Festa grande
Diante do tamanho da festa que os partidos incumbentes (governistas) promoveram na véspera, um leitor perguntou, logo nas primeiras horas deste domingo, quanto terá custado toda aquela ostentação festiva.
Como aparentemente não se precisa expor a prestação de contas, é difícil dizer quanto se torrou no convescote multipartidário do PT e derivados.
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Projeção
É bastante incerto fazer uma projeção sobre custos, mas, considerando que havia três candidatos majoritários (dois a senador e um a governador) e não menos que 100 candidatos proporcionais (Câmara e Assembleia) nas convenções de PT, MDB, PV, PCdoB, PSD e Republicanos, a pajelança no Centro de Convenções Atlantic City deve ter ficado numa cifra de seis dígitos.
Dois mundos
Quem viu a cena ficou espantado: o séquito em torno de Rafael Fonteles na convenção dos partidos incumbentes era gigantesco. Havia puxa-sacos a dar de pau. Logo atrás, seguido por meia dúzia de gatos-pingados, vinha o senador licenciado e ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias.
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Sem compra
Dias fez um discurso em que pronunciou uma frase informando à plateia que seu filho, Vinícius Dias, será eleito deputado estadual sem comprar um voto que seja.
Ao pronunciar essas palavras, deu a entender que há quem pague para ser votado, o que é uma informação que circula leve como uma brisa numa manhã de junho.(Portalaz)