Diminuição na abstenção deve favorecer Flávio

Flávio Bolsonaro (PL) em campanha. (Foto: Charles Vieira).

A estratégia de Lula, PT e cia. de tentar diminuir a abstenção no segundo turno tem tudo para sair pela culatra. O motivo é a abstenção no primeiro turno ter sido mais alta nos estados do Sudeste (22,7%) e Centro-Oeste (21,7%), regiões onde o candidato do PL teve vantagem maior sobre o petista. Murilo Hidalgo, presidente do instituto Paraná Pesquisas, avalia que “se diminuir a abstenção, pela realidade da eleição de primeiro turno, o grande beneficiário seria Flávio Bolsonaro”.

Média

O primeiro turno de 2026 registrou abstenção de 21,08%, 33,4 milhões de ausentes, o maior índice da História no primeiro turno.

Já foi pouco

O Nordeste, região que deu ampla vantagem para Lula (PT), registrou a menor abstenção do País, no primeiro turno: 18,39%.

Probabilidade baixa

“Acho muito pouco provável que o presidente Lula consiga virar a eleição em cima disso”, afirmou Hidalgo ao Jornal Gente, da Bandeirantes.

Ruim para o PT

Entre 2022 e 2026, a abstenção aumentou em todas as regiões onde Bolsonaro teve mais votos e diminuiu nas regiões onde Lula venceu.(Cláudio Humberto)

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