Fotos da 1ª edição “Joguei bola na praça Santo Antonio”.
Durante a pelada, Miguel sofreu falta e foi atendido pelo massagista.
Amigos reunidos para fotos
Marcelo e Márcio Correia com o professor Flávio Ayres, que prestigiou o evento
Roberto Cajubá, organizador do encontro disse que foi sucesso e no próximo ano espera contar com os colegas que não puderam participar da 1ª edição do “Joguei bola na praça Santo Antonio”.
Dr. Cajubá e o médico Marcio Correia
Dacisinho, Dr. Cajubá e Marcelo
Seu Cajubá com a enfermeira Rejane
Márcio, seu Araújo e Dacisinho
Seu Araújo com Chico Prado e Big Boy
Três relíquias da praça, Cajubá, Araújo e Albertinho….Nossos pais na praça!!!
Guma, Chicão Carvalho e Chico Prado
Fernando Correia e Roberto Cajubá
Itamar e Márcio Mourão
Cajubá Neto, Albertinho, Marquinhos e Igor
Igor Carneiro
Junior Catita e Junior Mão Santa.
Próximo ano tem mais.(Fonte:Portal do Catita)
O troco vem ai, Dilma….
Tem dedo do PT no processo do TCE para demitir servidor; ‘seria tiro no pé’
Tem as digitais do Partido dos Trabalhadores o processo que tramita no Tribunal de Contas do Estado que pede a demissão de 700 servidores públicos estaduais. A denuncia é do líder do governo, deputado João Madison(PMDB). Ele revelou que o TCE abriu uma Auditoria na Folha de Pagamento a pedido do deputado Merlong Solano(PT), cujo requerimento foi lido na Assembleia na sessão dia 3 de junho e aprovado no dia 25. “Cinco dias depois, ou seja, no dia 30 já estava protocolado no TCE e tramitou numa rapidez extraordinária, quando se sabe que naquela corte, tem processo que leva anos para ser julgado”, diz Madison. O deputado acha estranho a velocidade com que o casofoi tratado na corte de contas, passando por cima de vários outros processos antigos que não conseguem ser pautados. “Isso pode ser um tiro no pé. O PT precisa rever seus métodos e estratégias de campanha. Não é dessa forma, promovendo terror que se consegue ganhar eleição. Tudo tem limite. Parece que o limite do PT acabou”.
PÂNICO
João Madison adverte que, “essa história de demissão deve ser tratada com cautela, tendo em vista que deixa as pessoas nervosas, ansiosas, depressivas e pode até virar uma tragédia. Temos histórico de pessoas que não suportaram ameaça de demissão e acabaram pondo fim a própria vida. O PT deve arcar com a responsabilidade do que acontecer”,
DEMISSÃO NÃO
Em entrevista a TV Antena 10, o deputado Merlong negou que seu partido esteja brigando por demissões. “O que nós queremos, é que o governo cumpra a lei Fiscal, nada mais do que isso, sob pena do Estado ficar completamente paralisado e inviabilizado sem poder receber as transferências federais”.(Pedro Alcântara)
EDIÇÃO:BERNARDO SILVA
COM O DINHEIRO NO BOLSO
De acordo com informações do jornalista Arimatéia Azevedo o coronel Lídio Filho, comandante geral da PM, despachou 120 homens para garantir a segurança no litoral e, cada um, já saiu daqui com as diárias nos bolsos.
O comandante da PM informa também que atualizou a ‘planejada’, pagando tudo que estava atrasado.
Governo diz que vai manter a nomeação de concursados
O Governo do Estado vai manter a nomeação dos 92 agentes penitenciários, escrivães e agentes da Policia Civil. A decisão contraria resolução aprovada anteontem pelo Tribunal de Contasdo Estado (TCE), determinando a suspensão das nomeações dos agentes e a demissão de 680 servidores em cargos comissionados ou em função de confiança, por descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) nos gastos com pessoal.
QUEM É O SANTO E O SATANÁS?!
Chumbo trocado
Ouvindo as conversas dos eleitores e correligionários de Wellington e Zé Filho, dá para perceber uma estratégia comum aos dois grupos. Uma infindável produção de factoides envolvendo os adversários, principalmente quanto a problemas nas suas administrações a frente do governo do estado e da prefeitura de Parnaíba, respectivamente.
Sai de tudo, para todos os gostos, do tipo toma lá, dá cá. Como diziam antigamente: chumbo trocado não dói.(Do Portaaz)
EM TEMPO: É um tipo de comportamento que em nada enriquece o debate político. Qual dos que disputam mandatos para governo do Estado, principalmente Mão Santa, Wellington Dias e Zé Filho, pode apontar o dedo para o outro? Como a disputada é para governo do Estado, Zé Filho foi quem ainda não foi governador. Portanto… que o eleitor julgue. O que não podem é esquecer de suas propostas e planos para o Estado, perdendo tempo precioso em fazer pose de santos. Atentai bem: “Atire a primeira pedra aquele que nunca pecou”.
MÃO SANTA:”BARRADO NO SHOPPING”
O ex-senador, candidato a governador, parava para conversar com as pessoas que o cumprimentavam na praça de alimentação, mas os segurança entenderam que ele fazia campanha.
Santinho
“Eu estou no meu direito de conversar com as pessoas”, disse o ex-senador. “Mas o senhor está distribuindo propaganda eleitoral”, retrucou um segurança, quando Mão Santa tirou do bolso um cartão de visita com sua fotografia, endereço e os dados relativos à sua profissão de médico.
Na parte posterior do cartão o salmo 23 ‘O Senhor é meu Pastor e nada me faltará’.
Mas nem assim, os seguranças, que já eram quatro, não se convenceram.(Portalaz)
Do nosso bolso: 23 milhões por dia, 1 milhão por hora

Cabra bom: Aécio quer conquistar Nordeste com jingle

Boatos sobre Bolsa Família: problema de Campos e Aécio
“Isso é tentar machucar os prefeitos”, diz ex-secretário sobre petistas que aderiram ao Zé
“Nós respeitamos os adversários, mas não o tememos. Uma coisa engraçada disse o nosso adversário. Ele disse que vai punir os prefeitos do PT. Você já pensou se todo mundo for punido, não fica ninguém nem do PT e nem do lado de cá. Isso não existe. Isso é tentar machucar os prefeitos. Em política você vai e volta, então não precisa fazer isso, é necessário ter equilíbrio e isso nós temos de sobra”, finalizou.
O ex-secretário comentou ainda sobre o processo de escolha do nome de Zé Filho para ocupar o lugar de vice-governador em 2010, na chapa encabeçada pelo ex-governador Wilson Martins (PSB).
Morre garota propaganda piauiense conhecida como Zuzu Maravilha
Qual piauiense nunca ouviu falar “Zuzu Maravilha”? Zulmira Ramos Melo foi uma das celebridades da propaganda piauiense. Zuzu Maravvilha, 78 anos, morreu na madrugada deste sábado (19), em sua cidade natal, Piripiri. Ela foi diagnosticada com um câncer no pâncreas há alguns meses e faleceu em casa.
Zuzu foi garota propaganda de grandes lojas do estado. Na Jelta, na década de 1990, ela contracenou com um dos personagens mais marcantes do humorista Dirceu Andrade, o Zé Bandeira. Uma das características da Zulmira, era sua risada “rá-rai”, imitada pelos telespectadores, sobretudo as crianças. Com seu bom humor encantava à todos. Com certeza, a garota propaganda será eternamete lembrada pelos piauienses.
Deputados querem saber quanto o TCE arrecadou com multas
Deputado estadual Deusimar Tererê
Presidente do TCE, Waltânia AlvarengaJornalista Efrém Ribeiro diz que o “Zélfie” já virou mania no Piauí
ZélfiePatrimônio de Iracema Portela sofre redução de quase R$ 650 mil em quatro anos
Por amor a que?
Heródoto Barbeiro (Blog)
Você está disposto a gastar 30 milhões de reais para se eleger senador do Brasil?
Porque uma pessoa gastaria tanto para trabalhar pelo povo brasileiro?
Em oito anos de mandato não dá para recuperar o que foi gasto na campanha.
O total de gastos chega a um bilhão de reais, mais do que a campanha para presidente ou para governador de estado.
E de onde vem tanto dinheiro?
Pela primeira vez nesta eleição a gente vai poder entrar no site do TSE e ver de onde está vindo tanto dinheiro.
Dependendo a origem, a gente pode até mudar o voto.
Ele pode vir de empreiteira, fornecedor da Petrobras, telefonia, vendedor de serviços para o governo, etc.
Ou seja os financiadores vão investir, e quando você investe você quer retorno.
Na sua opinião como mudar esse quadro onde só os endinheirados são eleitos?(Magno Martins)
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Aécio: ‘Não sei se Dilma tem condição de andar na rua’
O pantarma do alemão
Pádua Marques(*)
de abertura da Copa da FIFA de Futebol no Maracanã, quando eu e mais uma pá de
gente vimos aquela pobreza de espetáculo, que eu deixei de acreditar na Seleção
Brasileira. Aquele espetáculo, aquele desfile de abertura, aquela pobreza de
cenário, com aquela coisa horrorosa feita de papel de cartolina tal e igual se
faz em escola de subúrbio, contraria o que o povo brasileiro entende como arte
e ostentação. Foi a partir dali que eu passei a desacreditar no que a Seleção
Brasileira mostraria em campo.
identidade nacional, gostam do que é bom e bonito, com muito brilho e o que se
viu naquele dia 12 de junho foi um espetáculo típico de festa de escola de
jardim de infância. Desses que as professoras usam cartolina e pincel atômico
pra pintar e adornar os meninozinhos e as meninazinhas com aquelas fantasias de
índio ou de imperador. Pra quem conhece o Brasil e a sua cultura foi um insulto
sem tamanho. E a Seleção Brasileira foi entrando em campo e eliminando a muito
custo seus adversários. Quando ganhando, de times pequenos, sem história no
futebol mundial.
começou a dar vexame. Empata daqui, perde dali, vai pra decisão em pênaltis
mais lá na frente. E de repente o brasileiro passou a se dar conta de que já
não detém o título honroso de melhor futebol do mundo. Porque o povo brasileiro
tem na sua Seleção, seja ela dirigida pelo Felipão, o Parreira, o Batista do
Catanduvas ou o Mário Boi, esta idéia de símbolo nacional, este lado sagrado de
sua cultura e de sua identidade e que não e nunca pode sofrer desonra. Quando o
Neymar Júnior levou aquele tostão nas costas o mundo caiu ciscando junto com
ele.
e os de minha geração nos tremíamos de medo de alma de outro mundo, como se
dizia entre os grandes. E vieram as melhores seleções de futebol e nos encheram
de taca. E a gente foi ficando igual time ruim de subúrbio. Desses que só
ganham de time fraco dentro de casa tendo torcida e o juiz a favor. E noutras
vezes ficam contando com uma contusão grave de um jogador adversário pra que o
time cresça jogando na base do onze pra dez. Foi essa ideia que se criou no
Brasil e no seu futebol nos últimos anos. Apostar na desgraça do outro pra se sentir
importante e forte.
de sete a um da Alemanha foi de lascar. Passei uns três dias sem meter a cara
na porta. Dei febre e uma tremedeira feito menino quando anda na roda gigante.
Senti quentes as palmas das mãos mais parecendo quando mãe Mina me dava uma
meia dúzia de bolos de palmatória. Passei uns dois dias me assombrando até com
a sirene da ambulância do SAMU na direção do Hospital Dirceu, vizinho daqui de
casa. Ficava imaginando algum colega ou mesmo amigo tendo sofrido um infarto ou
um acidente vascular cerebral. Ninguém pense que é brincadeira o que nós
passamos. Vimos urso engravatado.
terceira seleção no pódio da FIFA. Tacou um três a zero. Os meninos dançaram
sem música. Mais pareciam esses cantores de funk. Bonito pra nossa cara! Donos
da casa e da festa e saindo pela porta dos fundos pra ir comprar bebida pros
outros comemorarem. Feito aquele camarada que não tendo capital inventa de dar
uma churrascada e convida a vizinhança, os amigos, os colegas de trabalho e
outros mais confiado no bolso dos outros. Lá pelas tantas falta a carne, depois
a cerveja e o refrigerante e ele acaba ficando refém da burra daqueles mais chegados.
Ou mais lá na frente pendurando a conta no mercadinho da esquina.
correspondido. Não há dor que nunca passe. Corno sabe. E o brasileiro tem essa
facilidade de, por maior e mais forte que seja a decepção ele sabe esquecer as
ofensas. Da mesma forma que esquece rapidinho o nome da novela das oito. Tem
memória curta. E esse negócio de encher a boca e dizer que não leva desaforo
pra casa é pura mentira. Diz isso pra impressionar o inimigo. Leva sim desaforo
pra casa. Só que esta ofensa nunca vai chegar lá. Vai ficar no boteco da
esquina ou na primeira parada quando cumprimentar um colega pra falar de um monte
de coisas ou pra falar e reclamar do governo.
levar pra dentro de casa algum aborrecimento trazido da rua? Até que é bom que
assim seja. Não é povo de guardar rancor pro resto da vida feito esse pessoal
ali das bandas do Oriente Médio. Seria bom se o brasileiro guardasse na
lembrança em quem votou no seu período eleitoral. Lembrasse nome, endereço,
telefone, CPF e a cara de quem ele colocou lá na Câmara Municipal, na
Assembleia Legislativa, na prefeitura ou no palácio, seja dos Leões, das Princesas
ou de Karnak. Se teve tempo e disposição pra confiar num time de futebol também
deve ter tempo e disposição pra saber escolher quem vai ser seu representante.
(*)Pádua
Marques é escritor e jornalista












































