com as inaugurações controversas do Governo do Piauí, “quem sofre é a população”.
Em tom sarcástico, Samantha ainda disse que achava que o navio chinês estava “lotado de hidrogênio verde”.

“Enquanto tiver ano para frente, teremos inauguração do Porto. Quem sofre é a população, eu nem entendo porque se fala tanto desse porto. Se um dia eu chegasse a ser governadora do estado eu faria era esconder e anular essa vergonha para o estado do Piauí. Já foi investido tanto dinheiro que poderia ter ido para outra destinação e ainda estão com essa falácia, esse 171 do Porto. Fiz até uma brincadeira, acho que o primeiro navio que está chegando deve estar vindo lotado de hidrogênio verde”, disparou.
Sobre a disputa pelo Executivo Piauiense, a parlamentar disse que não há resultado definido, tanto para o Piauí quanto para o Brasil. A progressista destacou que Lula perde popularidade no Nordeste, sua principal fonte de votos, e que o pré-candidato ao Governo, Joel Rodrigues, pode vencer Rafael Fonteles (PT) em outubro.
“Em política tudo é possível, é tudo ligado a sentimento. Se a gente falar em nível nacional, a gente está vendo um cenário que a gente não esperava. Lula está perdendo apoio no Nordeste. Ele caiu pontos na Bahia, por causa do escândalo com Jaques Wagner e caiu pontos agora no Ceará. Há 10 anos, isso era impensável, inviável, mas a situação está tão difícil, hoje há uma liberdade de comunicação muito grande, através das redes sociais, as pessoas têm muito acesso à informação e sentem no próprio bolso a dificuldade da economia brasileira. Acredito que Joel tem tudo para virar”, concluiu. (Guilherme Freire)
O processo que resultou nessa decisão foi uma tomada de contas especial que apurou a legalidade do Contrato nº 01.1606/2021, firmado entre a prefeitura e a empresa Conceito Engenharia Ltda. Foram identificados indícios de fraude no procedimento licitatório, de direcionamento da contratação, superfaturamento e desvio de recursos públicos.
No julgamento, a Segunda Câmara do TCE-PI concluiu que o conjunto de provas demonstrou a existência de um prévio ajuste entre agentes públicos e particulares para direcionar a licitação. Segundo a decisão, foram constatadas alterações societárias estratégicas na empresa contratada, utilização de atestado de capacidade técnica considerado ideologicamente falso e favorecimento indevido à vencedora do certame.
O TCE também apontou a existência de superfaturamento na execução do contrato. Conforme os cálculos apresentados pelo Núcleo de Gestão das Informações Estratégicas (Nugei), o sobrepreço alcançou R$ 1.687.320,09 (um milhão, seiscentos e oitenta e sete mil, trezentos e vinte reais e nove centavos), valor considerado como dano efetivo ao erário.
Para os conselheiros, ficou evidenciada uma dinâmica voltada ao desvio de recursos públicos, com responsabilidade solidária dos envolvidos, no caso, o prefeito Felipe Ribeiro, a ex-secretária de Administração e Finanças do município, Clara Pereira Sobrinho, e a empresa Conceito Engenharia Ltda.
Além do julgamento pela irregularidade das contas, a Corte determinou: imputação solidária de débito de R$ 1.687.320,09 ao prefeito Felipe de Carvalho Ribeiro e aos demais responsáveis; aplicação de multa ao prefeito; declaração de inidoneidade da empresa Conceito Engenharia Ltda e de seu sócio administrador para contratar com a administração pública; e inabilitação da ex-secretária municipal para exercer cargo em comissão ou função de confiança pelo prazo de cinco anos.
Procurado pelo GP1, o prefeito Felipe Ribeiro não se posicionou sobre a medida do TCE. (Thapis Guimarães/Gp1)

Apreensão da Operação Galho Fraco (Foto: Divulgação/PF)
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1º), uma operação para investigar um suposto esquema de desvio de recursos públicos por meio de contratos de locação de veículos firmados com órgãos públicos. A investigação apura suspeitas de fraudes em licitações, superfaturamento e direcionamento de contratos, que teriam beneficiado empresas ligadas ao grupo investigado.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado empresas de fachada e intermediários para ocultar a origem dos recursos e movimentar valores provenientes dos contratos sob suspeita. Policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça, além de medidas de bloqueio de bens e de afastamento do sigilo bancário e fiscal dos envolvidos. A ação cumpre medidas judiciais no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais.
A operação busca reunir novas provas sobre a atuação do grupo e rastrear o destino do dinheiro desviado. Os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, fraude em licitação, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro, a depender do avanço das investigações. (Diário do Poder)
O deputado estadual Gustavo Neiva (Progressistas) disse não acreditar que o Porto Piauí atende os produtores piauienses com a atual operação. À imprensa, o parlamentar expressou ceticismo quanto aos ganhos práticos do seu funcionamento.
“Não vejo ninguém do Cerrado com essa vontade, acreditando realmente no Porto de Luís Correia. Acho que essa operação de transbordo vai encarecer demais, sem se falar ainda na preocupação ambiental, que isso vai ser feito em alto, numa zona de preservação ambiental”, disse.

Baseado nessas preocupações, Gustavo Neiva propôs uma audiência na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) para debater os ganhos práticos da operação do Porto.
“Por tudo isso, a gente espera nessa audiência que eu acabo de propor aqui na Assembleia que possamos discutir isso mais detalhadamente. Para que depois o governo não venha dizer que nós estamos torcendo para que quanto pior, melhor. Não é isso, queremos saber da realidade, o que realmente o Porto vai acrescentar na economia do nosso estado”, concluiu. (Carlos Júnior)
De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência teve início após a mãe da vítima comparecer à Delegacia de Polícia Civil de Buriti dos Lopes, acompanhada da filha menor de idade, para denunciar o suposto abuso sexual.
Diante da denúncia, uma equipe da 2ª Companhia do 31º Batalhão da Polícia Militar foi acionada e se deslocou até uma residência situada na Rua Demerval Castelo Branco, no bairro Amansa Burro, à procura do suspeito.
Ao chegarem ao local, os policiais chamaram o investigado, que inicialmente permaneceu no interior do imóvel sem atender à guarnição. Após novas tentativas, ele atendeu os militares e foi questionado sobre os fatos denunciados.
Em razão da gravidade das acusações, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Buriti dos Lopes. Após a análise dos elementos informativos apresentados até aquele momento, a autoridade policial lavrou o auto de prisão em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável.(Brunno Suênio/Gp1)




O prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel , passou a ser alvo de uma série de decisões e procedimentos de órgãos de controle relacionados à administração municipal. A mais recente foi uma decisão do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), que aplicou multa após identificar irregularidades em contratações de serviços gráficos e falhas em procedimentos administrativos.

Entre os apontamentos do TCE-PI estão deficiências na pesquisa de preços, falhas nos processos administrativos e indícios de irregularidades na execução de contratos. A decisão se soma a outros procedimentos de fiscalização envolvendo a gestão municipal. Conforme prevê a legislação, a Prefeitura de Parnaíba poderá apresentar defesa e recorrer das decisões adotadas pelos órgãos de controle.(Silas Freire)