Eleições 2022: Veja os principais eixos do plano de governo de Rafael Fonteles

A exemplo do que ocorreu nesta quarta-feira em Teresina, o pré-candidato do PT a governador, Rafael Fonteles, vai apresentar nessa sexta–feira (10), no auditório do Igara Clube, o  Plano de Governo do “Time do Povo”. A versão a ser lançada é uma preliminar para discussão com a sociedade e está disponível na internet e nas redes sociais de Fonteles para consulta, sugestões e colaborações.

Rafael Fonteles lança Plano de Governo em Parnaíba nesta sexta-feira

O plano de governo terá dois principais eixos estratégicos: a Geração de Trabalho, Emprego e Renda e a Melhoria da Qualidade dos Serviços Públicos. Uma das metas principais é a geração de 80 mil oportunidades de trabalho em 4 anos. No primeiro eixo, serão trabalhadas 7 cadeias produtivas com grande potencial: micro e pequenos empreendedores urbanos; agricultura familiar e cadeias produtivas; desenvolvimento econômico; infraestrutura e logística; tecnologia e inovação; agronegócio, mineração e energias renováveis; turismo. Já no segundo eixo as áreas prioritárias serão oito: educação; saúde; segurança pública e justiça; assistência social; cultura; habitação, mobilidade urbana e saneamento; esportes e lazer; trânsito.

Segundo Rafael Fonteles, trata-se de um programa ousado, mas realista. “Tudo será feito de acordo com as condições orçamentárias do Piauí e eu, como fui secretário de Fazenda por sete anos, sei exatamente o que é possível e o que não é. O eixo de Trabalho e Renda será focado tanto nos micro e pequenos empreendedores do campo e da cidade, como na atração de grandes empreendimentos que são grandes geradores de emprego e renda. Queremos criar cerca de 80 mil novas oportunidades. O outro é focado na qualidade dos serviços públicos para que o cidadão tenha mais oportunidades com acesso a todas as áreas. Ainda temos os eixos transversais que estão presentes em todas as áreas, tais como direitos humanos, sustentabilidade ambiental, transformação digital, planejamento de gestão e participação popular”, explicou Rafael Fonteles. (com informações de Bruna Dias)

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