E AGORA?

Pelo menos 15 entidades que representam servidores do Estado assinam um documento aprovando a proposta de paralisação e greve que deve começar hoje, com manifestação em frente ao Palácio de Karnak. E segundo avaliação dos sindicatos envolvidos, o movimento pode atingir 80% dos servidores ativos e inativos. É um protesto contra a quebra do acordo de pagamento dos reajustes salariais escalonados. 
Zé Filho:com um abacaxi nas mãos
O governo garante que não pode fazer os pagamentos por causa da recomendação do Tribunal de Contas do Estado, que ordenou corte de gastos para que a administração pública retome o controle dos gastos com pessoal, diminuindo o percentual limite previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. Os servidores não querem nem saber desse detalhe e como o Estado chegou até ele. Quer é seu reajuste.
Segundo os sindicatos, os acordos foram firmados antes da determinação do TCE. E que as Leis dos reajustes foram enviadas pelo próprio governador e aprovadas na Assembleia Legislativa, com garantia de dotação orçamentária. Final de governo com 80% dos servidores parados em protesto é uma péssima lembrança para a posteridade.
Expectativa
A semana deve começar quente, com a aguardada entrevista coletiva do governador Zé Filho.
Ele tem ficado “pianinho” desde o fim das eleições, mas promete falar bem e, muito!
Como Sua Excelência herdou dos Moraes Souza a “falta de papas na língua”, a entrevista promete ser das mais interessantes.(Eli Lopes/Élida de Sá)
EDIÇÃO:BERNARDO SILVA

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