“Obra” na Colônia de Férias do IAPEP
A Empresa de Gestão de Recursos do Piauí (EMGERPI), criada no Governo Wellington Dias com o objetivo de se intrometer em tudo, inclusive assumindo atribuições que não eram suas, deixou uma herança na Colônia de Férias do IAPEP, em Luiz Correia.
São “esqueletos” de uma construção que não foi finalizada, como muita coisa no Governo do Petista W. Dias. A pergunta que não quer calar: quanto gastaram nesta “construção” que hoje sequer é vista como obra inacabada da gestão petista? O dinheiro que certamente disseram lá haver empregado, foi parar nos bolsos de quem?!
A história da EMGERPI todo mundo lembra: em não tendo o que fazer, o então governador Wellington Dias inventou uma empresa para sacanear com meio mundo. E com uma missão especial: tomar eleição no interior.
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| Lucile Moura:A poderosa da EMGERPI |
A tal EMGERPI, de acordo com os interesses do PT, ia para dentro de uma cidade e começava a concorrer com a prefeitura. Foi assim que tomou a eleição em União – elegeu o sobrinho de Antônio José Medeiros, Zé Barros e Chico Antônio, ex-secretário e amigo do peito de Wellington em Esperantina.
A EMGERPI ainda teve tempo de provocar mortes em Cocal, no rompimento da barragem de Algodões, esculhambar a Colônia de Férias do IAPEP, em Luiz Correia e muito mais. Enfim, era pau pra toda obra.
Onde queriam um malfeito, estava lá dona Lucile Moura, lépida e fagueira, mandando brasa. Quando o negócio desandou, o que fizeram? Pegaram os computadores que guardavam os registros das malandragens e deram fim, inventando um roubo que nunca foi investigado. Tal e qual o famoso incêndio da Secretaria de Saúde.
