
POR: BERNARDO SILVA
Fala-se tanto da necessidade de renovação da classe política mas muito pouco se faz neste sentido. Alguns jovens que estão surgindo no meio não renovam os discursos e repetem frases feitas das velhas e carcomidas lideranças. Ou seja, já nascem fedendo a mofo. E quando se elegem, deixam-se levar pelo canto da sereia e aderem às mesmas e usuais práticas, dos conluios, das cobranças de propinas e dos lobbys para benefício de alguns.

O filho de Wellington Dias – Vinicius Dias -entrando na política para fortalecer a oligarquia criada pelo pai
Todos querem ficar ricos, com as devidas exceções à regra. Já nem pensam em uma graduação, uma profissão, para trabalharem honestamente. A maioria entra na política pensando em se dar bem. Tem até aqueles que conseguiram uma graduação, Têm sua profissão, mas entram na política de lá não querem mais sair. Abandonam tudo para mamar num contracheque público. Vejam aí como exemplo o filho do Wellington Dias, o médico Vinicius Dias, que vai deixar uma abençoada profissão, a conselho do pai, para se pendurar num contracheque público (sem comentários).

Em Parnaíba já estão nascendo os profissionais de candidaturas, ou seja, os candidatos profissionais. Toda eleição estão dentro, de preferência do lado de governos. Não importa de que Partido. E depois da eleição, mesmo perdendo, saem com os bolsos cheios e um bom contracheque no bolso para viverem de papo pro ar. Tem uns aqui na Parnaíba com gordos contracheques dados por Rafael Fonteles cuja função é só ir ao aeroporto esperá-lo e correr atrás dele quando da inauguração de asfaltos e calçamentos.
Tem conhecidos políticos aí que só enxergam os problemas da cidade quando estão em campanha. Depois, desaparecem, vão viver tranquilos com o dinheiro ganho, enquanto os candidatos de verdade gastam dinheiro. Depois da eleição, calam-se, não se envolvem com nada, esperando o próximo pleito para escolherem o melhor lado de tirarem proveito. Essa é a realidade da Parnaibinha de Nossa Senhora, Mãe da Divina Graça. Tenho dito.