O ex-ministro da CasaCivil José Dirceu (foto abaixo) prefere agora cumprir a pena de prisão
em Brasília, e não mais em São Paulo. Se retornar à capital paulista,
ele teme enfrentar o que chama de “ira” do governo de Geraldo Alckmin
(PSDB) contra o PT, com provável transferência para o regime fechado,
por falta de vagas no semiaberto. “Temos que enfrentar isso de cabeça
erguida e eu quero trabalhar”, disse Dirceu, na tarde desta terça-feira.
“Não há por que se envergonhar, não há por que baixar a cabeça. Temos
que continuar fazendo política.”
Apesar da frase otimista, o
ex-poderoso chefe da Casa Civil do governo Lula oscila momentos de
esperança com raiva e abatimento. Não raro se queixa do abandono por
parte de quem considerava amigo e diz estar vivendo um “calvário”. (De O
Estado de S.Paulo – Débora Bergamasco e Vera Rosa)
ex-poderoso chefe da Casa Civil do governo Lula oscila momentos de
esperança com raiva e abatimento. Não raro se queixa do abandono por
parte de quem considerava amigo e diz estar vivendo um “calvário”. (De O
Estado de S.Paulo – Débora Bergamasco e Vera Rosa)