Tão logo o promotor Lincoln Gakiya foi citado para chefiar um eventual Ministério da Segurança Pública, o PT se mobilizou para exigir o comando da pasta. Não quer nem ouvir falar, assim como o “PCC”, em entregar o ministério a alguém como Gakiya, com mais de 20 anos dedicados ao combate a facções criminosas. Lula ainda não decidiu se irá separar Justiça e Segurança Pública. Petistas metidos a estrategistas apostam que “segurança pública” ainda terá força nas eleições de 2030.
Valha-nos, Deus
Camilo Santana (PT-CE) é cotado agora para Segurança Pública. Ele foi governador do Ceará, onde o Comando Vermelho (CV) passou a dar as cartas.
Reféns e sem água
No último fim de semana, o CV mostrou que manda mesmo, cobrando taxa para permitir a venda de garrafões de água para a população.
Mapa da vergonha
A taxa cearense de homicídios é de 31,5 por 100 mil habitantes, mais que o dobro da nacional (14,74), segundo o Mapa da Segurança Pública 2026.
Triste legado
Camilo está na pista para suceder a Lula em 2030, e quer se projetar nacionalmente, mas seu legado no Ceará não o recomenda.(Cláudio Humberto)
Rafael Fonteles virou alvo de interesse dos brasileiros. Segundo o Estadão, em uma semana as buscas por Rafael Fonteles no Google cresceram 1.350%.
Um número de pessoas equivalente à população de Altos (50 mil) perguntou: “Quem é Rafael Fonteles?”, “Quem é vice de Rafael Fonteles?”, “Rafael Fonteles é o quê do Lula?”, “Quantos anos Rafael Fonteles tem?”, etc.
Foto: Reprodução
Rafael Fonteles ganha as páginas dos principais jornais do Brasil e até do exterior.
Longe
Porém, o interesse do público vai distante da possibilidade de ele ser ou aceitar ser o ministro da Fazenda. Há pelo menos duas boas razões para um não aceite: ser ministro livre de pressão para fazer o que precisa ser feito; largar um mandato bom em folha sem a garantia do item anterior.(Portalaz)
Segundo apuração da coluna R7 Planalto, o Partido dos Trabalhadores (PT) investiu R$ 3.752.605,00 em um grupo de 12 influenciadores digitais durante esta campanha. Entre os nomes da lista está a oficial da Polícia Militar do Piauí, coronel Elizete Lima.
Elizete conta com mais de um milhão de seguidores em seus perfis nas redes sociais. Conhecida como “Dama de Aço” do Piauí, ela recebeu R$ 440.175,00 do diretório nacional do partido, sendo um dos destaques na distribuição dos recursos da sigla. Quem mais recebeu verba foi Kari Santos (R$ 1,4 milhão), que concorreu ao cargo de deputada federal por Pernambuco, seguida por Pedro Rousseff, eleito deputado federal por Minas Gerais, que recebeu R$ 1 milhão.
PT investiu R$ 3,7 milhões em time de 12 principais influenciadores nesta campanha, entre eles, Elizete Lima do Piauí
Neste pleito, a militar ficou na suplência da Câmara dos Deputados. Esta foi a quarta eleição disputada por ela. Quando ainda era major da PM, Elizete concorreu ao cargo de deputada estadual pelo MDB, em 2022; a vereadora de Teresina pelo PSB, em 2020; e a deputada federal pelo Solidariedade, em 2018.
Ao todo, dos 12 influenciadores que disputaram, quatro foram eleitos e sete ficaram como suplentes. Confira a divisão de verba recebida do PT Nacional por influenciador:
Eleitos
Thiago dos Reis – eleito deputado federal por São Paulo (R$ 305 mil)
Pedro Rousseff – eleito deputado federal por Minas Gerais (R$ 1 milhão)
Leonel Radde – eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul (R$ 250 mil)
A mãe de Alice Brasil, Dayana Brasil, publicou um vídeo nas redes sociais cobrando esclarecimentos sobre a morte da filha, ocorrida em uma unidade do Colégio CEV, fundado pelo governador do estado, Rafael Fonteles (PT). No pronunciamento, ela destacou supostas irregularidades na instituição e sobre uma dívida atribuída à escola, além de afirmar que um advogado da instituição chamou a filha de “notícia velha”.
A unidade onde Alice estudava integra o grupo e posteriormente passou a se chamar Colégio Kennedy. Segundo ela, após a morte da filha, vieram à tona irregularidades, entre elas o funcionamento da unidade sem alvará desde 2021. A mãe também questionou o prazo concedido pelo Conselho Municipal de Educação para a regularização.
Mãe de Alice publicou vídeo cobrando o atual governador (Foto: Reprodução)
“Quando essa tragédia aconteceu com a minha família, diversas irregularidades vieram à tona. Para que vocês tenham uma ideia, a unidade funcionava sem alvará desde 2021. Ao buscar a regularização, recebeu do Conselho Municipal de Educação, um prazo de 5 anos e 3 meses, superior ao limite máximo de 5 anos estabelecido pelo próprio Conselho”, declarou.
Outro ponto destacado foi uma dívida superior a R$ 135 milhões atribuída ao ensino médio da unidade, divulgada em agosto de 2025. De acordo com a mãe, cinco dias após a repercussão dos números nas redes sociais, o valor informado caiu.
“Outra descoberta vergonhosa veio em 25 de agosto de 2025, quando soubemos que o ensino médio da unidade em que minha filha estudava acumulava uma dívida superior a R$ 135 milhões com os cofres públicos. Após a divulgação desses números nas redes sociais, em cinco dias o valor caiu para R$ 11 milhões. Mais de R$ 120 milhões deixaram de constar no valor divulgado, sem um esclarecimento público satisfatório sobre essa redução”, ressaltou.
O inquérito policial concluiu que não havia responsáveis pela morte de Alice. Entretanto, o Ministério Público do Piauí discordou da conclusão e apontou elementos para responsabilizar criminalmente seis pessoas. Ela também relatou que, durante uma reunião entre advogados da família e o advogado criminalista do grupo educacional, ouviu que os familiares deveriam “arrefecer os ânimos” porque a morte da filha já teria se tornado “notícia velha”.
“Mesmo diante de toda a dor que temos enfrentado, em uma reunião entre nossos advogados, o advogado criminalista do CEV teve a ousadia de dizer que deveríamos arrefecer os ânimos, porque nossa filha já havia se tornado notícia velha. Gostaria de informar a esse advogado e a quem autorizou essa fala que a nossa filha não é uma notícia. Alice foi uma criança que viveu, foi e continua sendo profundamente amada”, afirmou.
Dayana ressaltou que a menina morreu dentro de uma instituição que tinha o dever de protegê-la. Ela afirmou que os encaminhamentos na esfera criminal estão praticamente concluídos e que a família agora buscará a responsabilização civil. A mãe de Alice voltou a cobrar respostas e afirmou que a ligação de Rafael Fonteles com a fundação da escola não pode ser apagada, mesmo após ele deixar a gestão sob responsabilidade da família.
“Ela morreu dentro de uma instituição que tinha o dever de protegê-la.Na esfera criminal, os encaminhamentos estão praticamente concluídos.Agora vamos buscar a responsabilização na esfera civil.E não podemos esquecer, Rafael Fonteles foi o fundador dessa escola e, embora tenha deixado sua gestão sob a responsabilidade da própria família,sua história com a instituição não pode ser apagada”, concluiu. (Luyze Sousa – )
Incêndio atingiu o lixão de Parnaíba, no litoral do Piauí
Um incêndio de grandes proporções atingiu o lixão de Parnaíba, no litoral do Piauí, e só foi controlado nesta terça-feira (3), depois de mais de 15 horas de operação. O fogo mobilizou equipes de combate a incêndios e exigiu o uso de carros-pipa e máquinas pesadas para conter as chamas e evitar que o fogo se espalhasse pela área de resíduos.
Segundo o tenente-coronel Rivelino de Moura, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Piauí (CBMEPI), o incêndio foi controlado nesta terça-feira. A operação contou com o apoio de equipamentos disponibilizados pela Prefeitura de Parnaíba.
“A operação durou mais de 15 horas e contou com o apoio de carros-pipa e máquinas pesadas da Prefeitura Municipal de Parnaíba. Neste momento, equipes da Defesa Civil do município permanecem no local realizando o trabalho de rescaldo, com o objetivo de eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição do incêndio”, pontuou o tenente-coronel.
Trabalho de rescaldo continua no lixão
Apesar de o incêndio ter sido controlado, a área ainda exige cuidados. Equipes da Defesa Civil de Parnaíba permanecem no local realizando o rescaldo, procedimento que consiste em identificar e eliminar possíveis focos de calor que possam provocar novos incêndios.
O trabalho é especialmente importante em ocorrências envolvendo grandes acúmulos de resíduos, como acontece em lixões e aterros sanitários. Mesmo depois de as chamas serem controladas, materiais em combustão podem permanecer em camadas internas e provocar a reignição do fogo.
Por esse motivo, o monitoramento da área continua até que os possíveis focos remanescentes sejam eliminados e não haja risco de o incêndio voltar a se espalhar.
Fonte: Corpo de Bombeiros Militar do Piauí (CBMEPI)
A cotação do governador Rafael Fonteles para o Ministério da Fazenda coloca em discussão uma contradição: enquanto seu nome ganha espaço para comandar a economia nacional, a previdência que sua gestão administra no Piauí enfrenta um déficit bilionário e precisa de financiamento adicional para sustentar compromissos futuros. A avaliação atuarial de 2026 aponta déficit de R$ 18,65 bilhões somente no regime dos servidores civis. O valor representa a insuficiência projetada para cobrir obrigações previdenciárias de longo prazo.
O estudo propõe um plano de amortização com pagamentos suplementares que alcançariam aproximadamente R$ 1,06 bilhão em 2028. Embora o déficit financeiro anual tenha diminuído, o próprio relatório divulgado pela PiauíPrev alerta que a aproximação entre receitas e despesas não significa equilíbrio do sistema. A melhora depende de contribuição patronal extraordinária e de receitas com aluguéis de imóveis do fundo. Ou seja, o alívio nas contas anuais não resolveu o problema estrutural. É nesse ponto que está a preocupação dos servidores: sem financiamento suficiente e execução de um plano sustentável, o desequilíbrio pode comprometer a capacidade futura de pagamento das aposentadorias e pensões.
Os documentos sustentam esse alerta, embora não estabeleçam uma data para um eventual colapso. Para um governador apresentado como possível comandante da Fazenda, a cobrança é inevitável: qual solução efetiva deixará para a previdência piauiense? A credibilidade para administrar as contas do país também passa pelas respostas que sua gestão oferece a quem depende da aposentadoria no próprio estado. (Silas Freire)
O ex-presidente do PT José Genoino se posicionou contra a ida de Rafael Fonteles para o Ministério da Fazenda. Em entrevista ao Bom Dia 247, o dirigente questionou a apresentação do governador reeleito do Piauí como um nome capaz de agradar ao mercado financeiro. Para ele, a escolha deve responder às prioridades populares que sustentaram a vitória de Lula.
Genoino manifestou respeito por Fonteles, mas argumentou que o petista recebeu dos piauienses a missão de continuar governando o estado. Também avaliou que assumir a Fazenda poderia expor sua liderança a um desgaste político, diante dos conflitos envolvidos na condução da economia. “O mercado quer mandar mesmo quando ele perde a eleição”, afirmou.
A resistência de Genoino está ligada ao significado político da indicação: ele rejeita que a aceitação pelos agentes financeiros determine a composição do governo.
Na avaliação do ex-presidente petista, Lula precisa negociar com esses setores mantendo como referência os compromissos assumidos com a população. Entre as prioridades defendidas estão valorização salarial, redução do endividamento das famílias e enfrentamento dos juros elevados. Sem apresentar um candidato alternativo, Genoino afirmou confiar na decisão de Lula.
Para sustentar sua posição, Genoino recuperou a escolha de Antonio Palocci para a Fazenda no primeiro governo Lula. Na avaliação dele, a saída de Palocci da Prefeitura de Ribeirão Preto para assumir o ministério sinalizou, naquele momento, uma concessão às pressões do mercado. A referência foi utilizada para questionar os critérios políticos que devem orientar a montagem da nova equipe econômica.
O dirigente também criticou a austeridade fiscal, as privatizações e a influência crescente dos interesses financeiros sobre as decisões públicas. Para Genoino, subordinar o governo a essa orientação pode afastá-lo das necessidades da população e enfraquecer os vínculos construídos durante a disputa eleitoral. Sua defesa é que a negociação econômica comece pelas propostas do governo eleito, preservando o compromisso com quem garantiu a vitória nas urnas. (pensarpiaui)
Ministro do STF Alexandre de Moraes. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil).
O Supremo Tribunal Federal (STF) terá de lidar com um Senado bem menos resistente à discussão sobre impeachment de seus ministros a partir de 2027. Dos 81 parlamentares, 54 defendem publicamente o uso desse instrumento, segundo levantamento do Ranking dos Políticos. O número é exatamente o necessário para condenar um ministro por crime de responsabilidade.
A renovação das cadeiras ajudou a mudar essa conta. Dos 54 senadores eleitos em outubro, 37 são favoráveis ao impeachment. O apoio vai além da direita e alcança até petistas, como Humberto Costa (PE), Rogério Carvalho (SE) e Samanda de Lula (RN), além de nomes do MDB, PP e Republicanos.
O cenário dá outro peso à tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado. Criticado pela oposição por não dar andamento aos pedidos contra o ministro do supremo, Alexandre de Moraes, Davi Alcolumbre terá como adversário Rogério Marinho (PL-RN), apoiado pela direita, que colocou o impeachment entre suas prioridades políticas.
A conta dos 54, porém, não representa votos garantidos contra Moraes. O levantamento identifica quem defende a possibilidade de impeachment, e não quem votaria pela condenação em um processo específico.
Há ainda uma questão que interessa diretamente aos senadores: em dezembro de 2025, Gilmar Mendes elevou, por liminar, o quórum para a abertura desses processos a dois terços da Casa, mas, exigência que ainda depende de decisão definitiva do plenário do STF.(Cláudio Humberto)
Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. (Foto: Antonio Augusto/STF).
O Supremo Tribunal Federal (STF) terá de lidar com um Senado bem menos resistente à discussão sobre impeachment de seus ministros a partir de 2027. Dos 81 parlamentares, 54 defendem publicamente o uso desse instrumento, segundo levantamento do Ranking dos Políticos. O número é exatamente o necessário para condenar um ministro por crime de responsabilidade.
A renovação das cadeiras ajudou a mudar essa conta. Dos 54 senadores eleitos em outubro, 37 são favoráveis ao impeachment. O apoio vai além da direita e alcança até petistas, como Humberto Costa (PE), Rogério Carvalho (SE) e Samanda de Lula (RN), além de nomes do MDB, PP e Republicanos.
O cenário dá outro peso à tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado. Criticado pela oposição por não dar andamento aos pedidos contra o ministro do supremo, Alexandre de Moraes, Davi Alcolumbre terá como adversário Rogério Marinho (PL-RN), apoiado pela direita, que colocou o impeachment entre suas prioridades políticas.
A conta dos 54, porém, não representa votos garantidos contra Moraes. O levantamento identifica quem defende a possibilidade de impeachment, e não quem votaria pela condenação em um processo específico.
Há ainda uma questão que interessa diretamente aos senadores: em dezembro de 2025, Gilmar Mendes elevou, por liminar, o quórum para a abertura desses processos a dois terços da Casa, mas, exigência que ainda depende de decisão definitiva do plenário do STF. (Diário do Poder)
Um fato curioso sobre a eleição deste ano: os deputados reeleitos pelo PT no Piauí perderam mais de 45 mil votos entre as eleições de 2022 e 2026. O deputado federal Dr. Francisco Costa, do PT, reeleito, teve 3.565 votos a menos em 2026 que em 2022. Foram 128.080 votos quatro anos atrás e 124.515 votos neste ano.
Foto: ReproduçãoFrancisco Costa, votos a menos nesta eleição
Menos votos 2
Outro petista reeleito com menos votos que na eleição anterior foi Flávio Nogueira, que caiu de 100.151 votos em 2022 para 97.584 votos em 2026, uma queda de 2.567 votos – ou 2,6% a menos.
Foto: Foto: Divulgação
Flávio Nogueira
Menos votos 3
No caso de Florentino Neto a queda foi avassaladora: ele perdeu um terço dos votos entre as duas eleições. Em 2022, teve 105.739 votos e agora, 70.386 votos, ou seja, um recuo de 35.353 votos ou menos 33,4%. Merlong Solano, que ficou na primeira suplência, teve 390 votos a menos entre as duas eleições, saindo de 78.889 para 78.499 votos.
Menos votos 4
Quem também perdeu votos entre as duas eleições foram os deputados federais do PP. Júlio Arcoverde, reeleito, perdeu 15.870 votos entre os dois pleitos, saindo de 117.669 em 2022 para 101.799 em 2026, uma perda de 13,5%. Átila Lira, que teve 92.791 votos em 2022, agora ficou com 85.351 votos – perda de 8% ou 7.440 votos.
Foto: Reprodução
Júlio Arcoverde, eleito com menos votos
Muito mais
Jadyel Alencar, por sua vez, aumentou em 49% a sua votação, saindo de 83.175 votos em 2022 para 123.893 votos agora – um aumento de mais de 40.718 votos. Ainda assim menos votos que o petista Costa, que reduziu a votação entre as duas eleições.
Mais também
Castro Neto, com MDB, também reeleito, aumentou em 40.328 a sua votação (31% a mais), saindo de 127.753 para 168.080 votos agora. O também emedebista Marcos Sampaio aumentou em 23% a votação, com 18,1 mil votos a mais na comparação entre 2022 (79.987) e 2026 (98.097).
O PT que gosta de gastar segue nos bombardeios a Rafael Fonteles. Segundo a Folha, Fonteles termina a semana sob fogo amigo de integrantes do próprio partido, que exploram a preferência de setores do mercado financeiro por seu nome como um risco de que ele vá patrocinar um “tesouraço” nas despesas, nos moldes do ajuste fiscal prometido pela equipe do candidato derrotado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Foto: Reprodução
Quem?
Diz a Folha que dois dos principais líderes dos ataques internos a Rafael partem do ex-diretor-executivo do FMI (Fundo Monetário Internacional) Paulo Nogueira Batista e de Guido Mantega, que foi ministro da Fazenda de Dilma Rousseff, alvo de impeachment sob a desculpa de gastos não autorizados pelo Congresso.
Preparando o terreno 1
Para o jornal paulista, Rafael se antecipou à pressão do PT e deu entrevista à própria Folha em que defendeu um governo mais ousado para melhorar a vida do povo, sem perder de vista a responsabilidade fiscal.
Preparando o terreno 2
O governador reeleito do Piauí manteve as mesmas posições em entrevistas a outros jornais, nas quais repetiu o receituário, o que é percebido pelo entorno de Lula como uma fala alinhada com o pensamento do presidente, que quer dar mais “frescor” ao seu próximo mandato em resposta às demandas dos seus eleitores.
Mercado
Diz ainda o jornal paulista que “aos olhos do mercado financeiro, Fonteles é o melhor nome no momento dentro do PT, por ter uma formação econômica, de acordo com um executivo de uma grande instituição financeira, que considera que há muitos advogados no time econômico de Lula atual”.
Favoritismo
A Folha enxerga favoritismo de Rafael Fonteles porque ele seria bem aceito pelo mercado financeiro. Diz o jornal que o presidente Lula tem sinalizado, em conversas com aliados, que o nome do futuro ministro terá crédito com o mercado financeiro e agradará a empresários — o que tem sido interpretado como um reforço ao favoritismo de Fonteles, nome que tem tido aceitação entre os representantes da Faria Lima.
Críticas
Ainda segundo a Folha, “o governador do Piauí também teria conhecimento técnico para rebater críticas que já surgem contra o governo por causa dos novos tributos aprovados pela reforma tributária, uma vez que ele participou dos debates para a aprovação da medida no Congresso.”(Portalaz)
O governador Rafael Fonteles confirmou os secretários de Segurança, Antônio Luis, Saúde, Dirceu Campelo, e Educação, Rodrigo Torres. Nos próximos dias serão anunciados gestores da Fazenda, Administração, Planejamento e Governo.
A ideia é definir logo os secretários mais próximos do governador e na sequência as pastas que acomodarão as forças políticas aliadas que participaram da campanha eleitoral. Deputados estaduais, vereadores da capital e suplentes federais estarão na equipe de Rafael Fonteles a partir de janeiro de 2027.
O governador Rafael Fonteles (PT) segue sendo um dos nomes mais cotados para assumir o Ministério da Fazenda do quarto mandato do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).
Avaliado pelo mercado financeiro, por economistas e investidores, já há quem considere que Rafael Fonteles foi “testado” no tocante à gestão econômica como governador do Piauí.
Bruce Barbosa, um dos mais famosos analistas do mercado financeiro, influenciador da área, escreve para mídia especializada. Em seu perfil no Instagram, ele fez uma avaliação sobre as medidas tomadas por Rafael.
O especialista fala sobre os diversos empréstimos e como o governador, reeleito recentemente com 70% dos votos, conseguiu aumentar impostos no Piauí e fazer uma dívida grandiosa com as contas públicas. Dívida esta, claro, que será paga pela população, de alguma forma.
Ele lembra que, quando Rafael assumiu o Governo do Piauí o estado devia R$ 9,1 bilhões, passando, em 2025, a dever R$ 15,4 bilhões. E destaca ainda o novo empréstimo novo feito, que foi de R$ 143 milhões para R$ 2,9 bilhões. “A conta de juros quase quintuplicou. Pega emprestado, cobra com imposto… e agora troca o Piauí por Brasil”, escreveu o analista.
“E quando o dinheiro apertou, ICMS de 21% pra 22,5%. Hoje o Piauí tem o 2º maior ICMS do Brasil. Pega emprestado, cobre com imposto. Agora troca Piauí por Brasil, com dívida em 82,9% do PIB. E aí, Fonteles na Fazenda é: 1. Boa escolha, entende de conta pública; 2. Mais do mesmo: dívida e imposto; 3. Tanto faz, quem manda é o Lula”, questionou Bruce Barbosa sobre Rafael Fonteles.
Confira as postagens feitas por Bruce Barbosa em formato de carrossel no seu perfil no Instagram:
A informação é do jornalista Cláudio Humberto, um dos mais conhecidos dos bastidores da política nacional que atua em Brasília (DF): o presidente Lula (PT) só colocará Rafael Fonteles (PT) como ministro da Fazenda daqui a um ou dois anos, sendo muito provavelmente que aconteça no ano de 2028.
E um dos motivos seria a não confiança que ainda existe sobre o nome do vice-governador eleito Washington Bandeira (PT). De acordo com a informação do jornalista, “Petistas ainda não confiam no pulso de Washington Bandeira”, diz a nota intitulada “Borracha fraca”, assinada por Cláudio Humberto no portal “Diário do Poder”.
Confira a coluna completa de Cláudio Humberto sobre o assunto Rafael Fonteles e Lula:
Convite a Fonteles para o governo poderá demorar até dois anos para acontecer
Eventual convite para Rafael Fonteles (PT) compor o governo Lula pode demorar até dois anos para acontecer. O governador reeleito do Piauí teve elogiada atuação na coordenação da campanha petista ao Planalto, mas já causou incômodo em Lula o excesso de declarações de Fonteles sobre ocupar o Ministério da Fazenda, visto como maneira de testar a aceitação do mercado financeiro e emparedar o presidente, que não fez qualquer convite ao governador. O incômodo já foi informado a Fonteles.
Nome dele
No Congresso, petistas ouvidos pela coluna dizem que o assunto nem mesmo é discutido e que a Fazenda deve ser escolha pessoal de Lula.
Pendengas locais
No PT, discute-se ainda o impacto político da saída do governador piauiense logo no início do mandato e as alianças feitas no estado.
Firmar o governo
Uma as possibilidades sob a mesa é Fonteles governar entre um e dois anos até surgir o convite para compor a Esplanada de Lula.
Borracha fraca
Petistas ainda não confiam no pulso de Washington Bandeira, correligionário e vice-governador eleito na chapa de Fonteles.
Desde a primeira Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada com a tentativa de reduzir a maioridade penal, atualmente na anacrônica marca de 18 anos, o Partido dos Trabalhadores não aparece como primeiro autor de nenhum dos projetos protocolados na Câmara dos Deputados e no Senado. O primeiro autor é quem de fato propõe a matéria. Levantamento da coluna rastreou 56 PECs sobre o assunto, sendo que a primeira proposta foi há 33 anos, em 1993.
Bateu o desespero
Com arroxo do 2º turno perigando tirar Lula (PT) do poder, o senador Camilo Santana (PT-CE) correu e apresentou proposta neste sentido.
Três décadas
A Câmara concentra a maioria das propostas apresentadas, são 41 PECs. O Senado, geralmente mais lento, tem 15 propostas.
Em números
O MDB, ex-PMDB, tem 12 propostas. PL, 9. O PSDB e PP somam oito cada. Entre autores, Jair e Flávio Bolsonaro, além de Ciro Nogueira.
Governo oportunista
A oposição acusa o PT de explorar a redução da maioridade penal na eleição, bandeira historicamente associada à direita. Desde 1993 foi objeto de 56 propostas. Nos cinco governos do PT nenhuma passou.
Besteirol seletivo
Lula disse que Flávio Bolsonaro deveria ficar no País e “provar a sua inocência”, mas mantém Lulinha em seu exílio dourado, apesar de responder a três inquéritos por corrupção e tráfico de influência.
Taxa das blusinhas, o retorno
Rogério Marinho (PL-RN) avisa: vem aí nova taxa das blusinhas. Já que a CBS da reforma tributária vai cobrar imposto em compras de até US$ 50. “O PT prometeu alívio, gastou irresponsavelmente para se reeleger e agora vai meter a mão no bolso de quem compra barato”, critica.
TSE amigo ‘analisará’
Deltan Dallagnol cobra a cassação de Lula e Alckmin e acusa a chapa petista de abuso eleitoral, incluindo reajuste do Bolsa Família e subsídios aos combustíveis, estimadas pelo partido em R$ 73 bilhões.(Cláudio Humberto)
Após serem identificados e listados, judeus tinham seus estabelecimentos marcados pelos nazistas.
A “força-tarefa” de inspiração fascista do governo Lula (PT) para criar listas negras de quem se recusa a lidar com petistas ou a consumir seus produtos, encontra precedente na Alemanha nazista, com listas de comerciantes judeus, depois com a estrela de Davi pichada em suas portas. Aquela história de horrores acabaria nos campos de concentração. Foi a militância petista que introduziu isso no Brasil já em 2020, com boicote e até depredações a grandes marcas “bolsonaristas”.
Intolerância e barbárie
Além da Madero, passaram pelo perrengue do ódio petista empresas como a Havan, de Luciano Hang, caçado até no STF por apoiar a direita.
Rchlo pagou seu preço
A varejista Riachuelo entrou na lista negra petista pela opção corajosa do acionista majoritário Flávio Rocha, na defesa de pautas conservadoras.
Mens sana in corpore sano
As redes de academias Smart Fit e Bio Ritmo foram vítimas do ódio ativista após o fundador Edgard Corona ser apontado como “de direita”.
Jamais fariam nada igual
Também despejaram ira e inveja contra Coco Bambu (restaurantes) e Centauro (esportivos) porque os fundadores defenderiam ideias liberais.(Diário do Poder)
Segundo relatos de bastidores recebidos pela coluna, concorrentes de Rafael Fonteles ao Ministério da Fazenda estariam fazendo circular vídeos do governador entre empresários e nomes influentes da Faria Lima. A origem dos envios e a participação desses adversários, porém, não estão comprovadas. Entre os registros estaria o episódio dos ataques ao senador Ciro Nogueira e à sua família, pelo qual Rafael pediu desculpas publicamente.
Também estariam sendo distribuídas imagens de comemorações e da visita ao Porto de Luís Correia, apresentadas pelos remetentes como demonstrações de consumo de álcool, sem que isso, por si só, comprove embriaguez. A intenção atribuída à movimentação seria enfraquecer a imagem de equilíbrio que favorece o governador na disputa pela pasta. Além dos questionamentos sobre as contas do Piauí, seus concorrentes estariam tentando colocar sua postura pessoal sob julgamento do mercado financeiro. Se confirmada, a articulação revela um jogo rasteiro nos bastidores da sucessão ministerial: usar esses episódios para desgastar Rafael e reduzir suas chances de chegar à Fazenda. (Silas Freire)
Nos bastidores da base governista, deputados eleitos aguardam uma convocação do governador Rafael Fonteles para tratar da composição do governo. Parte deles espera assumir secretarias e, com isso, abrir espaço para a convocação de suplentes na Assembleia Legislativa. Outros pretendem permanecer no mandato, mas querem participar da indicação de nomes para ocupar cargos na administração estadual.
A demora nas conversas tem aumentado a expectativa e provocado inquietação entre os parlamentares. A possibilidade de suplentes serem acomodados diretamente em secretarias também gera desconforto entre os titulares, que reivindicam participação nas escolhas e espaço nas decisões sobre a distribuição dos cargos. Apesar da insatisfação, o assunto ainda é tratado com cautela. Com Rafael concentrando as decisões sobre a formação da equipe, os deputados evitam cobranças públicas. Todos querem espaço na composição do governo, mas poucos parecem dispostos a contrariar o governador antes de conhecer suas decisões.(Silas Freire)