Fábrica da Nassau fecha no Piauí e 500 perdem emprego

João Henrique rebate informação de que 80% do PMDB vai apoiar W.Dias

Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais do Piauí, a Articulação Nacional das Mulheres (ANP-PI) organizarão uma manifestação pública em frente à Previdência Social em Parnaíba.
ASSIS ENXERGA “PARTE ÉTICA” NO PMDB QUE APOIA WELLINGTON
Assis prestigiou posse dos peemedebistas
Parnaíba Shopping celebra Dia da Mulher com programação especial
Gil Borges é oficializado como novo secretário da Fazenda


Com o incidente, Mão Santa pediu que Airton se afastasse para descansar e cuidar da saúde, uma vez que devido ao caos instalado na Prefeitura pela gestão passada, ele estava trabalhando até 16 horas por dia, conforme informou o superintendente de Comunicação, Bernardo Silva.

Preocupada com sua saúde, a família de Airton se manifestou a favor de que ele não retornasse ao cargo, a fim de evitar possíveis complicações futuras. Antes de ir para a Secretaria da Fazenda, Gil Borges ocupou a direção da Gestão Municipal, que agora passe a ser gerida interinamente por Anísio Neves.

Secretário Anísio Neves
(Sup. de Comunicação- PMP)
Comércio de Parnaíba deverá funcionar também nos domingos e feriados
Fonte: Jornal “”Tribuna do Litoral”
Núcleo de Enfrentamento à Violência Doméstica vai comemorar o Dia Internacional da Mulher
Empa propõe melhorias de trabalho para feirantes que ocupam as calçadas




Sup. de Comunicação -PMP
Sessão solene presidida pelo presidente Câmara concede o Título de Cidadania Parnaibana ao pastor Damião Costa Filho
“Redenção”, de autoria do pastor Damião Costa Filho.
GRATO AOS QUE CAÍRAM
GOVERNADOR DISSE QUE PETISTAS VINHAM FAZENDO GRANDE TRABALHO; MESMO ASSIM FORAM TIRADOS DOS CARGOS PARA DAR LUGAR AO PMDB NA ADMINISTRAÇÃO ESTADUAL
Wellington tira, mas se diz muito grato
SAMU: Governo do Estado engana Municípios
Calote
Prefeituras de todo o Piauí estão sem dinheiro para coisas básicas e ainda estão levado um calote que já dura sete meses, dado pelo governo do Estado. Trata-se do repasse da parte do Tesouro estadual para manter o Samu. Os prefeitos são obrigados a manter o serviço às expensas dos cofres municipais, enquanto o gestor da Saúde estadual, Francisco Costa, posa de bom moço nas redes sociais.
Parcelamento
O terceiro mês do ano começou e nada de pagamento das parcelas do repasse estadual para manter o Samu nos municípios.
O governo avisou que vai pagar janeiro e um décimo do valor devido e não quitado em 2016. Parece piada de mau gosto, mas não é.
É verdade incômoda. (Portalaz)
O carnaval dos desempregados
Estamos cansados de saber que no Brasil poucas são as coisas e situações levadas a serio. Um país com treze milhões de desempregados que se dá ao luxo de parar cinco dias por pura brincadeira não pode em nenhuma hipótese ser levado a sério. Um país que tem um dos maiores índices de pobreza e desigualdade social e que se dá ao deboche de investir milhões e milhões de sua moeda numa carnavalada ao que se imagina só deve estar nadando em dinheiro.
Um país que está passando por um dos seus piores momentos de crise institucional com ministros, governadores, prefeitos, secretários, empresários, funcionários públicos graduados e outros mais envolvidos em corrupção e para pra celebrar um carnaval por cinco ou mais dias, não pode ser de maneira nenhuma ser tido como sério. Mas se a gente vai falar isso nas rodas de conversa logo recebe o título de chato, reacionário, sem graça, está revoltado porque seu foi derrotado nas últimas eleições. Somente porque discorda dessa presepada toda.
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Temos visto que por esse Brasil existem centenas e centenas de prefeituras que estão neste exato momento ignorando a crise e mergulhando as finanças numa brincadeira sem nenhum sentido de retorno. Porque pra muitos prefeitos o povo gosta mesmo é de festa. Sob o pretexto de serem populares, os executivos municipais se danam a gastar aquilo que não possuem e não tem certeza de que vão arrecadar o suficiente. Onde já se viu muitas e muitas prefeituras sem as mínimas condições que justifiquem criarem pastas sofisticadas tipo secretarias de cultura e mais ainda de turismo?
Não é o caso de Parnaíba, que tem histórico nesse sentido. Sendo mais direto, sempre teve panos pras mangas. Certos municípios criam essas secretarias e as entregam pra pessoas sem o mínimo de conhecimento com o que estão ou vão trabalhar. Secretarias que não trazem em quatro anos de atividades nenhum retorno pra administração municipal porque são ou serão geridas por pessoas ignorantes com essas atividades. Aqui mesmo na região norte do Piauí nós temos uns dez casos.
Mas voltando pra o carnaval, vemos que é muita e muita falta de responsabilidade de prefeitos investirem neste período milhões de reais em festas com bandas caríssimas e até outro dia, logo que tomaram posse em janeiro, era uma choradeira de fazer dó. Até outro dia os auxiliares, secretários disso e daquilo não paravam de reclamar que haviam encontrado suas pastas numa petição de miséria. E assim de uma hora pra outra aparece dinheiro no rodo pra se gastar contratando bandas e mais bandas.
Aqui e acolá um festejo de santo padroeiro. Uma pontinha de recursos da prefeitura pra satisfazer um colega, um time de futebol, uma igreja, campeonato disso e mais daquilo. As câmaras legislativas estão cheias de vícios e de roubalheiras com vereadores praticamente vitalícios, empregando a mulher, a amante, a filha, o genro, os compadres, os colegas desocupados do filho vagabundo. Aí quando passa o carnaval todo mundo corre pra cima das funções e execuções fingindo que está trabalhando. Desse jeito não tem jeito.
(*)Pádua Marques é jornalista e escritor
Para festa de 55 anos, W.Dias chega acompanhado pelos peemedebistas
“O grande sentido da política é pensar em povo, o que é importante para população”, disse W.Dias, sem querer comentar a entrada ao lado dos novos – porém velhos – aliados.
Disse ainda ser grato a José Dias e Henrique Rebelo, que deixam DER e Sasc, e diz confiar na continuidade do trabalho que os dois vinham desenvolvendo. Para o governador, as mudanças “nos colocam em condições de ter não apenas o apoio na Assembleia”, mas de garantir a ajuda na gestão.
– Fotos: Apoliana Oliveira/180graus




Transposição em curso; falta transpor a intolerância

Presidente da Câmara Municipal participa da solenidade de incorporação dos novos atiradores no TG 10-012
PMDB EM MOVIMENTO: DIA 17 EM PARNAÍBA
Posse
O governo é rápido no gatilho. Para que ninguém se arrependa, o cerimonial do Palácio de Karnak já expediu os convites de posse do secretário de Assistência Social e Cidadania, Zé Santana e do diretor geral do Departamento de Estadas e Rodagens, José Dias de Castro Neto.
Para amanhã.
Divergências
Tanto no PT quanto no PMDB há quem não concorde com essa nova aliança entre os partidos. Ontem, alguns já chegaram a se manifestar.
Entre os peemedebistas está o ex-ministro João Henrique que no plano federal é membro da executiva nacional do pmdb e presidente do conselho nacional do Sesi. Ele estranhou o acordo e já se posicionou contra.
Caravana
João Henrique está anunciando a retomada das viagens ao interior marcando para o dia 17 uma visita à cidade de Parnaíba.
E no discurso não alisa couro de peemedebista adesista e faz severas críticas ao governo estadual.
Ulysses e eles
Do sempre irreverente Robert Rios, sobre a negociação do PMDB com Wellington Dias:
“É mais fácil resgatar Ulysses Guimarães do mar do que tirar o PMDB do governo”.(Portalaz)
Wellington Dias: De “Aprendiz de Feiticeiro” a “Encantador de Almas”
Originalmente, “O Aprendiz de Feiticeiro” é um filme de fantasia e aventura baseado no final do poema sinfônico de Paul Dukas, de 1890, e no poema Der Zauberlehrling, de Johann Wolfgang von Goethe, de 1797. “Merliniano”, um feiticeiro da moderna Manhattan, EUA, luta contra as forças do mal e dá a seu aprendiz relutante um curso intensivo na arte da ciência, da magia e da feitiçaria, a fim de parar os “morganianos” de elevar as almas dos mortos feiticeiros do mal e destruir o mundo.
Após a ascenção política do PT e do governador Wellington Dias no Piauí, o jornalista Zózimo Tavares escreveu um livro intitulado “Aprendiz de Feiticeiro”, onde leva ao leitor “como o PT chegou ao Governo do Piauí e, uma vez no poder”, meteu os pés pelas mãos”. No livro, Zózimo reuniu vários artigos políticos produzidos por ele mesmo desde que Wellington Dias assumiu como governador do estado, em 2003.
“Como governar mal e sempre ganhar uma eleição”, eis o âmago e a síntese da obra de Tavares, que descreve um “aprendiz” que consegue envolveu a todos.
Os textos do livro retratam um “governador aprendiz” de 2003 a 2010. Mas, hoje, já estamos em 2017. E coisa mudou muito de lá para cá. O homem, como certeza, não é mais um “aprendiz”, mas, agora, com todo o respeito à sua Excelência, um “Encantador de Almas”, porque consegue governar um estado por todo esse tempo sem oposição e com todos os políticos o aplaudindo de pé, de cócoras e de joelhos.
Na primeira eleição, Wellington Dias “encantor almas” para continuar derrotando a “oligarquia pêfêlê”. Nunca o Piauí vibrou tanto! Na segunda, foi um verdadeiro “passeio”. “Encantou” a Deus e ao mundo na sua primeira reeleição. Na terceira, contra tudo e contra todos quase foi aclamado nas urnas, tamanho seu prestígio cada vez mais elevado na alma do eleitor e dos políticos.
Sem dúvidas, um fenômeno político! E com méritos! Diz Romildo Mafra: “O homem tem que ser estudado!” A “césar o que é de césar”, mas nenhum político do Piauí conseguiu realizar a história política protagonizada por Wellington Dias. Ela é incomparável e ele se superou em gênero, número e grau.
Como governar sem oposição? Talvez aqui resida o mistério para se decifrar como um político em tempos modernos consegue “encantar” tantas almas ao mesmo tempo. Será feitiço, bruxaria, magia,…? Nada disso! Com sua perspicácia, aquilo que muitos não percebem, Wellington Dias assenhorou-se com o tempo que seus opositores são frágeis e se “encantam” com pouco, com migalhas, com um benefício, uma dádiva, um ganho, uma sinecura, um nicho,…
Wellington Dias sabe que a oposição do Piauí é preguiçosa e desarticulada. E, acima de tudo, arrogante, prepotente e desunida. Assim, quase que com um “toque mágico” consegue “encantar almas” e seguir domando todos aqueles que ele sabe como ninguém a fórmula para conquistar: é dando que se recebe.
Como define Andressa Bittencourt, diferentemente do que se possa imaginar, ninguém “nasce sendo líder”. Exercer a liderança não tem a ver com dádiva ou destino. A liderança não é genética, não passa de pai para filho. Pode ser aprendida e desenvolvida. Empatia, visão de futuro, carisma, capacidade de persuasão e inteligência emocional são algumas das características gerais de um líder.
Wellington Dias aprendeu a ser um líder dentro de ambiente político propício para ser desenvolver essa característica. Como orienta Andressa, se a pessoa tem potencial, mas as tentativas são frustradas, ela deixa de querer realizá-las para se adaptar ao ambiente. Se, pelo contrário, a pessoa não tem noção sobre liderança e encontra muitas oportunidades, a habilidade é desenvolvida.
Uma liderança política, primeiro, tem que ser inspiradora. Ter versatilidade e flexibilidade. E o mais importante: saber usar a autoridade, saber delegar, saber dar e receber. Se Wellington Dias não tiver todas essas características, quem as terão, então, no Piauí?
Modestamente, há dois argumentos que justificam tanta vocação para governar por tanto tempo o seu Estado: bondosamente, age com naturalidade e, silenciosamente, aguarda a incompetência da oposição de eleição em eleição. Molim, molim!























