Diante do óbvio – os seguidos problemas com o fornecimento de energia no Estado – o senador Wellington Dias foi semana passada à presidente Dilma reclamar dos serviços prestados pela Eletrobras. Cobrou até mesmo intervenção na empresa. Vamos e venhamos: é um ato de campanha, com sérios riscos para o senador. Os problemas da Eletrobras estão aí, machucando a vida dos piauienses, desde os tempos em que Wellington ocupava o governo do Estrado. Vale lembrar, a Eletrobras piorou muito desde que o PT passou a comandar o país, fazendo a estatal absorver um monte de outras empresas falidas. Aqui no Piauí, a Eletrobras – ainda com o nome de Cepisa – se tornou um cabidão de empregos para acomodar os companheiros, o que só piorou a situação já caótica. Há décadas o Piauí reclama de investimentos na área elétrica, e o governo de Wellington não ajudou em nada a suprir essa carência que entrava o estado. Agora o senador vai à presidente num ato de alto risco. Primeiro, por permitir recordar sua inação em outros momentos. Segundo, por cobrar uma ação em pleno período eleitoral, cuja resposta muito provavelmente será o silêncio do Planalto. Aí, o senador-candidato só terá um jeito: dar a mão à palmatória. Porque o silêncio da presidente será lido como desprestígio de Wellington, ou descaso de Dilma com o Piauí. Ou as duas coisas.(Por: Arimatéia Azevedo)
Edição:Bernardo Silva










Partindo-se do princípio de uma possível ou eventual desistência de Marcelo Castro, por problemas de ordem interna do PMDB, mesmo que o candidato venha a ser o governador Antônio José de Moraes Souza Filho, o ex-governador Mão Santa, não tem mais como fugir da responsabilidade de sua candidatura. A essa altura das pesquisas que mostram o seu crescimento, a candidatura de Mão Santa passa a ser do povo e não mais dele nem do seu partido.
A candidatura de Mão Santa será tão importante para Zé Filho, como para o atual candidato do PMDB Marcelo Castro. Qualquer neófito em política e que tem acompanhado as démarches políticas do estado, sabe, que, somente com Mão Santa, teremos segundo turno no Piauí. Se Marcelo Castro pensa assim, o governador Zé Filho, caso decida ser candidato devido até agora a candidatura de Marcelo Castro não ter decolado, como se esperava, ele, somente chegará ao segundo turno, se for mantida a candidatura do seu tio Mão Santa, irmão do seu pai, Antônio José de Moraes Souza, de saudosa memória.






Publicado Por: Lídia Brito