Filhos, esposas de prefeitos foram empregados como terceirizados, que agora querem indenização
Lá vem!
A ida dos lagartos fantasmagóricos de folha ao Ministério Público do Trabalho pra reclamar do não pagamento de verbas rescisórias pode se tornar um escândalo inimaginável.
A impensada visita dos fantasmas ao MPT pode ter ligado um alerta dos órgãos de controle, que agora querem saber quantas rescisões aconteceram no ano de 2025, pois já se sabe que o governo passou a caneta nessa despesa por incapacidade de pagamento — e agora exige ponto eletrônico dos terceirizados para poder pagar as empresas.
Casos de desvio
Se ligarem os pontos, vão ver que isso pode ser mais um caso de desvio escancarado de recursos públicos direto para a conta dos padrinhos deputados, pois o que se fala é que cada parlamentar tinha uma “quota” de indicações para acomodar lideranças políticas, acertar acordos eleitorais e, às vezes, só para “fazer caixa”.
O MPT promete enviar tudo para os devidos lugares para que se apure esse descalabro.
Terceirizados fantasmas
Essa história revelou um esquema pernicioso com os deputados estaduais e as gestões estadual e municipal. Porque eles são fantasmas mesmo — nunca trabalharam enquanto duraram os contratos. Mas querem indenização.
Padrinhos
Dá para identificar o indicado e o padrinho, por secretaria. Só na Meio Ambiente, quando o sobrinho era o titular, o deputado Dr. Hélio teria empregado uns 60.
Em várias delas, João Madison, uns 70; Dr. Vinícius, uns 80 na Administração e congêneres.