Quem nos conta é o jornalista Pedro Alcântara: “A história da companhia de Águas e Esgotos do Piauí S. A., é fantástica. Dá um livro com vários capítulos. Malandragem picaretagem, esperteza, roubo, furto, desvio de verbas são algumas das denuncias constantes feitas pelo sindicato dos servidores. Certa feita alteraram até o estatuto da empresa para empossar um presidente que não preenchia os requisitos exigidos para a o posse.
Origem
No começo era IAEE – Instituto de Águas e Esgotos do Piauí. Depois, no final da década de 60, com o advento da Barragem de Boa Esperança veio a separação e criaram então, a Cepisa e a Agespisa. Uma para cuidar da energia elétrica e a outra para Água e Esgotos.
Quebradeira
A Agespisa é um vaca leiteira. Já quebrou duas vezes. A primeira deixou um ex-presidente tão rico que acabou indo embora daqui e hoje vive nababescamente viajando pelo mundo. Foi restaurada e saneada no governo Freitas Neto. Agora quebrou de novo dado as sucessivas e criminosas investidas ao seu patrimônio financeiro.
Subdelegação
Não é a toa que os servidores rejeitam a proposta de Subdelegação dos serviços da Agespisa como forma de salvar a empresa. Eles estão escaldados porque já viram esse filme em preto e branco, colorido e, agora, volta na era digital em 3D.
Um Plebiscito
A subdelegação pode ser feita, mas, com o aval de alguém. Quem se arrisca ser o avalista desse negócio. Os servidores? O Sindicato? A prefeitura da capital? Façam então um plebiscito. Consultem o povo”.
