MÃO SANTA
Está nas mãos do ex-senador Mão Santa juntar e não deixar as forças poderosas cooptarem o que restou do G12 para fortalecer sua possível candidatura a governador do Estado, pela oposição. Ele, que ocupa agora o lugar de Silvio Mendes, que era a maior liderança de oposição no Piauí mas agora juntou-se ao “balaio de gatos” do PMDB, não pode mais retroceder, sob pena de sufocar para sempre sua carreira política, já tão “chamuscada” pelas últimas derrotas eleitorais.
Mão Santa diz que seu caminho natural era uma candidatura a deputado federal, porque o vice-governador que está assumindo o governo seria candidato natural à reeleição. Mas não engoliu e nem engole a tratorada que deram no sobrinho dele, Zé Filho. E viu cair no seu colo essa possibilidade de disputar o terceiro mandato a governador, nem que seja, a princípio, só para embolar o meio de campo.
EM TEMPO:Com Mão Santa ou sem ele na disputa eleitoral para o governo do Estado há de se imaginar o tamanho do tiroteio que haverá nos programas eleitorais entre os candidatos Wellington Dias e Marcelo Castro, ambos podres de ricos por conta dos mandatos eletivos que desempenharam. Se Mão Santa entrar o tiroteio será maior. Ele disse que não roubou, está pobre. E que o consultório em que atende hoje na Santa Casa de Misericórdia é o que pertenceu ao Dr. Cândido Atayde. “Tá lá o bicho todo enferrujado”, disse. É esperar pra ver.
EM TEMPO:Com Mão Santa ou sem ele na disputa eleitoral para o governo do Estado há de se imaginar o tamanho do tiroteio que haverá nos programas eleitorais entre os candidatos Wellington Dias e Marcelo Castro, ambos podres de ricos por conta dos mandatos eletivos que desempenharam. Se Mão Santa entrar o tiroteio será maior. Ele disse que não roubou, está pobre. E que o consultório em que atende hoje na Santa Casa de Misericórdia é o que pertenceu ao Dr. Cândido Atayde. “Tá lá o bicho todo enferrujado”, disse. É esperar pra ver.