Fernando Monteiro será vice na chapa única de Themístocles Filho.

 

 

Após intensas reuniões na manhã desta quarta-feira (30), um consenso. A eleição na Assembleia Legislativa terá chapa única liderada pelo deputado Themístocles Filho (MDB) e  vice-presidente Fernando Monteiro (PRTB).

 

Veja como fica a mesa diretora da Alepi:

Presidência – Themístocles Filho (MDB)
1ª vice-presidente – Fernando Monteiro (PRTB)
2ª vice-presidente – Dr. Hélio (PR)
3ª vice-presidente – Firmino Paulo (Progressista)
Primeira secretaria – para o PT (ainda não definiu o nome)
Segunda secretaria – Marden Meneses (PSDB)
Terceira Secretaria – Flávio Júnior (PDT)
Quarta secretaria – Coronel Carlos Augusto (PR)

Fernando Monteiro garantiu que irá para o Progressistas e disse que se colocou à disposição para a união da base. Fonte: CidadeVerde. Foto: G1. Edição: APM Notícias.

 

Bolsonaro reassume Presidência da República 2 dias após cirurgia

Jair Bolsonaro (PSL) reassumiu a Presidência da República na manhã desta quarta-feira (30), segundo informou a assessoria de imprensa do governo. O presidente estava afastado das funções desde a manhã de segunda (28) por conta da cirurgia a que foi submetido para a retirada de uma bolsa de colostomia e a ligação entre o intestino delgado e parte do intestino grosso.

O presidente vai despachar de um escritório que foi montado no mesmo andar onde está internado no Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo. A previsão é que ele tenha alta no fim da próxima semana.

“Naturalmente, nós tentaremos evitar que esse despacho se faça de maneira rotineira, que venha a cansá-lo. Afinal, é um homem que passou pela terceira cirurgia”, afirmou na terça-feira o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros. Ele acrescentou que o presidente poderá receber ministros no hospital.

Recuperação
Bolsonaro manteve-se estável durante a terça (29), segundo o último boletim médico, divulgado pelo hospital durante a tarde. Ele não apresentou sangramentos ou qualquer outra complicação.

Durante a tarde, “sentou em poltrona e realizou fisioterapia respiratória e motora com bom desempenho”.

Ele permaneceu em jejum oral, “recebendo analgésicos e hidratação endovenosa”, segundo o documento, assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo (cirurgião), Leandro Echenique (clínico e cardiologista) e Miguel Cendoroglo (diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein).

 

Juíza rejeita pedido de Lula para ir a enterro do irmão

A juíza Carolina Lebbos rejeitou, na madrugada desta quarta-feira (30), o pedido para que o ex-presidente Lula saísse da prisão temporariamente, para acompanhar o velório e o enterro de seu irmão Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá.

Lebbos, responsável pela execução da pena de Lula, tomou a decisão após ouvir a Polícia Federal, que considerou que havia riscos em uma eventual saída temporária do petista de Curitiba, onde está detido desde abril.

“Este Juízo não é insensível à natureza do pedido formulado pela defesa. Todavia, ponderando-se os interesses envolvidos no quadro apresentado, a par da concreta impossibilidade logística de proceder-se ao deslocamento, impõe-se a preservação da segurança”, escreveu ela em decisão. Lebbos disse ainda que o deslocamento de Lula poderia até afetar os trabalhos humanitários feitos em Brumadinho (MG) após a tragédia da última sexta-feira (25).

A defesa de Lula ainda havia peticionado nesta terça 29 ao TRF (Tribunal Regional Federal) para obter a saída temporária. O juiz responsável, porém, disse que só se posicionaria após a manifestação de Carolina Lebbos.

Os advogados haviam citado em seu pedido para conseguir a liberação dele para ir ao velório do irmão, outra decisão da Justiça Federal sobre o petista, que o impediu de ir ao velório de um amigo.

No fim de 2018, o ex-presidente pleiteou a ida à cerimônia fúnebre do advogado e amigo Sigmaringa Seixas, mas o pedido foi negado pela Justiça Federal, em função na inexistência de grau de parentesco.

Em petição nesta terça, a defesa disse que agora Lula “cumpre os requisitos objetivos previstos em lei para a permissão de saída”.  “A despeito da alegada proximidade existente, não está caracterizado o grau de parentesco necessário para ensejar a autorização de saída pleiteada”, escreveu, na época, o juiz de plantão Vicente de Paula Ataíde Júnior, ao fundamentar a negativa.

A defesa de Lula argumentou que a situação agora se enquadra no artigo 120 da Lei de Execução Penal, que prevê que condenados que cumprem pena em regime fechado “poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer um dos seguintes fatos: falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão”.

Os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins afirmaram que aspectos humanitários e a proteção constitucional dada à família tornavam “imperioso o acolhimento do pedido” de saída temporária. “É um pedido humanitário”, disse a advogada Isabel Kugler Mendes, presidente do Conselho da Comunidade de Curitiba, órgão de execução penal que atua para promover assistência ao preso.

O conselho também peticionou à Justiça, reiterando o pedido dos advogados de Lula. Um terceiro peticionante, Ricardo Luiz Ferreira, morador de São Paulo, ainda entrou com um pedido de habeas corpus no TRF da 4ª Região, no início da noite, para reforçar o pleito de saída temporária feito à Justiça Federal do Paraná. Esse pedido, porém, nem chegará a ser julgado.

“Não é nenhum privilégio, mas um direito, que é concedido a muitos presos provisórios rotineiramente”, afirmou à Folha a advogada Elisabete Subtil de Oliveira, que integra o Conselho da Comunidade. “É uma situação corriqueira, um pedido deferido dentro da maior normalidade na execução penal”, disse o advogado Alexandre Salomão, presidente da comissão de Direitos Humanos da OAB-PR.

Pelo menos um preso da Operação Lava Jato já obteve uma decisão favorável para acompanhar o enterro de um familiar: o ex-deputado baiano Luiz Argôlo, em agosto de 2017. A decisão, porém, foi da Justiça estadual, que era responsável pela sua execução penal. Durante a ditadura militar, quando foi preso após liderar uma greve, Lula conseguiu autorização da justiça para sair da cadeia e ir ao enterro de sua mãe em 1980.

Segundo o texto da Lei de Execução Penal, a permissão de saída deve ser concedida pelo diretor do estabelecimento penal onde se encontra o preso. Mas, na prática, diz o advogado criminalista Alessandro Silvério, os diretores delegam a decisão ao juiz de execução penal, a quem as defesas costumam dirigir o pedido, como fizeram os advogados de Lula.

Para ele, a possibilidade de saída dos presos para o velório e enterro de familiares é um direito, sim, do preso -desde que com escolta, como prevê a lei.
“Há uma construção jurisprudencial que impõe ao Estado esse ônus. Mas, se o Estado alegar que não tem escolta ou logística, pode criar um óbice para que ele não tenha reconhecido esse direito”, afirma Silvério.

O advogado João Rafael de Oliveira, professor de direito processual penal, diz que um dos princípios que orienta a execução penal é a dignidade da pessoa humana. “Sempre que possível, deve-se cumprir a máxima efetivação dos direitos do preso que estão na lei. E, entre eles, está a saída para o enterro de um familiar”, afirmou.

“É uma previsão legal. Mas a competência é do juiz.” O ex-presidente está detido desde abril de 2018, após ter sido condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá. Desde então, Lula só deixou a prisão uma única vez: ao prestar depoimento à juíza Gabriela Hardt, em novembro.

Em parecer, o Ministério Público Federal considerou que “a permissão de saída não se confunde com direito do preso”, e afirmou que há um “insuperável obstáculo técnico” para que se cumpra o pedido. “O custodiado não é um preso comum, e a logística para realizar a sua escolta depende de um tempo prévio de preparação e planejamento”, afirmaram os procuradores.

Fonte: FolhaPress

Diretores da Vale ganham até R$1,5 milhão por mês entre salários e vantagens

A diretoria da Vale está entre as mais bem pagas pelas grandes empresas brasileiras. (Fotos: divulgação)

Os diretores espertos da Vale, que usaram a jogada de marketing de oferecer a merreca de R$100 mil para cada vítima fatal da tragédia de Brumadinho, ganham por mês quinze vezes mais esse valor. Entre salários e benefícios (bônus, participação nos lucros), cada diretor da Vale ganhou no ano passado R$1,6 milhão por mês (exatos R$ 1.587.180,70), no total de R$19 milhões (ou R$19.046.168,46) por ano. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Já na primeira entrevista, o presidente da Vale usava preto, sugerindo luto e despojamento. Tudo retirado dos manuais de gestão de crise.

Murilo Ferreira, presidente da Vale até fevereiro/2017, foi o executivo mais bem pago do país no ano: levou quase R$60 milhões para casa.

Para não irritar a Justiça, como reza o manual, a Vale não hesitou em desmoralizar o seu advogado Sergio Bermudes, desautorizando-o.

Ciro Nogueira faz desabafo sobre eleição da Alepi

O presidente nacional do Progressista, senador Ciro Nogueira, fez um desabafo nesta terça-feira (29), em rede social sobre a eleição da Assembleia Legislativa do Piauí, que ocorre na sexta-feira, 1º de fevereiro.

O Progressista lançou o nome de Hélio Isaías para concorrer à presidência da Casa com o deputado Themístocles Filho (MDB), atual presidente. Partidos buscaram um consenso para que não houvesse disputa e o emedebista fosse reeleito. Após várias discussões acerca do assunto, Hélio desistiu de concorrer a vaga e decidiu apoiar Themístocles. 

Em seu desabafo, Ciro Nogueira afirmou que defende a renovação no comando da Alepi, mas que “os deputados são livres para fazer a escolha que quiserem”. O senador falou que não tem “nada pessoal” contra o deputado Themístocles Filho, mas acredita que “uma permanência de 14 anos à frente da direção da Alepi é desgastante”.

Afirmou ainda que “estará de fora desse debate” e que considera o assunto “inteiramente superado”.

Confira o desabafo de Ciro Nogueira na íntegra:

Sobre a discussão acerca da eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, tenho alguns pontos a esclarecer. O primeiro, embora não esteja eu envolvido no processo, é que defendo agora e para o futuro uma renovação no comando da Casa.

2º ponto: não tenho nada pessoal contra o deputado Themistocles Filho, mas penso que uma permanência de 14 anos à frente da direção da ALEPI é desgastante para ele e, mais ainda, para o Poder Legislativo.

3º ponto: nesse processo de renovação da ALEPI, defendo corte significativo na estrutura da Casa, porque há evidentemente gordura em excesso. E os novos tempos de disciplina fiscal exigem corte em gastos em todos os poderes.

4º ponto: os deputados são livres para fazer a escolha que quiserem. Se for pela manutenção do presidente que está no cargo há 14 anos, só tenho a parabenizá-lo, esperando que ele próprio adote medidas de ajuste fiscal na Casa.

5º ponto: seguirei defendendo a tese de renovação na direção da ALEPI, reafirmando que os deputados do Progressistas são inteiramente livres para tomar a decisão que for melhor, conforme suas consciências.

6º ponto: estarei fora desse debate, pois se tem algo que criou um sentimento ruim, principalmente na população, é o fato de nos últimos 30 dias não se falar em outra coisa que não seja a eleição na ALEPI, quando tantas coisas mais importantes existem a tratar.

7º ponto: essas serão as últimas palavras que usarei sobre esse tema, que considero inteiramente superado. Não tratarei mais desse assunto.

Publicada por: Bruna Dias

Força Tarefa Topique | Esquema movimentou “centenas de milhões de reais”, diz o MPF

Por Apoliana Oliveira

A Justiça Federal, através da 3º Vara da Seção Judiciária do Piauí, recebeu denúncia do Ministério Público Federal contra 22 investigados no âmbito da Operação Topique, que apura desvios de recursos da educação destinados ao transporte escolar. O grupo é agora réu pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Pagamento de propina

Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira (29), o procurador Marco Aurélio Adão, autor da ação penal com o procurador Tranvanvan Feitosa, explica que esta fase das investigações não esgota novas denúncias. “Não é o último passo desta investigação, muito pelo contrário”, destaca. Na sequência ele deixa claro que novos procedimentos serão abertos. Um deles para apurar o pagamento de propina por políticos a um grupo de empresários.

“Centenas de milhões de reais”

A organização sob suspeita estaria atuando há pelo menos 5 anos e movimentou “centenas de milhões de reais”. E com o recebimento de grande volume de recursos envolvendo verbas federais – do Fundeb e PNAD – o grupo passou a executar lavagem de dinheiro, acusa o Ministério Público. 

Outra medida foi mudar a estrutura societária das empresas, para poder “dificultar a identificação do verdadeiro responsável”. Segundo o MPF, o empresário Luiz Carlos Magno é apontado como líder do esquema sob suspeita. Ele é um dos dois investigados que permanecem presos. A segunda é Livia de Oliveira Saraiva, que como mãe, cumpre prisão domiciliar.

Origem em Campo Maior

Durante a coletiva, o Ministério Público lembrou que as investigações tiveram origem na cidade de Campo Maior, e graças ao trabalho de apuração, com apoio da Controladoria Geral da União, chegou-se às licitações na Secretaria de Educação do Piauí e em diversos outros municípios. Um esquema que, reforça Marco Aurélio Adão, é atual, tendo em vista que contratos de empresas investigadas estão ainda em vigor.

Dos investigados, 12 são ligados ao grupo empresarial – que tem como centro a LC Transportes, antiga Locar. Do poder público, é investigada a servidora Lisiane Lustosa Almendra, suspeita de ajudar empresas no conluio a vencerem processos licitatórios ditos fraudulentos. A lista de 22 nomes tem também advogado, ex-prefeitos e até a filha de uma ex-gestora.

Transferência gratuita de veículos

O favorecimento a agentes públicos se dava basicamente de duas formas: com o depósito de dinheiro em conta pessoal e transferência gratuita de veículos. “Não há nenhum pagamento, para distanciar a propriedade do veículo em relação ao grupo, liderado pelo denunciado, senhor Luis Carlos Magno Silva. É transferido para simular a sua origem e permitir a utilização em várias frentes. Inclusive, havia vários veículos que acabaram sendo destinados à campanha eleitoral”, explica Marcos Aurélio Adão.

O procurador ressalta que, até o momento, não há comprovação da ciência dos candidatos em relação à origem destes veículos. “Eram repassados por intermediários”. Mas, políticos de vários partidos teriam sido beneficiados. Situação que com a deflagração da Operação Topique pela PF em agosto do ano passado, acabou sendo mitigado. 

Vavá, irmão de Lula, morre em SP e ex-presidente pede para ir ao enterro

O irmão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Genival Inácio da Silva, de 79 anos, o Vavá, morreu nesta terça-feira (29), em São Paulo. Ele estava com câncer no pulmão.

Na semana passada, Vavá foi internado em um hospital de São Paulo para tratamento, mas não resistiu.

Lula vai pedir à Justiça para comparecer ao velório -Vavá foi um dos irmãos mais próximos do ex-presidente.

Os advogados do petista vão invocar o artigo 120 da Lei de Execução Penal (LEP), que afirma que “os condenados que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer um dos seguintes fatos: falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão”.

Numa outra tentativa, para o enterro de Sigmaringa Seixas, o juiz negou a saída de Lula. A sua defesa alegou que o advogado era amigo do ex-presidente, mas em seu despacho o magistrado lembrou o artigo 120 da LEP.
Fonte: Mônica Bergamo, do Folhapress

Líderes partidários criaram mais 1.338 cargos da Câmara dos Deputados

Partidos que atingiram a cláusula de barreiras, o resultado mínimo de deputados eleitos e votos obtidos em todo o país, forçam o contribuinte otário a bancar uma estrutura de gabinete e cargos para a “Liderança partidária” na Câmara dos Deputados. Mais deputados significa mais cargos. Até 2018, partidos com cinco deputados eleitos ganhavam 25 cargos só para a liderança, de livre nomeação e funções de servidores. No total, lideranças terão 1.338 cargos de comissão a partir deste ano. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os 1.338 cargos se somam aos R$ 111,7 mil por mês que cada um dos 513 deputados tem para pagar até 25 assessores nos seus gabinetes.

Bancadas que elegeram mais de 43 deputados têm estrutura de 108 cargos segundo o Projeto de Resolução 350/18. É o caso de PT e PSL.

Partidos que elegeram de 20 a 34 deputados ganham 83 cargos cada. MDB, PR, PSB, PRB, DEM, PSDB e PDT se encaixam na categoria.

Cirurgia de Bolsonaro já dura 5 horas e ‘corre tudo bem’

A cirurgia do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para retirada da bolsa de colostomia já dura aproximadamente cinco horas e a equipe médica avisou que “está correndo tudo bem”, de acordo com a assessoria do Palácio do Planalto.

Entre os familiares, a primeira-dama Michelle Bolsonaro e os filhos Eduardo e Carlos estão no hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo. Carlos acompanha a operação diretamente no centro cirúrgico da unidade.

PASSO A PASSO
Além do cirurgião Antônio Luiz Macedo, que acompanha o presidente, outros oito profissionais vão participar do procedimento: dois cirurgiões auxiliares, uma instrumentadora, dois anestesistas, uma enfermeira e dois técnicos de enfermagem.

A cirurgia consiste em abrir o abdome e religar as duas pontas do intestino grosso que hoje estão separadas para que o trânsito intestinal volte ao normal. A sutura será feita com grampeador cirúrgico e pontos manuais, segundo Marcondes.

Com isso, Bolsonaro deixará de usar a bolsa coletora de fezes, adotada desde setembro, quando foi esfaqueado durante campanha em Juiz de Fora (MG) e teve os intestinos grosso e delgado perfurados.

Para isolar as áreas lesionadas da passagem de fezes, o intestino foi separado. Uma ponta ficou exteriorizada até a pele para saída das fezes pela bolsa coletora. E a outra ponta ficou fechada dentro.?

O procedimento envolverá um corte de 30 cm a 40 cm, exatamente no mesmo lugar da cicatriz resultante das duas cirurgias anteriores. O orifício onde hoje está a bolsa de colostomia também será fechado. O presidente ficará, então, com duas cicatrizes no abdome.

Segundo três gastrocirurgiões ouvidos pela reportagem, só quando o abdome estiver aberto é que será possível verificar claramente o grau de aderências na região.

Por causa dos ferimentos e dos procedimentos anteriores, é possível que haja alças intestinais grudadas entre si ou na parede abdominal. O primeiro passo, então, será desgrudar esses tecidos. “Quanto mais aderências, mais a cirurgia pode demorar. Se a situação estiver favorável, pode levar três horas. Senão, de seis a 12 horas”, explica Diego Adão Fanti Silva, cirurgião do aparelho digestivo da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Fonte: Estadão Conteúdo e FolhaPress

Servidores protestam na Sefaz Piaui contra atrasos em repasses

Sindicatos realizaram protesto nesta segunda-feira (28)

Dani Sá/ Teresina

Nesta segunda-feira (28), sindicatos e associações estão realizando protesto na frente da Secretaria de Fazenda do Estado do Piauí (Sefaz), cobrando dentre várias reivindicações, três meses de repasses atrasados que segundo os manifestantes, o Governo está se apropriando de forma indevida.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciárias do Piauí (Sinpoljuspi) Kleiton Holanda, a manifestação acontece desde as 8h e vai continuar, caso seja necessário.

“Vários sindicatos estão cobrando os repasses, a distância da folha de pagamento, consignados, cobrando o pagamento dos planos de saúde do governo. Iremos continuar até a secretária junto ao governo resolver a problemática. Nós não estamos pedindo nada, estamos cobrando o que o estado se apropriou indevidamente, os repasses são descontados direto da conta do servidor, vai para a conta única do estado e o estado não repassa para as entidades sindicais”, disse Kleiton.

O sindicalista afirmou que os protestos só irão acabar quando o Governo der uma solução para o problema. “Aqui tem o sindicato dos fazendários, Sindespi, são várias entidades porque todas estão passando pelo mesmo problema. Nós fomos ao gabinete do secretário Rafael Fonteles e ele não se encontrava e nos estamos fazemos uma colocação que vamos permanecer até alguém dar uma satisfação para nós no sentido de resolver o problema amanhã. Estarmos aqui novamente fazendo isso, a cobrança porque o problema é crônico”.

Expectativa para a eleição na Assembleia. Mas o que virá depois?

Uma semana de votos revelados. A oposição, calada até agora, vai se promete se pronunciar nesta segunda-feira (28/01) em quem vai votar para presidente da Assembleia Legislativa. A promessa é de votar em bloco, ou seja, mais quatro votos para um dos candidatos. No dia seguinte, será a vez do deputado Flávio Nogueira Júnior anunciar o seu voto.

Com os votos já declarados e o anúncio de mais cinco parlamentares é possível ter um cenário mais claro sobre o favorito na disputa. Uma semana onde as conversas vão se intensificar e os nervos a flor da pele.

É hora também de pensar no pós-eleição. Qualquer disputa deixa sequelas, por menores que possam ser. Não se pode esquecer que vai sobrar pouco tempo para aparar arestas porque depois começa a tramitar na Assembleia o projeto de reforma administrativa e logo em seguida é hora do governador Wellington Dias sentar com todos da base aliada para discutir a ocupação dos cargos.

Menos espaço, base maior, mais negociação. Até que ponto a eleição no parlamento e suas consequências vão pesar na formação do novo governo? Difícil arriscar mas que vai pesar, vai.

RECONHECENDO O TERRENO

O Vereador Neto do Angelim, tem andado ao lado de Paulo Roberto, secretário-executivo da SDU Sul. Com a reforma administrativa do prefeito Firmino Filho ele deverá assumir a pasta.

QG DE CAMPANHA

A fazenda do deputado João Mádison se tornou o quartel-general da candidatura do deputado Themístocles Filho. Por lá passam as principais decisões e o planejamento estratégico da base aliada do presidente da Assembleia.

ARTICULAÇÃO 24 HORAS

O senador Ciro Nogueira e o deputado Júlio Arcoverde também estão em campo buscando apoio a candidatura de Hélio Isaías. Os dois líderes do PROGRESSISTAS vão trabalhar muito esta semana na finalização dos apoios.

ANDA SUMIDO

Quem não tem sido visto, pelo meno publicamente, atuando na eleição da Assembleia é o deputado Assis Carvalho. Muito atuante no início, ele agora não tem sido visto falando sobre ao assunto.

POR FALAR NISSO

Parece que o PT vai mesmo dividido para a eleição na Assembleia. Como em política tudo é possível, pode haver uma decisão conjunta. Mas é pequena essa possibilidade.

MAIS UM APAGÃO

Devido à queda de uma árvore sobre a rede elétrica, cerca de 4 mil consumidores ficaram sem energia entre as 17h12 e 19h30 de ontem (27/01), na zona leste de Teresina. A árvore estava plantada na parte interna de uma escola localizada na avenida Presidente Kennedy.

RESPOSTA RÁPIDA

Equipes da Cepisa conseguiram energizar 80% das unidades consumidoras atingidas às 18h50, permanecendo sem energia apenas os consumidores próximos da área onde a árvore caiu. O serviço foi restabelecido 100% às 19h30.

É INACREDITÁVEL

Com a tragédia de Brumadinho-MG, tem criminosos criando sites falsos para arrecadação de donativos para vítimas. A polícia já está investigando para identificar os criadores das páginas.

TEM PIAUIENSE NA TRAGÉDIA

Foi confirmado que Edson Rodrigues dos Santos, de 45 anos, está entre os desaparecidos na tragédia ocasionada pelo rompimento da Barragem da Vale do Rido Doce. Ele é de Guadalupe, sul do Piauí, trabalhava na empresa e morava há três meses na região com a esposa.

fonte: douglascordeiro.com

 

Senador Elmano Férrer pede aumento de recursos para barragens

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O senador Elmano Férrer (Podemos), que foi relator da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, sobre a Política Nacional de Segurança das Barragens, pediu que os órgãos estaduais e federais responsáveis pela manutenção dos reservatórios, aumentem a execução dos recursos orçamentários.

O último relatório da Agência Nacional de Águas sobre o assunto é de 2017. Nele, a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí informa que 15 barragens foram fiscalizadas. No relatório, a Semar informa que deu prioridade aos reservatórios que atingiram a capacidade máxima de acúmulo de água.

No entanto, ela ressalta que está “encontrando muitas dificuldades com alguns órgãos empreendedores das barragens, pois a dificuldade do repasse dos projetos dos reservatórios faz com que dificulte na implementação da Política Nacional de Segurança de Barragem”.

Para o senador piauiense, “a falta de compromisso e as constantes restrições financeiras culminam em manutenção precária ou abandono das barragens, e as consequências são o alto risco de grandes prejuízos materiais e ambientes com rompimentos, além do risco inaceitável de perdas de vidas humanas. O que aconteceu na Barragem de Brumadinho, mais uma vez no estado de Minas Gerais, infelizmente é uma tragédia anunciada”, pontua.

Fonte: portal o Dia

Deu na Folha de S. Paulo: mesmo na oposição, W. Dias pode apoiar reforma da Previdência

A reforma da Previdência deve ser votada pelo Congresso Nacional no início do ano legislativo, mas não há, ainda, uma data definida. Apesar disso, muito já se especula sobre as articulações federais para que a reforma seja aprovada. A proposta em pauta é uma apresentada pelo ex-presidente Temer (MDB) mas com alterações feitas pela equipe do presidente Bolsonaro (PSL). Antes contrário, hoje, segundo o Folha de São Paulo, o governador Wellington Dias é o gestor de um dos estados opositores a Bolsonaro que pode apoiar a reforma.o

Pelo menos um terço dos governadores apoia uma reforma da Previdência na gestão de Bolsonaro sem carência —ou seja, a mudança valeria para os estados imediatamente após aprovada, sem tempo de transição para eventual adaptação nas regras. A Folha apurou que os governos de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Roraima, Mato Grosso do Sul, Paraná e Acre se movimentam para que, uma vez aprovada, a reforma da Previdência seja incorporada pelos estados sem que precisem ser cumpridos os seis meses previstos na reforma de Michel Temer.

Na proposta de Temer, se, após a aprovação da reforma proposta pela União, os estados não aprovassem leis próprias para mudar o seu conteúdo em até seis meses, as regras valeriam para eles. A expectativa é que haverá apoio até de estados governados pela oposição, como Rio Grande do Norte e Piauí. Os estados também vão acompanhar com atenção julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) marcado para 27 de fevereiro que aborda a possibilidade de redução de carga horária e salários de servidores em caso de gastos acima do estabelecido pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).

A aceitação de medidas fiscais mais duras por um grupo que há cerca de dois anos nem sequer falava em reforma da Previdência é resultado direto do agravamento da crise nas contas públicas estaduais. Sem recursos para pagar salários ou manter serviços básicos e também sem aval da União para elevarem o endividamento, alguns estados veem nessa espécie de “imposição da reforma” a melhor saída para se livrar das pressões dos servidores contra as mudanças na aposentadoria.

Segundo especialistas, a reforma da Previdência é crucial para os estados. Esses entes comprometeram boa parte de suas receitas com a folha de pagamento, em especial com inativos. Entre 2012 e 2014, quando ainda contavam com o aval da União para se endividar, muitos dos estados usaram os recursos que obtiveram de organismos internacionais para elevar a folha de salários e dar reajustes no lugar de investir.

Entre 2013 e 2015, segundo Pedro Schneider, economista do Itaú Unibanco, os gastos dos estados com inativos cresceram 8% acima da inflação. O resultado é uma situação fiscal preocupante e, em alguns casos, subdimensionada. “É como o paciente que faz um raio-X e esconde do médico uma das fotos”, diz Schneider, ao lembrar que estados chegaram a excluir auxílios e aposentadorias dos gastos com pessoal para burlar os limites da LRF. O movimento agora é inverso. Estados refazem as contas para não serem punidos por seus Tribunais de Contas e obter ajuda do governo federal —que avalia rever as regras de adesão ao programa de recuperação fiscal e aceitar um número maior de estados.

fonte e foto: oito e meia

Ex-ministro Marun diz que Renan não honra Alagoas e enoja o Brasil

Carlos Marun (MDB-MS) falando a jornalistas no Palácio do Planalto. (Foto: Lúcio Távora/Folhapress)

O ex-ministro Carlos Marun (MDB-MS) lamentou em nota que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) tenha sido reeleito e afirmou que o político, alvo de 18 investigações policiais determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), “não honra Alagoas e enoja o Brasil”.

Marun, que foi ministro-chefe da Secretaria de Governo na gestão de Michel Temer, disse que torce pela vitória de Simone Tebet (MDB-MS) na disputa pela presidência do Senado Federal:

– Infelizmente não posso apoiá-la, por tratar-se de assunto interno do Senado Federal, mas confesso que torço para que ela vença esta disputa contra o atraso e a maracutaia representados pela candidatura deste senador infelizmente reeleito, mas que não honra sua Alagoas e que enoja o Brasil.

O ex-ministro divulgou a nota após toma conhecimento que que o senador “falastrão e boquirroto” havia ironizado seu apoio a Simone Tebet.

Confira na íntegra a nota de Carlos Marun:

“Leio agora que este boquirroto e falastrão denominado Renan Calheiros usou sua mídia social para se referir a mim, coisa que por si só me desagrada. Ironiza um apoio meu a candidatura de Simone Tebet. Infelizmente não posso apoiá-la, por tratar-se de assunto interno do Senado Federal, mas confesso que torço para que ela vença esta disputa com o atraso e com a maracutaia representados pela candidatura deste senador infelizmente reeleito, mas que não honra sua Alagoas e que enoja o Brasil.”

Mourão assume a Presidência da República por 48 horas.

 

O presidente Jair Bolsonaro chegou às 10h34 deste domingo (27) ao Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, zona oeste de São Paulo. O avião do presidente pousou em São Paulo às 10h.

Fizeram parte da comitiva, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, o ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno e o seu porta-voz, general Otávio Santana do Rêgo Barros.

O presidente está internado para iniciar os preparativos da cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal a que se submeterá na manhã desta segunda (28).

Segundo o cirurgião Antônio Luiz Macedo, que o acompanha, o procedimento será feito sob anestesia geral e deve levar cerca de três horas.

O vice-presidente, general  Hamilton Mourão assumiu a Presidência durante a cirurgia e nas 48 horas após o procedimento. Fonte: Folhapress. Foto: USIG. Edição: APM Notícias.

Governo do Piauí decreta luto de três dias pela morte de Juarez Tapety.

 

 

 

O Governo do Estado do Piauí  manifesta profundo pesar pela morte de Juarez Piauhyense de Freitas Tapety, que ocorreu na tarde deste sábado (26). A governadora em exercício, Regina Sousa, decreta luto oficial de três dias.

Ex-prefeito de Oeiras, sua cidade natal, ex-deputado estadual e ex-secretário de Estado da Segurança Pública e de Governo, Tapety faleceu em Teresina onde será velado no Salão Nobre Francisca Trindade da Assembleia Legislativa. Em seguida, o corpo será levado para Oeiras, onde será sepultado.

Nesse momento difícil, desejamos força para que familiares, amigos e admiradores superem e encontrem o conforto necessário. Fonte: CCOM. Foto: Cidade Verde. Edição: APM Notícias.

Governadora se reúne com gestores e envio da reforma à Assembleia pode ser adiado

A governadora em exercício, Regina Sousa (PT), se reuniu com grupo de gestores ligados à equipe econômica do Estado para tratar da elaboração da reforma administrativa. Segundo Regina, a proposta não foi finalizada e não há pressa para o envio do texto à Assembleia Legislativa do Estado. A reunião aconteceu ontem, no Palácio de Karnak. Hoje (26), haveria outra reunião, mas devido a incompatibilidade de agenda de alguns gestores o encontro foi adiado.

Regina discutiu com os gestores sobre a Previdência. Para o governo, a previdência é hoje um principal gargalo da economia. A previsão é que o déficit da Previdência feche o ano de 2019 em R$ 1,5 bilhões.

“Não é uma coisa necessária que vá logo no começo de fevereiro. A Assembleia toma posse no dia 1º de fevereiro e depois terá uma espécie de recesso branco. Vai ficar apenas formando grupos e as comissões. Não vai votar nada. É uma nova legislatura e não pode nem continuar. Terá que resgatar as leis. Tem deputado que vai sair, que vai deixar lei e não pode pautar. Tem toda uma reorganização legislativa. No começo de fevereiro é usado principalmente para formar as comissões. O projeto tem que passar por comissões como Constituição e Justiça e Administração, pelo menos”, destacou.

Regina avalia que mais reuniões serão realizadas antes do fechamento da proposta da Previdência. Ela lembra que a deliberação final será do governador Wellington Dias.

“Ainda vamos fazer a primeira reunião para sabermos o que cada grupo pensou para termos uma visão final. É claro que a Previdência irá entrar, mas não sei se será hoje. Vamos ter a primeira visão do que pensamos para o Estado. Depois ainda teremos mais uma reunião e mais outra. Mas a deliberação final será do governador. Quando ele falar que está pronta, iremos divulgar”, disse.

foto e fonte:cidade verde.

Themístocles considera merecer o apoio de Wellington na eleição da Alepi

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O deputado estadual Themístocles Filho (MDB) considera ser merecedor do apoio do governador Wellington Dias (PT) na disputa pela presidência da Assembleia Legislativa do Piauí, caso o petista decida interferir no processo, por meio do diálogo com parlamentares da base governista.

Em entrevista ao telejornal O DIA News 1ª edição, o presidente da Alepi disse que sempre esteve ao lado de Wellington, sobretudo nos momentos em que o chefe do Executivo mais precisou do Legislativo piauiense.

“Está na história [sua aliança com Wellington]. Ninguém volta os fatos. Nos momentos mais difíceis em que o governador do estado, ou melhor, em que o Piauí precisava da Assembleia, quem estava ao lado do governador era o deputado Themístocles Filho”, afirmou.

Mas voltou a sugerir que o ideal é não haver interferência do governador na eleição da mesa diretora. “É uma questão de sensibilidade. Se tem dois deputados da base, que [o governador] deixe os deputados decidirem quem será o presidente da Assembleia”, acrescentou.

‘Não é natural o senador Ciro Nogueira interferir na eleição da Assembleia’, opina deputado

O emedebista também comentou a informação de que o senador Ciro Nogueira (Progressistas) teria pressionado o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico Venâncio Cardoso Neto (Progressistas), seu correligionário, para que ele convencesse a mãe, a deputada Flora Izabel (PT), a votar no deputado Hélio Isaías (Progressistas) na eleição da mesa diretora da Casa.

Themístocles ressaltou que tem um filho, Marcos Aurélio Sampaio (MDB), que foi eleito deputado federal, e que não pretende interferir no seu voto para a presidência da Câmara Federal.

O emedebista diz que Ciro deveria seguir seu exemplo e se interessar apenas pela eleição da mesa diretora do Senado.

“É até natural o governador interferir [na eleição da Assembleia]. Agora não é natural um senador da República [interferir]. Eu tenho um filho deputado federal – o Marcos Aurélio. Meu filho vai votar em Brasília para a mesa diretora da Câmara em quem ele desejar votar. Eu não participo. Do mesmo jeito, eu acho que o senador Ciro Nogueira devia se preocupar com a mesa diretora do Senado”, afirmou Themístocles.

Esta semana, parte da imprensa divulgou a informação de que Ciro teria intimado Venâncio para uma conversa, na qual teria ameaçado pedir ao prefeito Firmino Filho (PSDB) que fossem retirados todos os cargos na Prefeitura de Teresina que hoje pertencem ao vereador licenciado, titular da Semdec.

O deputado Themístocles voltou a dizer que não disputará novamente a presidência da Alepi daqui a dois anos, caso seja reeleito agora, pela sétima vez.

Fonte: portal O Dia

PDT já definiu voto na Alepi e faz composição com o MDB na Casa

O PDT não disse ainda em quem vai votar para presidente na Assembleia Legislativa do Piauí e acredita que as disputas pela Mesa Diretora estão se afunilando.

“As coisas estão ficando praticamente definidas e todos os partidos estarão manifestando suas preferências”, disse o presidente estadual da sigla, Flávio Nogueira.

Para o deputado federal eleito, quem ganhar não fará muita diferença para o governo, já que os dois candidatos pertencem a base aliada.

“Nós estamos fazendo uma composição com o MDB”, afirmou.

A eleição na Assembleia Legislativa ocorre no dia 1º de fevereiro. Até o momento, duas candidaturas estão postas: a do atual presidente Themístocles Filho e do deputado Hélio Isaias.

Foto: Letícia Santos

Juíza endurece prisão de Lula e reduz visitas de Haddad e de religiosos

Luiz Inácio Lula da Silva não pode mais receber visitas de Fernando Haddad – seu substituto na disputa à Presidência de 2018 – em qualquer dia da semana, nem mais receber visitas de lideres religiosos toda tarde de segunda-feira, em sua cela especial na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Em decisão desta sexta-feira, 25, a juíza federal Carolina Lebbos Moura endureceu as condições do ex-presidente no cárcere. O petista está preso desde 7 de abril de 2018, no berço da Operação Lava Jato, condenado a 12 anos e um mês de prisão.

“Claramente não se vislumbram indicativos da necessidade e utilidade na defesa dos interesses do executado na condição de pré-candidato. Como visto, a sua candidatura foi substituída pelo próprio partido. As eleições, ademais, já se findaram, não tendo a defesa comprovado nos autos a existência de processo ou qualquer medida concreta impugnativa que efetivamente conte com a atuação do procurador em questão.”

Responsável pela execução da pena de Lula, a juíza substituto da 12.ª Vara Federal, acolheu parecer do Ministério Público Federal (MPF) e caçou os dois “benefícios” que o petista gozava na prisão. Ela cancelou o direito especial para que Haddad fosse nomeado como defensor jurídico do ex-presidente – o ex-prefeito de São Paulo é bacharel em Direito – e ainda determinou que as visitas todas as segundas-feiras fossem suspensas. Agora, o petista terá direito a um visita religiosa por mês, como os demais encarcerados que estão na PF.

A juíza registra que a “procuração outorgada a Fernando Haddad” data de 3 de julho de 2018 e confere poderes “amplos para atuação em juízo ou fora dele (extensão)” do ex-prefeito de São Paulo “especialmente para a adoção das medidas necessárias para assegurar os direitos do outorgante na condição de pré-candidato à Presidência (finalidade)”.

E que a decisão desta sexta-feira “se restringe à impossibilidade” de Fernando Haddad de visitar Lula “na qualidade de procurador” – o que lhe permitia ir até a carceragem todos os dias úteis da semana.

“Efetivamente se vislumbra o término da eficácia do mandato outorgado. Logo, não se pode autorizar a visitação do outorgado na condição de representante do ora apenado”, decidiu a juíza.

“Ainda que se mantivesse a eficácia do mandato – o que se cogita exclusivamente para fins argumentativos – não se identificou qual seria a necessidade e utilidade jurídicas de contato direto e constante de Fernando Haddad com o apenado.”

A magistrada voltou a destacar que “as prerrogativas da advocacia, que se destinam à efetiva proteção do cidadão, não podem nem devem ser invocadas e/ou utilizadas em abuso de direito, com o propósito de burlar as regras e controles da unidade prisional”.

Amigo

Haddad poderá visita Lula à partir de agora somente às quintas-feiras. “Não há aqui vedação à visitação ao detento, desde que observado o regime próprio das visitas sociais.”

Preso principal da Lava Jato, Lula teve o direito a condições especiais em sua cela – um antigo dormitório de policiais, com banheiro privativo e sem grades, improvisada na PF a pedido do então juiz federal Sérgio Moro. Uma delas é o direito a receber visitas de amigos em dia especial. Toda quinta-feira, por uma hora, o petista pode ver dois amigos, meia hora cada.

Em seis meses de prisão, Lula recebeu 572 visitas em sua cela especial montada na PF. Haddad visitou 21 vezes o ex-presidente nesse período. A reunião com o ex-presidente foi o primeiro compromisso de campanha petista no segundo turno.

Lula, mesmo preso e inelegível, tentou disputar as eleições. O PT registrou Lula como candidato e Haddad como vice, mas o pedido foi indeferido no dia 31 de agosto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Religiosos

Lula também obteve em 2018 o direito de receber visitas religiosas toda segunda-feira. Nos seis primeiros meses, foram 17 de líderes religiosos que estiveram com o petista. O mais assíduo, o pai de santo Antonio Caetano de Paula Júnior, o Caetano de Oxossi (3 visitas), da Cabana Pai Tobias de Guiné, conhecida como Terreiro Tulap.

O Ministério Público Federal questionou em junho de 2018 a realização de visitas de caráter religioso “em dia e horário diversos da visitação comum” e afirmou que “tais visitas deveriam ocorrer na mesma data em que realizadas as demais”.

A PF informou à Justiça que foi dada permissão de visitação “uma vez por semana, às segundas-feiras, no período da tarde e por no máximo uma hora”, “mediante requerimento da defesa, com indicação do religioso”. Explicou que os demais presos podem receber um padre “uma vez por mês, preferencialmente na primeira sexta-feira de cada mês”.

A juíza destaca que Lula “tem recebido visitas de diversos líderes religiosos, das mais diversas crenças, fora, portanto, do serviço de prestação de assistência religiosa ofertado pelo estabelecimento prisional”.

“A manutenção dessas visitas não se mostra compatível com os princípios e as regras que regem a execução da pena.”

A juíza afirma que “o dever jurídico estatal vem sendo cumprido no âmbito da carceragem da Superintendência da Polícia Federal no Estado do Paraná”. “Conforme informação policial, organizou-se serviço de prestação de assistência religiosa, com atendimento periódico de representante religioso qualificado.”

Segundo ela, “o ordenamento jurídico não outorga ao detento o direito subjetivo de ter serviço de atendimento religioso que bem lhe aprouver, com exclusividade e alheio à organização do estabelecimento prisional”.

“Não cabe ao executado estabelecer forma de atendimento religioso próprio, em paralelo ao existente, mormente sem que apresente qualquer incompatibilidade deste com as suas crenças. Além disso, e especialmente, não se pode, a pretexto da garantia ao atendimento religioso, buscar burlar o regime de visitação existente no estabelecimento prisional.”

A magistrada destaca que nos seis primeiros meses da pena Lula recebeu visitas de líderes de “diversas religiões (frades, padres, freiras, bispos, pastores, monges, pais de santo, rabino)”. “Tais circunstâncias comprovam não se cuidar de assistência religiosa, nos termos legais, mas de visitas de religiosos. Evidente o desvio da finalidade da norma.”

“Determino a imediata suspensão das denominadas visitas de religiosos realizadas às segundas-feiras”, decidiu a juíza. “Registre-se ficar assegurada ao detento a assistência religiosa nos moldes permitidos aos demais presos.”

Fonte: Estadão Conteúdo