
Ministro Gilmar Mendes, do STF | Foto: Victor Piemonte / STF
Lula (PT) provocou indignação ao se utilizar outra vez recursos públicos para azeitar sua candidatura, aumentando o Bolsa Família após ser superado por Flavio Bolsonaro (PL) nas pesquisas Quaest e AtlasIntel. Juristas e oposição acusam crime eleitoral, mas, no STF e TSE, o petista é inimputável. Já em 2022, quando o presidente era Jair Bolsonaro (PL), por isso mesmo o ministro Gilmar Mendes liderou no STF outro criativo entendimento de “perigo de gol”: vetou aumento de benefícios sociais.
Criatividade
Gilmar alegou “inconstitucionalidade”, quebra de “paridade de armas”, “violação da anterioridade eleitoral”, até ofensa a “liberdade do voto”.
Efeito Bolsonaro
Liderado por Gilmar, o STF concluiu ainda é “desvio de finalidade” aumentar benefício social perto da eleição, e “nítido efeito eleitoral”.
Bem diferente
Ao contrário do anúncio e Lula, ontem, o aumento dos benefícios no governo Bolsonaro foi PEC aprovada em dois turnos no Congresso.(Cláudio Humberto)