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| Na abertura dos trabalhos neste mês de abril da Câmara Municipal, o vereador Carlson Pessoa apresentou diversos requerimentos visando melhorias em segmentos variados da sociedade parnaibana. Por meio dos documentos 108/2016 e 109/2016, o líder da oposição em Parnaíba questionou ao prefeito Florentino Neto (PT) e ao governador Wellington Dias (PT), quais projetos foram elaborados para tentar salvar a Lagoa do Portinho, que há cinco anos agoniza, sem receber nenhuma intervenção do governo. Carlson lembrou que há um ano provocou a primeira audiência pública do Estado para tratar da seca da lagoa, com a presença de autoridades públicas, especialistas no assunto e a população. Na época chegou até ser criada uma Comissão para tentar revitalizar o balneário, entretanto, o projeto foi negligenciado pelos governos municipal e estadual, deixando a Lagoa do Portinho completamente abandonada. Ele frisou ainda que o local somente começou a ser revitalizado no mês passado graças a uma ação da iniciativa privada, mas que inexplicavelmente a obra foi embargada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Semar). |
João Mádison, Themistocles, Zé Santana, Severo Filho e Juliana. (Ascom – Teresa Val)
O Partido da República (PR) de Parnaíba, que parecia consolidado sob a liderança do desportista e líder comunitário Maksuel Brandão, foi quase que totalmente esvaziado com a chegada ao partido do deputado estadual Dr. Hélio Carvalho. “Fomos convidados a ficar na direção, tanto pelo Dr; Hélio quanto pelo deputado Fábio Xavier, mas resolvemos sair para o PSL” (Partido Social Liberal), disse Maksuel.
Queda livre
Rafael Fonteles, secretário da Fazenda, tem dito que se 2015 foi ruim para as finanças estaduais, 2016 será pior. Ele tem razão. No ano passado, o Piauí deixou de receber R$ 262,4 milhões da União. Neste ano, a queda pode ser maior. Talvez dobre, superando meio bilhão de reais.
Furos
Tomem-se dois exemplos dessa debacle nas contas: saúde e educação. Na saúde, as transferências para o SUS foram R$ 12,3 milhões a menos que o previsto Na educação, os valores repassados a menor somaram R$ 50,7 milhões.
Conceito
Se existe uma coisa que não se acaba nem fica pouca essa coisa não é a fome de cearense, como jocosa e preconceituosamente se dizia em passado até recente.
O que nem se acaba nem fica pouca é dívida pública.
Explicação
Não basta ir muito longe para verificar como a dívida pública nunca se acaba. O balanço do governo do Piauí publicado na semana passada, mostra que em dezembro de 2014, a dívida de longo prazo do Estado era de R$ 4,364 bilhões. Em dezembro de 2016, somava R$ 4,488 bilhões. No espaço entre o primeiro e o segundo valor, foram pagos R$ 725,9 milhões em juros e amortizações.