Autocrítica
O PT precisa fazer uma autocrítica sobre o tratamento dispensado a antigos militantes e profissionais que dedicaram anos de trabalho à construção do partido, mas acabaram esquecidos. Um exemplo é o jornalista Kenard Kruel (in memoriam), um dos fundadores da legenda, que, antes de falecer, confidenciou sentir-se desprezado pelo partido. Após sua morte, não recebeu sequer um buquê de flores como homenagem.
Ingratidão
Essa ingratidão ajuda a explicar o afastamento de antigos colaboradores e o desgaste da legenda.
Memória
O escritor Assis Brasil e o poeta Neto Sambaíba também merecem ser lembrados quando se discute o reconhecimento aos nomes que contribuíram para projetar o Piauí além de suas fronteiras.
Estado sem memória
A trajetória de intelectuais e artistas que projetaram o Piauí nacionalmente não pode ser condenada ao esquecimento. A forma como o Estado preserva a memória e homenageia seus grandes nomes revela o espaço que a cultura ocupa nas prioridades públicas.
Complexo de Napoleão
A canibalização entre aliados para favorecer determinados grupos revela a pequenez de lideranças que confundem poder com superioridade.
Ambições pessoais
Sem maturidade intelectual e sabedoria para construir a união, certas lideranças colocam as ambições pessoais acima dos interesses coletivos. O problema não se restringe ao PT: há dirigentes de outros partidos que, tomados pela arrogância, não descem do salto alto e adotam posturas ainda mais prejudiciais à própria organização política.(Fonte:Portalaz)