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| JOSÉ MARTINHO |
IMPRENSA TEVE CHANCE DE QUESTIONAR, mas as dúvidas sobre o caso só aumentaram
O motorista do candidato ao governo do estado Wellington Dias (PT), José Martinho, que é lotado no gabinete do senador, é um homem corajoso. Ele apresentou uma nova versão para a origem dos R$ 180 mil. E ela agora sustenta que a quantia é fruto da venda da sua distribuidora de bebidas localizada em Samambaia, cidade satélite de Brasília, chamada “Distribuidora Martins”. Dessa forma, segundo ele, o dinheiro não mais teria vindo só da venda de cervejas, carvão e aluguéis de mesas e churrasqueiras, como havia dito.
Até esta quarta-feira (24), isso nunca tinha sido ventilado, mesmo depois de exatos 13 dias do fatídico 11 de setembro do PT, quando o carro do funcionário do candidato petista foi apreendido no município de Barreiras, na Bahia, portando R$ 180 mil de origem ainda desconhecida. A ideia das entrevistas gravadas concedidas às TV’s Meio Norte e Cidade Verde eram por um fim no assunto, e separar a imagem de Wellington Dias do caso. As entrevistas foram combinadas. Mas tiveram um efeito contrário. Reacenderam o assunto.
Um fato que chama atenção é que até semana passada – portanto, depois da apreensão do veículo com dinheiro -, quando o 180 entrou em contato com a distribuidora, uma atendente disse que não podia falar nada sobre o caso, confirmou que a distribuidora era de Martinho, e se irritou quando indagada qual o nome da empresa. “Você num é jornalista? Você já sabe. Para que você pergunta?”, confrontou.
Leia a matéria completa. CLIQUE AQUI:http://180graus.com/politica/motorista-de-wdias-deu-nova-versao-para-os-r-180-mil
Até esta quarta-feira (24), isso nunca tinha sido ventilado, mesmo depois de exatos 13 dias do fatídico 11 de setembro do PT, quando o carro do funcionário do candidato petista foi apreendido no município de Barreiras, na Bahia, portando R$ 180 mil de origem ainda desconhecida. A ideia das entrevistas gravadas concedidas às TV’s Meio Norte e Cidade Verde eram por um fim no assunto, e separar a imagem de Wellington Dias do caso. As entrevistas foram combinadas. Mas tiveram um efeito contrário. Reacenderam o assunto.
Um fato que chama atenção é que até semana passada – portanto, depois da apreensão do veículo com dinheiro -, quando o 180 entrou em contato com a distribuidora, uma atendente disse que não podia falar nada sobre o caso, confirmou que a distribuidora era de Martinho, e se irritou quando indagada qual o nome da empresa. “Você num é jornalista? Você já sabe. Para que você pergunta?”, confrontou.
Leia a matéria completa. CLIQUE AQUI:http://180graus.com/politica/motorista-de-wdias-deu-nova-versao-para-os-r-180-mil
